Dia de Reis – Bolo de Reis

 Reprodução/Pixabay

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DIA DE REIS

O Dia de Reis, segundo a tradição cristã, seria aquele em que Jesus Cristo recém-nascido recebeu a visita dos três Reis Magos do oriente, Melchior, Gaspar e Baltazar. Ocorreu no dia 6 de janeiro, sendo uma tradição surgida no século VIII. Nesta data encerram-se para os católicos os festejos natalícios, sendo o dia em que são desarmados os presépios, árvores e todos os enfeites do natal.

Em Portugal e Galiza, o Bolo-Reis ou Bolo de Reis possui grande tradição e é confeccionado com um brinde e uma fava. A pessoa que encontrar a fava deve trazer o Bolo de Reis no ano seguinte. Por todo o país, as pessoas costumam “cantar as janeiras”, “cantar os Reis” ou as “reisadas”, de porta em porta. São convidadas a entrar para o interior das casas, sendo-lhes oferecidas pequenas refeições como doces, salgados, charcutarias e vinhos. Neste dia eram também muito comuns os autos dos Reis Magos, peças de teatro popular.

No Brasil, a tradição tem muito do que se faz em Portugal. A festa é comemorada com doces, comidas típicas e Companhias de Reis (grupo de músicos e dançarinos) nas festas da Folia de Reis.

Em alguns países, como Espanha, as crianças deixam sapatos na janela cheios de capim, antes de dormir, para que os camelos dos Reis Magos possam se alimentar e retomar viagem. Em troca, os Reis Magos deixam doces. Também é preparado o Bolo de Reis.

Na França e em Quebec (Canadá), comem-se o Galette des Rois (Bolo de Reis), que contém um brinde no seu interior. O bolo vem acompanhado de uma coroa de papel e quem encontrar o brinde na sua fatia, será coroado e terá de oferecer o bolo no ano seguinte.

BOLO DE REIS

A origem do Bolo de Reis remonta ao tempo dos romanos, que tinham por hábito eleger o rei da festa durante os banquetes festivos, feito tirando à sorte com favas, também designado de rei da fava. A Igreja Católica aproveitou o fato de os banquetes serem no mês de dezembro e decidiu relacioná-los com a natividade, tornando o dia 6 de janeiro o Dia de Reis e simbolizando por uma fava introduzida num bolo, cuja receita se desconhece atualmente.

O Bolo de Reis atual teria surgido na corte de Luís XIV, França, para as festas do ano novo e do Dia de Reis. Com a Revolução Francesa, em 1789, o Bolo de Reis foi proibido, só que os confeiteiros, que não quiseram perder o negócio, em vez de o eliminarem decidiram continuar a confeccioná-lo mudando-lhe o nome para Gâteau dês Sans-culottes.

O Bolo de Reis popularizado em Portugal no século XIX segue uma receita originária do sul de Loire (uma região da França). É um bolo em forma de coroa feito de massa fermentada. A primeira casa onde se vendeu Bolo de Reis em Portugal foi a Confeitaria Nacional, em Lisboa, por volta de 1870. Aos poucos, outras confeitarias da cidade passaram também a fabricar o Bolo de Reis, originando assim várias versões diferentes. No Porto, foi introduzido em 1890, por iniciativa da Confeitaria Cascais, segundo uma receita que o proprietário, Francisco Júlio Cascais, trouxera de Paris.

Com a proclamação da república portuguesa, em 5 de outubro de 1910, a existência do Bolo de Reis ficou em risco por causa do nome conter a palavra “rei”. De acordo com a lógica vigente, deixando este símbolo (o rei) de existir na hierarquia nacional, também no nome do bolo deveria desaparecer. Os confeiteiros continuaram a fabricar o bolo sob outra designação. Os menos criativos deram-lhe o nome de “Ex Bolo de Reis”, mas a maioria chamou-lhe “Bolo de Natal” ou “Bolo de Ano Novo”. Descontentes com estas designações, alguns republicanos passaram a chamar-lhe “Bolo Presidente” ou mesmo “Bolo Arriaga”.

NO BRASIL

O que temos atualmente no Brasil são receitas que partem de um bolo tradicional, com frutas cristalizadas e especiarias. Nosso Bolo de Reis é um bolo de frutas secas, muito distante das suas origens. O produto tradicional apresenta fermentação biológica (tipo pão) e não usa o fermento químico (tipo Royal). Ao longo do tempo fomos nos afastando das tradições francesa e portuguesa, perdendo a verdadeira identidade do Bolo de Reis.

Lembro muito bem das padarias da minha infância, época em que o panetone não tinha dominado as mesas natalinas do país, que vendiam um produto chamado “Pão de Natal”. Era em formato de rosca, com frutas cristalizadas e muito “melado” por cima, com uma cobertura de cremes, açúcar e frutas. Tinha um aroma, um perfume que anunciava as festas de final de ano. Estava sempre presenta à mesa, em destaque no natal, ano novo e reis. Curiosamente nunca era partido nas noites das festas, mas o café da manhã do dia seguinte era garantido com nosso Bolo de Reis, apelidado de Pão de Natal.

