Mussacá para o Natal e Ano Novo

Mussaca ou mussacá (em grego: ????????, transl. mussaká; eslavo medieval: ?????? / ?musaka; ambas do turco musakka, por sua vez do árabe ?????, transl. musaqqa?a, também conhecida como mousaka ou moussaka, é uma especialidade gastronómica do Médio Oriente, típico das culinárias grega e turca, constituído por carne de carneiro moída, beringelas e tomates, sempre condimentado com azeite de oliva extravirgem, cebola, alho e canela. No Brasil é mais conhecida como uma comida grega, a carne de carneiro é substituída por carne bovina e algumas receitas usam batatas em rodelas na base prato.

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1 – INGREDIENTES

Molho Bechamel

  • 100g de manteiga
  • 100g de farinha de trigo
  • 1/2 litro de leite (morno)
  • Sal a gosto
  • 4 ovos
  • 150g de queijo parmesão ralado

Molho de Carne

  • 800g de carne moída
  • 3 cebolas grandes, bem picadas
  • 6 dentes de alho, picados e amassados
  • 2 xícara de vinho tinto
  • 500 ml de molho de tomates
  • Canela em pó, sal, coentro e pimenta do reino a gosto
  • Azeite de oliva extravirgem

Beringelas

  • 4 Beringelas grandes

2 – MODO DE PREPARO

Molho de Carne

  • Doure a cebola e o alho no azeite de oliva;
  • Adicione a carne moída, o sal, o coentro e a pimenta do reino, cozinhe bem e adicione o vinho tinto. Deixe cozinhar até secar o vinho;
  • Adicione o molho de tomates e a canela em pó e cozinhe até obter um molho espesso, sem muito caldo;
  • Ajuste a canela em pó e o sal, se necessário, e reserve.

Montagem 1

  • Corte as beringelas em fatias não muito finas;
  • Coloque uma panela de água para ferver;
  • Adicione as fatias das beringelas na água fervendo, por 2 a 3 minutos, retire-as com ajuda de uma escumadeira, reserve;
  • Unte um refratário grande com azeite de oliva extravirgem;
  • Adicione uma primeira camada do molho de carne, em seguida fatias de beringela, até completar 3 camadas de fatias de beringela e 4 camadas do molho de carne moída, reserve.

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Molho Bechamel

  • Preaqueça o forno a 180 oC;
  • Bata os ovos em ponto de neve, acrescente as gemas, reserve;
  • Aqueça o leite (morno), reserve;
  • Em panela média, coloque a manteiga e leve ao fogo baixo;
  • Quando derreter a manteiga, acrescente lentamente a farinha de trigo, mexendo com uma colher de pau. Deixe cozinhar até ficar levemente dourado;
  • Retire a panela do fogo e mexendo sem parar, acrescente lentamente o leite morno.
  • Mexa vigorosamente e volte a panela para o fogo, médio;
  • Continue mexendo, sem parar, até ferver;
  • Abaixe o fogo, e adicione o queijo ralado (cerca de 100g) e os ovos batidos, mexendo vigorosamente;
  • Ajuste o sal, se necessário;
  • Deixe cozinhar por cerca de 5 minutos, mexendo sempre, até engrossar um pouco. Se necessário adicione mais um pouco de leite  (o molho deve ficar bem cremoso).

Montagem 2

  • Adicione o molho bechamel no refratário, espalhando por toda a superfície;
  • Polvilhe a superficie com o restante do queijo ralado;
  • Cubra com papel alumínio;
  • Coloque no forno preaquecido até dourar;
  • Retire o papel alumínio e deixe por mais 5 minutos no forno;
  • Sirva quente.

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3 – DICAS

  • Para o natal e ano novo, pode ser acrescentado passas brancas ao molho de carne moída. Gostinho de festa;
  • Forre o refratário com batatas cozidas (com pouco sal) em rodelas, caso deseje fazer a versão com batatas.
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Pavê de Panetone Afogado

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O PAVÊ DE PANETONE AFOGADO é uma combinação do pavê tradicional com o icone maior do natal, o panetone. Uma sobremesa especial para a ceia de natal e ano novo.

