CORDEL

[19 set 18] A LITERATURA DE CORDEL, acaba de ser reconhecida com PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL, protegida pelo IPHAN.

Cordel é de herança portuguesa, uma manifestação artística introduzida por eles no Brasil no final do século XVIII. O nome pode ter origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal.

É uma manifestação literária tradicional da cultura popular brasileira, mais precisamente do interior nordestino, com muita força nos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Pará, Rio Grande do Norte e Ceará. Viva!

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Penne Almoço

Penne integral + cenoura e brócolis cozidos no vapor e picadinhos + milho cozido + frango desfiado. Refoga tudo com azeite de oliva extravirgem. Servir com muito parmesão ralado.

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Macarrão com Vegetais e Temperinhos Orientais

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Bem fácil, rápido, saudável e gostoso.

INGREDIENTES

  • Penne integral grano duro
  • Couve-flor
  • Brócolis
  • Tomatinho cereja
  • Raiz forte
  • Alga marinha temperada
  • Azeite de oliva extravirgem

MODO DE PREPARO

  1. Cozinhar no vapor as couves-flores, os brócolis e os tomatinhos cereja (colocar os tomatinhos por cima). Reservar;
  2. Cozinhar o penne grano duro integral. Escorrer e reservar;
  3. Transferir os vegetais para uma panela, adicionar a raiz forte, o shoyo (usei o de coco da Copra), as algas marinhas temperadas (a venda em lojas de ingredientes orientais) cortadas em tiras e o azeite de oliva extravirgem;
  4. Refogar tudo e adicionar o penne. Misturar;
  5. Servir quente com queijo ralado.

Pitacos Culinários, Vatapá e Frango com Quiabo Inteiro

Hoje descobri que fico muito irritado com pitacos e comentários quando estou na cozinha mergulhado no cozinhar de alguma coisa que tenho certeza que sei fazer. O preparo é sem receitas, medindo tudo no olho, na mão, observando apenas a consistência, a textura, os sabores, os aromas e os barulhos que os ingredientes fazem na tentativa de nos falar alguma coisa.

Foi uma descoberta meio que estranha. Não tinha consciência dessa minha qualidade ou defeito culinário, pois, ao mesmo tempo que fico irritado, desenvolvo simultaneamente uma capacidade de não processar o que estão falando, de sorri disfarçadamente meio de ladinho, de escutar sem ouvir, de olhar sem ver, continuando cozinhando da minha forma, sem mudar meus rumos, como se só estivesse na cozinha, onde uma 4ª parede cênica me isolasse por completa daquela plateia que acha-se no direito de opinar, criticar, meter literalmente a colher antes do término do espetáculo.

Estávamos na casa do meu irmão, na Ilha de Itaparica, na Bahia. O objetivo era fazer um almoço para o aniversário dele com 3 pratos: vatapá, galinha com quiabos inteiros e arroz. A casa é grande, a cozinha nem tanto, mas estava muito pequena com a quantidade de frequentadores. Uma casa de família, com cerca de 35 convidados, entre familiares, amigos e amigos dos amigos, na faixa etária dos 5 aos 80 anos.

Vamos imaginar o entra e sai da cozinha com horários alternados para o café da manhã. Uns querendo cuscuz com ovos, outros já requentando a feijoada do dia anterior e uns e outros devorando as bolachas folhadas 7 capas de canela e rosquinhas de coco, todas para serem molhadas no café quente com leite. Eu no meio da loucura do cadê a manteiga, de onde está o leite, do ovo que vai queimar, das crianças que não podem ficar na cozinha, não? Mas qual o motivo? Que memórias de cozinha as crianças irão ter se não podem ficar na cozinha? Fiquem! Querem adoçante. Adoçante? Mas estão comendo feijoada requentada com cuscuz e ovos fritos e querem adoçante para adoçar ainda mais o achocolatado industrial? E os gatos de rua que chegam pela porta da cozinha atraídos pelos perfumes culinários? Já passava das 11 horas da manhã e o vatapá ainda não estava no fogo. Senhor dos céus, será que eles não irão à praia? Foram, e de repente um certo silêncio ensurdeceu os meus ouvidos.