Receitas PORTUGUESAS nos links abaixo (com fermentação biológica):

https://www.caestamosnos.org/pesquisas_HLR/bolo_rei.htm

https://www.mulherportuguesa.com/receita/bolo-de-rei/

https://www.pingodoce.pt/receitas/bolo-rei-caseiro/

http://www.docesregionais.com/bolo-rei-tradicional/

 http://www.dulcerodrigues.info/gastro/pt/natal/bolo_rei_pt.html

Receitas BRASILEIRAS nos links abaixo (com fermentação química):

https://www.panelinha.com.br/receita/Bolo-de-Reis

 https://anamariabraga.globo.com/receitas/bolo-de-reis-0000

 https://www.tudogostoso.com.br/receita/123957-bolo-de-reis.html

 https://www.receitasnestle.com.br/receitas/bolo-dos-reis

 https://www.receitasdemae.com.br/receitas/bolo-de-reis/

 https://mdemulher.abril.com.br/receitas/bolo-de-reis/

De Frango

De Frango, algo novo na mesa do Natal …

Frango desfiado e temperado, molho de tomate, creme de leite, uva verde sem caroço, pimenta biquinho, tomate, pimentão, cebola, coentro, orégano, sal e pimenta do reino. Tudo picadinho e a gosto na panela. Fogo até ferver bem e apurar.

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Bolo de Cenoura do Jucimar

Na nossa ceia de Natal sempre tem alguns pratos que entraram pelas mãos da 2a geração da família. Muito além do peru, do arroz, da farofa e da salada de batatas, meu irmão Jucimar foi um dos que introduziram novidades à ceia. O Bolo de Cenoura é um sucesso, já está presente fazem anos e já virou tradição. Já tem até receita digitalizada para que possa ficar para todas as gerações, que também já estão metendo a colher (de pau) na ceia.

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É esse é o João, 4a geração, aqui abraçado no Bolo de Cenoura, que já ensaia sua receita de doce para as próximas ceias.

É esse é o João, 4a geração, aqui abraçado no Bolo de Cenoura, que já ensaia sua receita de doce para as próximas ceias.

 

 

Vinagrete Cozido da Celinha

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INGREDIENTES

  • 250 g de peito de peru defumado
  • 1 pimentão vermelho
  • 1 pimentão amarelo
  • 1 cebola
  • 5 colheres de sopa de azeitonas verdes
  • Azeite de oliva extravirgem

MODO DE PREPARO

  • Picar todos os ingredientes bem miudinhos;
  • Colocar em uma panela e cobrir com azeite de oliva extravirgem;
  • Cozinhar por cerca de 25 minutos, com a panela tampada e mexendo sempre. Necessário ferver bem;
  • Adicionar mais azeite de oliva extravirgem durante o cozimento;
  • Retirar do fogo, deixar esfriar e colocar na geladeira;
  • Sirva com pão, torrada, beiju, tapioca.

Manjericão da Dona Iris

O manjericão do quintal da Dona Iris. Um buquê de aromas e afeto da Mãe Iris.

O manjericão do quintal da Dona Iris. Um buquê de aromas e afeto da Mãe Iris.

Tasquinha

Restaurante Tasquinha O 34, na Rua da Gala, 34, Coimbra, Portugal. Lugar simples com comida super caseira que muda o cardápio todo dia. 5a feira é dia do Cozido Português. Que sabor! 4,80 euros, um prato tamanho giganteeeeeee!!! Dona Paula, só no comando, nem sabe a idade da casa. Tem balcão e mesas. Delicia comer comida de Portugal caseira no balcão. 

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O BRIOCHE DE VENDÉE

É uma tradição de Vendée (França) onde o padrinho e a madrinha oferecem um brioche artesanal de 12 kg aos recém-casados. Esta tradição continua até hoje. O brioche é então compartilhado com os convidados por volta da meia-noite durante o baile. Apresentado em uma bandeja, é carregado pela noiva e pelo noivo. Todo o grupo de convidados dança e passa por baixo da bandeja do brioche. Em seguida assumem o lugar dos noivos para carregar o brioche antes de ser comido.

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Você que tirou fotos no museu ou conhece alguém que visitou o museu pode ajudar …

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Na noite de 2 de setembro de 2018, um incêndio de grandes proporções atingiu a sede do Museu Nacional na Quinta da Boa Vista (RJ), destruindo quase a totalidade do acervo histórico construído ao longo de 200 anos, e que abrangia cerca de vinte milhões de itens catalogados. Além do seu rico acervo, também o edifício que abrigava o Museu, antiga residência oficial dos Imperadores do Brasil, foi extremamente danificado com rachaduras, desabamento de sua cobertura, além da queda de lajes internas.

Um dos desafios mais imediatos é recuperar e preservar imagens do prédio e do acervo, cuja memória visual são agora nosso principal patrimônio. Você que tirou fotos no museu ou conhece alguém que visitou o museu pode ajudar: crie uma conta no Wikimedia Commons e carregue fotos de relevância.

Editores da Wikipédia estão em contato com curadores do acervo do Museu Nacional para conseguirmos carregar livremente imagens do acervo. Isso inclui imagens técnicas, obras raras e documentação científica.

Parabéns a Wikipédia pela iniciativa. Compartilhem!

Mais informações no endereço abaixo.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipédia:Comunicado_sobre_o_Museu_Nacional

CORDEL

[19 set 18] A LITERATURA DE CORDEL, acaba de ser reconhecida com PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL, protegida pelo IPHAN.

Cordel é de herança portuguesa, uma manifestação artística introduzida por eles no Brasil no final do século XVIII. O nome pode ter origem na forma como tradicionalmente os folhetos eram expostos para venda, pendurados em cordas, cordéis ou barbantes em Portugal.

É uma manifestação literária tradicional da cultura popular brasileira, mais precisamente do interior nordestino, com muita força nos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Pará, Rio Grande do Norte e Ceará. Viva!

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Penne Almoço

Penne integral + cenoura e brócolis cozidos no vapor e picadinhos + milho cozido + frango desfiado. Refoga tudo com azeite de oliva extravirgem. Servir com muito parmesão ralado.

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