1 – INGREDIENTES

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  • 1 panetone, tipo chocotone
  • 3 latas de leite condensado Moça
  • 2 latas de leite integral (medida na lata do leite condensado)
  • 3 caixinhas de creme de leite Nestlé
  • 600 gramas de chocolate 70% Harald Unique
  • 4 ovos

2 – MODO DE PREPARO

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  • Corte o panetone em 5 fatias, reserve;
  • Cozinhe o leite condensado, o leite integral e as gemas, até formar um creme espesso;
  • Em um recipiente alto, adicione um pouco do creme no fundo, coloque a 1a fatia do panetone e vá alternando com porções generosas do creme, até reconstruir o panetone inteiro. Por fim, adicione o restante do creme por cima do panetone;
  • Derreta o chocante em banho-maria, reserve;
  • Bata as gemas até formar ponto de neve, adicione as 3 caixinhas do creme de leite e bata até formar uma mistura cremosa;
  • Adicione o chocolate derretido à mistura das gemas com creme de leite e continue batendo até formar um creme liso e uniforme;
  • Adicione o creme de chocolate por cima do panetone, que deve ficar totalmente “afogado” e coberto pelo creme do chocolate;
  • Coloque na geladeira por 4 horas;
  • Sirva gelado.

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3 – DICAS

  • O panetone deve caber inteiro no recipiente, sobrando ainda um espaço de +/- 10 cm até a borda;
  • As fatias do panetone devem ser dispostas no recipiente alto, intercaladas pelo creme de leite condensado, permitido a reconstrução do panetone à sua forma original.

A Felicidade se Cozinha em Casa

Cena do filme Maggi #BoraCozinharJuntos - Avó

Cena do filme Maggi #BoraCozinharJuntos – Avó

Os lares brasileiros redescobriram o hábito de cozinhar em família. Ao menos, é o que revela pesquisa recente do Ibope, encomendada pela Nestlé. Segundo os dados, mais de 70% dos respondentes concordam que “cozinhar com a família promove a união de seus membros e fortalece os laços”, além de “trazer mais felicidade à casa”. Em tempos em que se discute tanto o poder das tecnologias em afastar diferentes gerações, essa notícia é reconfortante para a sociedade e também os seus negócios, pois há muitas possibilidades de vendas a partir do resgate desse comportamento.

Segundo a marca, a pesquisa mostrou que o brasileiro reconhece que estar reunido em torno do fogão e da mesa com a família é saudável e importante, mas um grande percentual de pessoas não tem o hábito de fazer isso ou faz. A campanha surgiu exatamente para estimular esses momentos e mostrar que, mesmo com a correria do dia a dia, é possível incluir essa atividade na rotina.

O dado trazido pela pesquisa levou a Maggi – marca da Nestlé para o segmento de culinários – a lançar a campanha #BoraCozinharJunto, criada em parceria com a agência Pereira & O’Dell. Para a marca, que tem como público justamente pessoas que cozinham, não foi novidade o quanto o hábito de cozinhar em família pode ser saudável. Apesar disso, surpreendeu o volume de pessoas que até podem ter consciência desses benefícios, mas, por motivos variados – como falta de tempo ou até mesmo por não saber cozinhar – deixaram esse hábito de lado.

Cena do filme Maggi #BoraCozinharJuntos - Avó

Cena do filme Maggi #BoraCozinharJuntos – Avó

A campanha está disponível na internet, apresenta 4 filmes que reforçam o cozinhar em família, sendo totalmente ambientados em cozinhas, com famílias “normais” como as nossas. Não importa o caráter comercial ou as imagens da marca e dos produtos, o importante é o resgate feito pela Nestlé / Maggi da importância de cozinhar, do cozinhar juntos. Que venham mais marcas e filmes, comerciais ou não, que nos lembrem que A FELICIDADE TAMBÉM SE COZINHA EM CASA.

Veja mais no Blog da Cozinha Afetiva.

Referência: Revista Supermercado Moderno (www.sm.com.br)

Cena do filme Maggi #BoraCozinharJuntos - Avó

Cena do filme Maggi #BoraCozinharJuntos – Avó

Centolla do Mercado Central de Santiago

Centolla do Donde Augusto

Centolla do Donde Augusto

As Centollas são crustáceos com os corpos cheios de espinhos e garras, uma espécie de Caranguejo Gigante. São encontradas em águas profundas, de até 600m, na maioria das vezes próximo aos polos do planeta, muito ao norte ou muito ao sul. Podem pesar cerca 2kg, com patas de mais de 1 metro. Apresentam um sabor muito especial, normalmente definido entre as carnes do caranguejo e da lagosta.