Fazer vatapá para mim, apesar do trabalho braçal, não é difícil. Já tenho a receita na cabeça e no coração. Aprendi olhando e comendo o da minha mãe, um vatapá inigualável. Quero acreditar que o meu lembra um pouquinho o dela, da Dona Maria, a minha luz culinária que me ilumina todas as vezes que vou à cozinha fazer alguma receita afetiva herdada da minha casa materna. O que não tinha consciência, entretanto, era essa minha irritabilidade ao receber os pitacos. Estava cercado por todos os lados de mulheres e homens cozinheiros, de várias idades. Gente que cozinha para muita gente, que faz comidão baiano. Normal que sugestões viessem em pencas derrubando minha frágil 4ª parede cênica de isolamento. E vieram, mas resistir bravamente, irritadamente.

“O meu pão eu coloco de molho na água, não no leite de vaca, assim posso espremê-los bem e o fermento vai sair junto com a água”.

O meu não!

“Só uso cebola, amendoim, castanha de caju e muito leite de coco. Você irá usar tomate, pimentão, alho e coentro”?

Sim, vou.

“Colocar logo a metade do azeite de dendê no inicio, faz a massa ficar mais leve para mexer”.

É? Prefiro colocar só no final.

“O ponto está difícil de chegar, coloca um pouco de farinha de trigo que engrossa”. Hã? Tá!

“O liquidificador está fedendo a queimado, não bata muito tempero junto”.

Sim!

“Quer colocar meu pozinho de vatapá? Sempre compro na feira livre, deixa um gostinho ótimo”.

Hã? Hã? Não, obrigado.

Cadê o azeite de oliva extravirgem?

“Aqui”.

Isso aqui não é extravirgem, isso é um óleo composto.

“Mas é ótimo, deixa um gostinho ótimo”.

Para o seu o vatapá. Alguém, por favor, poderia ir ao mercadinho comprar um azeite de verdade? Se não achar, vai sem azeite.

O almoço saiu por volta das 16 horas. Como já falei, eu sei fazer vatapá e ficou muito bom. Tenho a receita aqui no Cozinha Afetiva (em “pesquisa”, inserir Vatapá), bem detalhada. Mais abaixo irei passar a receita do frango com quiabos inteiros, sem as quantidades.

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O melhor de tudo isso são as relações que sempre ficam mais fortalecidas, não importam os pitacos nem a irritabilidade, que na verdade é uma grande bobagem. Geramos mais DNA afetivos culinários para manutenção das nossas memórias de cozinha, mais   heranças para nossas crianças. Almoços de famílias e amigos nos deixam mais próximos, unidos e entrelaçados por tomates, coentros, cebolas, farinhas, grãos, vatapás, por sabores, aromas e prozas. Foi uma delicia cozinhar para todos, especialmente para minhas mulheres e homens cozinheiros dos pitacos que nos alimentam com muito afeto culinário.

FRANGO COM QUIABOS INTEIROS

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INGREDIENTES

  • Frango em pedaços
  • Quiabo
  • Cebola, alho, gengibre, coentro, cebolinha, pimentão e tomate
  • Amendoim
  • Castanha de caju
  • Leite de coco
  • Camarão seco sem casca e cabeça
  • Azeite de dendê
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Pimenta do reino
  • Sal

MODO DE PREPARO

  1. Tempere o frango com sal e pimenta do reino, reserve em uma panela grande;
  2. Bata bem todos os temperos (cebola, alho, gengibre, coentro, cebolinha, pimentão e tomate), amendoim e castanha de caju com o leite de coco no liquidificador;
  3. Despeje o tempero batido no frango, acrescente o camarão seco e o azeite de dendê;
  4. Cozinhe em fogo baixo até deixar o frango macio (se necessário adicione mais leite de coco e ajuste o sal durante o cozimento);
  5. Adicione os quiabos inteiros e cozinhe-os até deixá-los macios;
  6. Desligue o fogo e acrescente o azeite de oliva extravirgem;
  7. Sirva quente com o vatapá e o arroz.

25 de agosto de 2018 – Iha de Itaparica / Bahia

Nossa Aniversário!

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A Língua Portuguesa entre Nós: Cambuquira à moda de Paraty

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O Museu da Língua Portuguesa marcou presença durante a FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu entre 25 e 29 de julho, com várias ações culturais que acompanham sua reconstrução: A Língua Portuguesa entre Nós.

