Salada Grega

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A salada grega (em grego: ????????? ??????, significando “salada campestre”) é uma salada tradicional com os ingredientes característicos da Grécia. A salada original é feita com tomate, pepino, pimentão e cebola vermelha (roxa), queijo feta, alcaparras frescas e azeitonas kalamata. É temperada com sal, pimenta-preta, orégano e azeite de oliva extravirgem. Folhas são raras na salada grega, porém há uma variante que se denomina ???????, “alface” em vez de “salada” e é muito diferente: consiste em alface, cebolinha-verde e endro fresco, tudo regado com azeite de oliva e vinagre ou sumo de limão.

QUEIJO FETA

Feta (em grego: ????), também grafado fetta, é um queijo coalhada típico da Grécia, feito tradicionalmente com leite de cabra e de ovelha. A partir de 2005 o feta passou a ser uma denominação de origem controlada na União Europeia. É definido como tendo pelo menos 70% de leite de ovelha, com o restante de cabra. Fora da União Europeia, queijos vendidos normalmente como ‘feta’ podem incluir até mesmo leite de vaca, ou mesmo ser inteiramente feito dele. É um queijo envelhecido, habitualmente produzido em blocos, com uma textura levemente granulada. É servido como queijo de mesa, assim como em saladas, empadas, tortas e outros alimentos assados, em especial aqueles com massas folhadas - como o spanakopita (“torta de espinafre”) e tyropita (“torta de queijo”).

O Feta é o principal ingredientes da salada grega. No prato é servido no topo da salada. Acredita-se que poderia remontar mesmo à Antigüidade homérica, já que a Odisseia contém uma descrição completa da preparação de um queijo que poderia ser o feta. O primeiro registro data do Império Bizantino (que havia se expandido rumo ao Mediterrâneo Oriental, sob o nome de ????????? (prósphatos, “recente”, isto é, fresco), e era associado especialmente com a ilha de Creta. O termo grego féta vem da palavra italiana fetta (“fatia”), que por sua vez vem do latim offa (“mordida”, “bocado”). Passou a ser usado pelos gregos no século XVII, provavelmente referindo-se ao método de se cortar o queijo em finas fatias antes de servi-lo ao prato.

AZEITONA KALAMATA

A azeitona Kalamata distingue-se pelo seu tamanho, cor negra, e textura suave. O seu nome deriva da cidade de Kalamata, no sul da região Peleponeso. Servida como azeitona de mesa, é geralmente conservada em vinagre de vinho ou azeite.

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1 – INGREDIENTES

  • Queijo feta
  • Tomate vermelho (maduro)
  • Pimentão verde
  • Pepino
  • Cebola roxa
  • Azeitona kalamata
  • Alcaparras frescas
  • Óregano
  • Sal
  • Pimenta preta
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Limão siciliano

2 – MODO DE PREPARO

  • Lave e higienize bem todos os ingredientes;
  • Corte as cebolas em rodelas e deixe-as em água por 3 a 4 horas antes de preparar a salada;
  • Corte os tomates, pepinos e pimentões em rodelas;
  • Arrume os ingredientes em rodelas no recipiente, alternando-os;
  • Adicione as azeitonas e as alcaparras;
  • Coloque o queijo feta em fatias (ou cubos) por cima;
  • Tempere com sal, pimenta preta, orégano, azeite de oliva e limão.

3 – DICAS

  • A azeitona Kalamata até pode ser substituída por outro tipo de azeitona preta, inclusive a azeitona verde;
  • Sem o queijo feta, não é salada grega, é uma salada trivial;
  • No Brasil nunca encontramos alcaparras frescas. Só as de conservas, que apresentam sabor muito forte e vai dominar sua salada, virando salada de alcaparras. Melhor não usar, deixa sem;
  • Oregano é outro problema. As variedades encontradas no Brasil, irão deixar sua salada com sabor de pizza. Também não usaria. O fresco é uma boa opção. Sempre encontro na feira de orgânicos do Parque da Água Branca. Se vai viajar para Grécia ou Sicilia traz de lá um maço de orégano, facilmente encontrado em qualquer feira livre. É outro sabor.