Mercado Central de Santiago - Chile

Mercado Central de Santiago – Chile

Estar no Chile, em Santiago, e não comer Centollas é como ir a Bahia e não comer vatapá, acarajé e abará. O melhor local em Santiago é, com certeza, no típico Mercado Central. As Centelhas são caras, mas pague sem pensar, e repita se tiver vontade, afinal uma das melhores formas de conhecer a cultura de um povo é quando comemos e bebemos, literalmente, a sua cultura.

Vejam vídeo do corte da Centolla no FACEBOOK da Cozinha Afetiva.

Patas (só carne!) da Centolla no molho de alho

Patas (só carne!) da Centolla no molho de alho

  • Local - Mercado Central de Santiago (Chile)
  • Restaurante - Tem vários. Optamos pelo Donde Augusto, pela simpatia dos garçons
  • Acompanhamentos - Nem precisava, mas veio pão, vinagrete, arroz, salada, batata frita (tudo muito bom) e um molho de alho espetacular (esse precisava)
  • Investimento - 50 mil pesos, cerca de R$ 265,00 (Centolla pequena, para dois, sem bebidas e sobremesas)
Restaurante Donde Augusto

Restaurante Donde Augusto

 

 

La Sebastiana

La Sebastiana – Casa Nuseu de Pablo Neruda / Valparaiso – Chile

”Comer só é o mesmo que comer em um túmulo” – Pablo Neruda

www.fundacionneruda.org

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Croque-Madame

O Croque-Madame é um Croque-Monsieur com um ovo em cima.

O Croque-Madame é um Croque-Monsieur com um ovo em cima.

1 – INGREDIENTES

  • 1 1/2 colher de sopa de manteiga
  • 1 1/2 xícara de queijo parmesão ralado grosso (ou o queijo de sua preferência)
  • 2 fatias grossas de pão branco
  • 2 fatias generosas de presunto
  • 1 ovo
2 – MODO DE PREPARO

  • Derreta uma colher de sopa da manteiga em uma frigideira, em fogo médio;
  • Acrescente o queijo para derreter, com cuidado para não queimar;
  • Mergulhe uma fatia de pão no queijo derretido, cobrindo ambos os lados, reserve;
  • Repita o mesmo procedimento com a outro fatia de pão e cubra com duas fatias de presunto;
  • Coloque a segunda fatia de pão em cima;
  • Frite até dourar ambos os lados, usando mais um pouco da manteiga;
  • Retire o pão da frigideira, reserve;
  • Frite o ovo na frigideira quente, deixando a gema mole, usando o resto da manteiga;
  • Coloque o ovo frito em cima do sanduíche;
  • Sirva com salada verde.

VIVA A FRANÇA! Viva a cozinha afetiva francesa!

Doce Seco

Doce Seco (Foto de Joca, de Campina Grande)

Doce Seco (Foto de Joca, de Campina Grande)

O nome lembra frutas desidratadas açucaradas, muito comum em várias regiões do Brasil, porém o Doce Seco é uma preciosidade da culinária nordestina, com provável origem na região Seridó do nordeste.