As ações aconteceram na Casa de Cultura de Paraty, com exposições, apresentações musicais e palestras, no Auditório da Praça, com o sarau Inculta e Bela e em vários restaurantes da cidade, onde foram criados cardápios exclusivos para os visitantes da cidade inspirados na culinária dos países onde se fala português. Foi uma grande celebração pelo título récem-obtido por Paraty como Cidade Criativa da Gastronomia da UNESCO.

PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA / HABITANTES

  • Brasil – 207,848 milhões
  • Portugal – 10,350 milhões
  • Cabo Verde – 521 mil
  • Guiné-Bissau – 1,846 milhão
  • São Tomé e Príncipe – 190 mil
  • Guiné Equatorial – 759,451 mil
  • Angola – 25,022 milhões
  • Moçambique – 27,978 milhões
  • Timor-Leste – 1,185 milhão

A exposição da Casa de Cultura (até 02 de setembro de 2018) apresenta vários painéis com reproduções das comidas da língua portuguesa, típicas em Paraty com suas devidas atualizações culturais.

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Bolo de Saudades de Aipim

Hoje estava necessitando recuperar alguma coisa perdida no tempo. Quando estou assim sem saber o que estava perdido, sempre vou em busca do conforto culinário da minha casa materna. Um aroma, um sabor, um ruído de cozinha. Precisava de alguma ancoragem, algo que me trouxesse de volta para um tempo de alegria, proteção e prazeres descompromissados. A busca no passado de hoje estava relacionada com perdas maiores, perdas sem voltas.

Fui à feira livre da 5a feira da Rua Herculano de Freitas, em São Paulo. Comprei o que não precisava e também comprei aipim e coco ralado, precisava de aroma de bolo saindo do forno. Fui para cozinha fazer bolo de aipim. Fiz um bolo de aipim, acho que nunca tinha feito, mas fiz. O aroma do meu bolo assando foi igual ao aroma do bolo da minha casa materna em véspera da festa de São João. Encheu minha cozinha, encheu minha casa, encheu minha alma e recuperei algo perdido no tempo.

O sabor, na verdade, não me importava. O que precisava era da magia dos aromas para amenizar minhas perdas e resgatar-me boas lembranças de tempos perdidos, mas o bolo ficou bom, ficou sim.

Para meu irmão Deco, que nos deixou nesta madrugada pré-junina. Beijos!

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INGREDIENTES

  • 4 xícaras de aipim (macaxeira) ralado
  • 1 1/2 xícara de açúcar
  • 3 ovos
  • 1 copo americano de coco ralado fresco
  • 1 copo americano de leite de vaca
  • 400 ml de leite de coco (2 garrafinhas)
  • 100 g de manteiga com sal
  • 1 colher de sobremesa de fermento em pó

MODO DE PREPARO

  1. Preaqueça o forno a 180 oC;
  2. Unte uma assadeira quadrada (máximo 25 x 35 cm);
  3. Coloque todos os ingredientes no liquidificador, menos o aipim e o fermento em pó, e bata bem até formar uma massa lisa, pastosa e homogênea;
  4. Transfira a massa pastosa para uma tigela e vá adicionando o aipim ralado até formar uma massa lisa, espessa e homogênea;
  5. Por fim, adicione o fermento em pó, mexa delicadamente e transfira a massa espessa para a assadeira (como a massa é espessa, faça um leve sacudido na assadeira para deixá-la uniforme);
  6. Asse em forno baixo por cerca de 50 minutos (antes de retirar do forno teste para verificar se está assado);
  7. Deixe esfriar e desenforme.

Licor de Maracujá da Dona Terezinha

Na foto acima, o Licor de Maracujá da Dona Terezinha, que foi mexido com "Caralhinho" ou "Caralho", um instrumento usado na Ilha da Madeira na preparação da Poncha (uma espécie de  icor madeirense)

Na foto acima, o Licor de Maracujá da Dona Terezinha, que foi mexido com “Caralhinho” ou “Caralho”, um instrumento usado na Ilha da Madeira na preparação da Poncha (uma espécie de licor madeirense)

Os licores, dos mais variados sabores, são as bebidas típicas das festas juninas no Brasil, em especial no Norte e Nordeste. Uma presença certeira nas mesas do Santo António, São João e São Pedro.

Meu pai era um exímio fazedor de licor de jenipapo, que ficava um ano inteiro em potes de barro fermentando. Era sempre preparo um ano antes das festas. Tenho a receita, já reproduzir quase igual. Um dia encorajo-me à publica-la.