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Dorayaki – Sabor da Vida

Sabor da Vida (Japão – 2015) é um filme sentimental, muito doce e meloso como o protagonista Dorayaki, um tipo de doce japonês recheado com pasta de feijão azuki. O doce é o elo de ligação entre uma idosa (Kiki Kirin), o gerente (Masatoshi Nagase) de uma pequena confeitaria e uma estudante adolescente (Kyara Uchida). O novo filme de Naomi Kawase faz parte da 39a Mostra de Cinema de São Paulo. É um filme gostoso de ver, onde a arte de cozinhar ganha força na personagem da idosa. Nada de novo, mas muito bom para reforçar os laços afetivos da cozinha afetiva.

Ao final do filme, o desejo é e ir direto para cozinha preparar os dorayakis. Assim fizemos, porém, sem arriscar o preparo da pasta de feijão azuki. Ficamos apenas nas panquecas, devoradas com manteiga, requeijão cremoso e geleias.

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Dorayaki (????, ????, ????, ????)

É um doce japonês, tipo uma panqueca, recheada com pasta de feijão azuki. Em japonês, dora significa gongo (uma espécie de disco de metal circular) e, devido à semelhança das formas, é provavelmente a origem do nome do doce. Já o yaki significa “cozido em calor seco”. Há uma lenda de que o primeiro dorayaki foi feito quando um samurai chamado Benkei esqueceu seu gongo (dora) na casa de um fazendeiro onde ele estava se escondendo, e o fazendeiro posteriormente veio a usar o gongo pra fritar as panquecas, daí o nome dorayaki.

O atual formato surgiu por volta de 1914, em uma confeitaria em Ueno, Tóquio, chamado Usagiya (Rabbit House), onde o proprietário se inspirou em outro confeito japonês, que tem suas raízes na Europa, o kasutera ou bolo de Castella.

É o lanche predileto do Doraemon, um dos personagens mais populares do anime japonês, seu nome foi inspirado nesse doce japonês.

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1 – INGREDIENTES

  • 150 g de farinha de trigo
  • 100 g de açúcar
  • 100 ml de leite
  • 3 ovos
  • 2 colheres de chá de fermento em pó
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 1 colher de chá de shoyu (molho de soja)
  • 1 colher de chá de mirin (vinho de arroz doce)

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 2 – MODO DE PREPARO

  • Bater as gemas com a manteiga, o açúcar, o shoyu e o mirim;
  • Adicionar o leite, misturar, e adicionar a farinha de trigo;
  • Misturar até formar uma massa lisa e homogênea;
  • Bater as claras em ponto de neve e adicionar à massa levemente, junto com o fermento;
  • Fritar porções individuais (cerca de duas colheres de sopa) em frigideira antiaderente.

QUARKBÄLLCHEN

QUARKBÄLLCHEN – é um bolinho de chuva alemão? Quase, a diferença do nosso é que usam um tipo de queijo mole chamado Quark na receita. As fotos do preparo achei no blog thetravellingundhai.blogspot.de. É mesmo nosso bolinho na aparência e textura. A embalagem da foto é uma versão industrial. O QUARKBÄLLCHEN é muito popular na Alemanha e tem origem afetiva como o nosso bolinho e chuva.

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Donas Bentas

As Donas Bentas estão em toda parte, mantendo as chamas dos fogões das cozinhas afetivas.

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Batata do Joca

Uma batata em conservas, receita do Joca, de Campina Grande (Paraíba). Pode ficar na geladeira por 2/3 meses e ser usada para compor saladas ou como acompanhamento. O azeite fica muito bom, e também pode ser usado no pão ou para temperar saladas.