SERIDÓ
Seridó é uma região interestadual localizada no sertão nordestino brasileiro. Oriunda da antiga região da “Ribeira do Seridó”, abrange vários municípios do Rio Grande do Norte e da Paraíba, onde é oficialmente dividida pelo IBGE em Seridó Ocidental Potiguar, Seridó Oriental Potiguar, Seridó Ocidental Paraibano e Seridó Oriental Paraibano. No entanto, outros municípios costumam se identificar como “Seridó” ou seridoense, o que agrega um total de 54 municípios, sendo 28 potiguares e 26 paraibanos, o que levou a uma subclassificação realizada pelo Ministério da Integração Nacional. Mesmo sendo uma das regiões mais áridas do nordeste, o Seridó, principalmente o potiguar, apresenta a melhor qualidade de vida do interior nordestino. Há divergências quanto a origem do topônimo Seridó, segundo o folclorista e historiador Luiz da Câmara Cascudo, vem do linguajar dos tapuias transcrito como “ceri-toh” e que quer dizer “pouca folhagem e pouca sombra”, em referência as características da região. No entanto, existe a teoria que os colonizadores tenham sido cristãos-novos, descendentes de judeus, os termos “sarid” e “serid”, seriam oriundos do hebraico, que significaria “sobrevivente” ou “o que escapou”. Ou ainda “she’erit” no sentido de “refúgio Dele” ou “refúgio de Deus”.
DOCE SECO
A tradição nordestina para a fabricação de doces é nítida deste a época do período açucareiro, quando  as brancas portuguesas introduziram o açúcar na nossa alimentação e passaram seus conhecimentos para escravas e sinhazinhas. Os portugueses tem influencia direta na confecção do doce seco, considerando que eles  lembram na forma um famoso doce tradicional da doçaria conventual portuguesa, os moles de Aveiro. Porém o doce seco tem toda uma técnica diferenciada e não leva ovos.
Moles de Aveiros (Fonte: Google Imagens)

Moles de Aveiros (Fonte: Google Imagens)

O doce seco vem em forma de pastel, não é frito e nem assado, apenas crocante em uma massa muito delicada feita utilizando farinha de trigo e água. É conhecido como doce de espécie. Isso deve-se por seu recheio ser bastante temperado, à base de especiarias como cravo, canela, erva-doce, pimenta do reino, gengibre, mel de engenho (feito da rapadura escura), coco ralado, castanha de caju e farinha de mandioca. Depois de recheado o doce fica maturando em clima seco e quente, para em seguida transformar-se numa delicia crocante, onde o segredo é do vento. Apenas o vento é o responsável pro deixar o doce no ponto. Se o ar estiver úmido, como no nosso litoral, o doce “chora”, como dizem as doceiras mais experientes, ou seja, não seca e o recheio termina molhando a massa. No aroma e no sabor o doce seco lembra o bolo pé-de-moleque nordestino, devido a presença das especiarias. A receita do doce seco vem passando, ao longo dos anos, de mãe para filha e sabemos que está, pelo menos, na quarta geração. Sempre servido em ocasiões festivas, o registro do consumo deste doce ainda é relacionado também a festas de santos padroeiros. Os mais antigos também falam que era comida de mulher parida.
CAICÓ
O meu primeiro Doce Seco, veio de Caicó, presente dos amigos do nordeste. Caicó, quinto município com maior extensão do Rio Grande do Norte, principal cidade do Seridó, localiza-se na região centro-sul do estado, distante 256 km da capital Natal.
Meu primeiro Doce Seco - Presente de Vivianne (de Campina Grande)

Meu primeiro Doce Seco – Presente de Vivianne (de Campina Grande)

Doce Seco de Caicó

Doce Seco de Caicó

1 – INGREDIENTES
Recheio
  • 1 e ½ rapadura
  • 2 xícaras de farinha de mandioca bem fina
  • 2 colheres (sopa) de cravo
  • 2 colheres (sopa) de canela
  • 2 colheres (sopa) de erva-doce
  • 1 colher (chá) de pimenta do reino
  • 1 colher (chá) de gengibre
  • 1 coco ralado e tirado o leite
  • 100g de castanha de caju
  • 1 pitada de sal
Massa
  • 700g de farinha de trigo
  • Água até dar o ponto de soltar das mãos
  • Ventos nordestinos, de preferência!!!
2 – MODO DE PREPARO
Recheio (Espécie)
  • O primeiro passo é fazer o mel, colocando-se no fogo a rapadura quebrada em pedaços grosseiros com um pouco de água. Mexer bem (com colher de pau) até desmanchar a rapadura  e dar o ponto de mel, um pouco grosso;
  • Ralar o coco, passar no liquidificador e coar para retirar o leite. Reservar o coco ralado;
  • Triturar as especiarias: castanha de caju, cravo, canela, erva-doce, gengibre e pimenta do reino;
  • Misturar todos os ingredientes (mel de rapadura, coco ralado, especiarias trituradas e a farinha de mandioca);
  • Levar ao fogo em uma panela com o cuidado de sempre mexer para não deixar a farinha sentar no fundo da panela e não queimar;
  • Quando começar a fervura, esperar mais ou menos meia hora para desligar o fogo, sempre mexendo;
  • Quando desgrudar do fundo da panela, está no ponto;
  • Colocar em tigela e esperar até o dia seguinte para montar os doces, pois a espécie tem que estar fria.
Massa
  • Feita de farinha de trigo e um pouco de água, é amassada na mão e deve ter consistência macia e firme;
  • Pequenas quantidades da massa, mais ou menos do tamanho de uma bola de pingue-pongue, são abertas numa superfície lisa e enfarinhada, para serem recheadas e cortadas com formas de pastel;
  • Depois de montados, os doces recebem generosa quantidade de farinha de trigo polvilhada para ajudar a secar a massa, sempre em local arejado (de preferência com ventos nordestinos);
  • De vez em quando é recomendável virá-los de lado;
  • O Doce Seco vai estar pronto quando os pasteis estiverem secos e crocantes;
  • Retirar o excesso da farinha de trigo usada para polvilhar;
  • Servir.