Aqui apresentamos uma receita muito simples da Dona Terezinha, que não precisa de fermentação. Rápida e fácil!

INGREDIENTES

  • 1 litro de uma boa cachaça
  • 8 maracujás
  • 3 xícaras de açúcar cristal
  • 2 litros de água
  • Cravo e canela a gosto

MODO DE PREPARO

  1. Fazer um suco das polpas dos maracujás, sem adicionar água ou açúcar. Coar e reservar;
  2. Ferver a água com o açúcar, o cravo e a canela até formar ponto de fio;
  3. Misturar tudo e mexer bem;
  4. Pronto! É forte, vá devagar!

Lenda dos Pães de Santo António

Andor da caminhada em celebração ao milagre dos pães Santo António, em Irará / Bahia - 2018

Andor da caminhada em celebração ao milagre dos pães Santo António, em Irará / Bahia – 2018

Santo António de Lisboa (ou de Pádua) é um dos santos mais populares de Portugal. O santo nasceu em Lisboa nos finais do século XII e o seu nome de batismo era Fernando de Bulhões, jovem religioso piedoso, que ingressou em 1210 na ordem de Santo Agostinho e mais tarde tornou-se frade franciscano.

Estando um dia no convento lisboeta de São Vicente, o jovem António condoeu-se dos pobres da cidade. Levado pela piedade, tirou os pães das cozinhas do seu convento e distribui-os pelos esfomeados que todos os dias esmolavam pelas ruas.

O farde despenseiro, porém, depressa deu pela cozinha vazia de pão. E como a fama caritativa de António já era conhecida, o frade interpelou-o, pedindo-lhe contas pelos pães que ele supostamente retirara.

Ide ver melhor a vossa despensa, irmão.”, respondeu-lhe Santo António, tranquilo. “Vereis que os pães estão no seu lugar.

Desconfiado e cético, o frade despenseiro assim fez. Mas qual não foi o seu espanto quando constatou que os pães estavam, de fato, na despensa do convento. Nascia assim o milagre dos pães de Santo António, nascendo também a lenda de Santo António, um dos mais afamados santos da igreja e um dos mais milagreiros, dizem as lendas.

Referência – Museu de Pão / Seia – Portugal

Caminhada em celebração ao milagre dos pães Santo António, em Irará / Bahia - 2018

Caminhada em celebração ao milagre dos pães Santo António, em Irará / Bahia – 2018

12º Dia – 12 de junho de 2018

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Ao Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis, e acendei neles o fogo do vosso amor.

Enviai o vosso Espírito, e tudo será criado.

E renovareis a face da terra.

Oremos: Ó Deus, que iluminais os corações de vossos fiéis com as luzes do Espírito Santo fazei que pelo mesmo Espírito saibamos o que é reto, e sempre gozemos de sua consolação. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

A Santo Antônio

Meu grande protetor Santo Antônio: apresento-me a vós, pedindo-vos me alcanceis de Deus o perdão dos pecados, o espírito de conversão, o crescimento no amor de Deus, e a perseverança no bem até o fim de minha vida. O que especialmente vos peço, é a seguinte graça: (diz-se o que se pede na Trezena). Se esta graça não for conveniente para minha salvação, alcançai-me a perfeita conformidade com a vontade de Deus. Santo Antônio, nestes dias que consagro a vossa honra, como em todos os dias de minha vida, fazei que eu conserve a graça e amizade de Deus, que dele nunca me afaste, e que enfim tenha a felicidade de amá-lo e gozá-lo para sempre em vossa companhia, na felicidade eterna do céu. Amém.

Oração do 12º Dia

Ó glorioso Santo Antônio, cuja língua bendita ensinou aos homens a louvarem a Deus, tende piedade de mim. Lembrai-vos, meu Santo protetor, que não foi só em vosso favor que Deus vos investiu de tanta glória e poder, foi também em meu benefício e para me animar a recorrer a vós em todas as necessidades da alma; defendei-me nas tentações, ajudai-me nos combates, e quando soar a hora da minha morte, permanecei junto de mim para me introduzir na eterna bem-aventurança, onde me será dado contempla-vos e agradecer-vos no seio de Deu, junto à Santíssima Virgem, em companhia dos Anjos e dos Santos. Concedei-me, enfim, a graça que vos peço nesta trezena, mas concedei-me sobretudo uma completa conformidade com a Santíssima vontade de Deus. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.


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