1 – INGREDIENTES

  • Batata (mini batatas)
  • Cebola
  • Alho
  • Pimenta do reino moída
  • Pimenta calabresa seca
  • Vinagre
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Ramos de alecrim
  • Sal

2 – MODO DE PREPARO

  • Cozinhe as batatas com casca na água e sal, deixando al dente;
  • Depois de cozida, faça furos usando um palito;
  • Corte a cebola em rodelas e refogue no azeite de oliva até murchar, no final adicione o alho em finas fatias e refogue as batatas;
  • Deixe esfriar e transfira para um pote com fechamento hermético
  • Adicione a pimenta do reino, a pimenta calabresa e os ramos de alecrim. Ajuste o sal;
  • Por fim, adicione um pouco de vinagre e complete com azeite de oliva extravirgem até cobrir completamente as batatas;
  • Misture lentamente e coloque na geladeira por 5 dias antes do primeiro consumo.

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Komida Kaseira

Feche os olhos para a rua de terra com carros parados nos dois lados. Perdoe as palavras comida e caseira escritas com “K”, e ainda, o lugar pode estar muito cheio e o calor do Recife de rachar os miolos. O restaurante é o Komida Kaseira, um shelf service no bairro dos Afogados, que nos afoga de prazeres da culinária afetiva, da comida de casa. Nada é leve, nada é light, passe batido pelas saladas e vá direto ao feijão, ao cozido com muitas verduras e legumes, ao sarapatel, omeletão de carne moída, a chapa das carnes de vaca, porco, linguiça, cebola e queijo coalho, as farofas… A FAROFA D’ÁGUA COM MUITO COENTE, a paçoca e uma variedade de cominadas do dia  a dia no Nordeste, do Brasil.

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Na entrada uma parede com fotos de famosos.

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Komida Kaseira – Imperdível!

  • Rua Claudino Santos, 11 – Afogados – Recife (PE)
  • Em frente ao Atlético 2a a direita
  • +55 81 3428-3287

Manjericão de Campina Grande

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Com um nome meio italiano, meio natural, o Manjericão de Campina Grande (Paraíba) é uma casa-restaurante que nos recebe de braços e cozinha abertos. Luciano, o Dono de Cozinha, circula no salão (que poderia ser a sala da casa da nossa avo, mãe, tia ou madrinha), vai da cozinha às mesas, fala das suas comidas e não tem nada de chef, mas muito de quem tem o prazer da comida afetiva.

O cardápio é de inspiração italiana, mas com muito das origens do Luciano. A sobremesa é um beiju, feito na hora, com tapioca fininha da terra e coco ralado fresco, preparada aos nossos olhos na cozinha dele.

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Nosso Cardápio:

  • Entradas - Queijo de Cabra e Pizza de Massa Fininha e Crocate de Pesto

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  • Principal - Penne e Lasanha a Bolonhesa Tradicional

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  • Sobremesa - Beiju

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Manjericão Trattoria

  • Rua Luiz de Melo, 54 – Prata – Campina Grande (PB)
  • +55 83 3063-3632
  • Terça a Domingo – a partir das 18 horas

Comida de Rua, Feira de Santana

Em Feira de Santana, como em todas cidades da Bahia, a comida de rua, feita por gente de uma simplicidade especial, é cultural e muito importante para as tradições culinárias. Triste é o descaso, o desleixo,  dos governos, que a cada dia deixam essa cultura se dissipar, não oferecendo condição para nossa gente especial manter a comida de rua de forma digna e segura.

Abaixo, amendoim cozido e milho assado nas rua de Feira de Santana. Para o amendoim ficar com a casca alvinha, como a foto indica, ele é cozido em fogo de lenha, com água, sal e limão inteiro. Deve ser bem lavado antes do cozimento e durante esse cozimento deve-se deixar a água ferver e transbordar da panela por várias vezes. Com a reposição da água limpa, o processso vai branqueando a casca naturalmente.

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Açúcar!

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Você tem fome de que?

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