Dicas

  • Não pode ser guardado na geladeira para que a massa não molhe e não amoleça;
  • Algumas castanhas de caju inteiras podem ser misturadas ao recheio;
  • Usar o leite de coco para bolos, moquecas, etc.

Referência: http://confrariadobaraodegourmandise.blogspot.com.br

Salada Grega

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A salada grega (em grego: ????????? ??????, significando “salada campestre”) é uma salada tradicional com os ingredientes característicos da Grécia. A salada original é feita com tomate, pepino, pimentão e cebola vermelha (roxa), queijo feta, alcaparras frescas e azeitonas kalamata. É temperada com sal, pimenta-preta, orégano e azeite de oliva extravirgem. Folhas são raras na salada grega, porém há uma variante que se denomina ???????, “alface” em vez de “salada” e é muito diferente: consiste em alface, cebolinha-verde e endro fresco, tudo regado com azeite de oliva e vinagre ou sumo de limão.

QUEIJO FETA

Feta (em grego: ????), também grafado fetta, é um queijo coalhada típico da Grécia, feito tradicionalmente com leite de cabra e de ovelha. A partir de 2005 o feta passou a ser uma denominação de origem controlada na União Europeia. É definido como tendo pelo menos 70% de leite de ovelha, com o restante de cabra. Fora da União Europeia, queijos vendidos normalmente como ‘feta’ podem incluir até mesmo leite de vaca, ou mesmo ser inteiramente feito dele. É um queijo envelhecido, habitualmente produzido em blocos, com uma textura levemente granulada. É servido como queijo de mesa, assim como em saladas, empadas, tortas e outros alimentos assados, em especial aqueles com massas folhadas - como o spanakopita (“torta de espinafre”) e tyropita (“torta de queijo”).

O Feta é o principal ingredientes da salada grega. No prato é servido no topo da salada. Acredita-se que poderia remontar mesmo à Antigüidade homérica, já que a Odisseia contém uma descrição completa da preparação de um queijo que poderia ser o feta. O primeiro registro data do Império Bizantino (que havia se expandido rumo ao Mediterrâneo Oriental, sob o nome de ????????? (prósphatos, “recente”, isto é, fresco), e era associado especialmente com a ilha de Creta. O termo grego féta vem da palavra italiana fetta (“fatia”), que por sua vez vem do latim offa (“mordida”, “bocado”). Passou a ser usado pelos gregos no século XVII, provavelmente referindo-se ao método de se cortar o queijo em finas fatias antes de servi-lo ao prato.

AZEITONA KALAMATA

A azeitona Kalamata distingue-se pelo seu tamanho, cor negra, e textura suave. O seu nome deriva da cidade de Kalamata, no sul da região Peleponeso. Servida como azeitona de mesa, é geralmente conservada em vinagre de vinho ou azeite.

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1 – INGREDIENTES

  • Queijo feta
  • Tomate vermelho (maduro)
  • Pimentão verde
  • Pepino
  • Cebola roxa
  • Azeitona kalamata
  • Alcaparras frescas
  • Óregano
  • Sal
  • Pimenta preta
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Limão siciliano

2 – MODO DE PREPARO

  • Lave e higienize bem todos os ingredientes;
  • Corte as cebolas em rodelas e deixe-as em água por 3 a 4 horas antes de preparar a salada;
  • Corte os tomates, pepinos e pimentões em rodelas;
  • Arrume os ingredientes em rodelas no recipiente, alternando-os;
  • Adicione as azeitonas e as alcaparras;
  • Coloque o queijo feta em fatias (ou cubos) por cima;
  • Tempere com sal, pimenta preta, orégano, azeite de oliva e limão.

3 – DICAS

  • A azeitona Kalamata até pode ser substituída por outro tipo de azeitona preta, inclusive a azeitona verde;
  • Sem o queijo feta, não é salada grega, é uma salada trivial;
  • No Brasil nunca encontramos alcaparras frescas. Só as de conservas, que apresentam sabor muito forte e vai dominar sua salada, virando salada de alcaparras. Melhor não usar, deixa sem;
  • Oregano é outro problema. As variedades encontradas no Brasil, irão deixar sua salada com sabor de pizza. Também não usaria. O fresco é uma boa opção. Sempre encontro na feira de orgânicos do Parque da Água Branca. Se vai viajar para Grécia ou Sicilia traz de lá um maço de orégano, facilmente encontrado em qualquer feira livre. É outro sabor.

Dorayaki – Sabor da Vida

Sabor da Vida (Japão – 2015) é um filme sentimental, muito doce e meloso como o protagonista Dorayaki, um tipo de doce japonês recheado com pasta de feijão azuki. O doce é o elo de ligação entre uma idosa (Kiki Kirin), o gerente (Masatoshi Nagase) de uma pequena confeitaria e uma estudante adolescente (Kyara Uchida). O novo filme de Naomi Kawase faz parte da 39a Mostra de Cinema de São Paulo. É um filme gostoso de ver, onde a arte de cozinhar ganha força na personagem da idosa. Nada de novo, mas muito bom para reforçar os laços afetivos da cozinha afetiva.

Ao final do filme, o desejo é e ir direto para cozinha preparar os dorayakis. Assim fizemos, porém, sem arriscar o preparo da pasta de feijão azuki. Ficamos apenas nas panquecas, devoradas com manteiga, requeijão cremoso e geleias.

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Dorayaki (????, ????, ????, ????)

É um doce japonês, tipo uma panqueca, recheada com pasta de feijão azuki. Em japonês, dora significa gongo (uma espécie de disco de metal circular) e, devido à semelhança das formas, é provavelmente a origem do nome do doce. Já o yaki significa “cozido em calor seco”. Há uma lenda de que o primeiro dorayaki foi feito quando um samurai chamado Benkei esqueceu seu gongo (dora) na casa de um fazendeiro onde ele estava se escondendo, e o fazendeiro posteriormente veio a usar o gongo pra fritar as panquecas, daí o nome dorayaki.

O atual formato surgiu por volta de 1914, em uma confeitaria em Ueno, Tóquio, chamado Usagiya (Rabbit House), onde o proprietário se inspirou em outro confeito japonês, que tem suas raízes na Europa, o kasutera ou bolo de Castella.

É o lanche predileto do Doraemon, um dos personagens mais populares do anime japonês, seu nome foi inspirado nesse doce japonês.

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1 – INGREDIENTES

  • 150 g de farinha de trigo
  • 100 g de açúcar
  • 100 ml de leite
  • 3 ovos
  • 2 colheres de chá de fermento em pó
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 colher de chá de shoyu (molho de soja)
  • 1 colher de chá de mirin (vinho de arroz doce)

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 2 – MODO DE PREPARO

  • Bater as gemas com a manteiga, o açúcar, o shoyu e o mirim;
  • Adicionar o leite, misturar, e adicionar a farinha de trigo;
  • Misturar até formar uma massa lisa e homogênea;
  • Bater as claras em ponto de neve e adicionar à massa levemente, junto com o fermento;
  • Fritar porções individuais (cerca de duas colheres de sopa) em frigideira antiaderente.

QUARKBÄLLCHEN

QUARKBÄLLCHEN – é um bolinho de chuva alemão? Quase, a diferença do nosso é que usam um tipo de queijo mole chamado Quark na receita. As fotos do preparo achei no blog thetravellingundhai.blogspot.de. É mesmo nosso bolinho na aparência e textura. A embalagem da foto é uma versão industrial. O QUARKBÄLLCHEN é muito popular na Alemanha e tem origem afetiva como o nosso bolinho e chuva.

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