Batidas de Pitanga

Batida de pitanga (de preferência colhida na hora do seu jardim) com açúcar de coco (Copra). É uma delícia! (Do repertório etílico afetivo do Joca, de Campina Grande)

Batida de pitanga (de preferência colhida na hora do seu jardim) com açúcar de coco (Copra). É uma delícia! (Do repertório etílico afetivo do Joca, de Campina Grande)

Pitanroska, a batida de pitanga feita na coqueteleira e depois coada. O detalhe é bater uma folhinha dentro, ela perfuma o drink de maneira muito especial, pode-se usar esse recurso também no suco. A folha de pitanga era usada no sul da Bahia para perfumar as casas quando tinha festas, jogava-se no chão e os convidados iam perfumando a casa. Não é lindo isso? Li num livro de Jorge Amado e adorei! (Do repertório etílico afetivo do Joca, de Campina Grande)

Pitanroska, a batida de pitanga feita na coqueteleira e depois coada. O detalhe é bater uma folhinha dentro, ela perfuma o drink de maneira muito especial, pode-se usar esse recurso também no suco. A folha de pitanga era usada no sul da Bahia para perfumar as casas quando tinha festas, jogava-se no chão e os convidados iam perfumando a casa. Não é lindo isso? Li num livro de Jorge Amado e adorei! (Do repertório etílico afetivo do Joca, de Campina Grande)

 

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Carne Marinada com Arroz

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Comidinha rápida, simples, prática e muito saborosa. É só programar com antecedência para marinar a carne.

INGREDIENTES

  • 1/2 kg de carne de 1a cortada em pequenos cubinhos
  • 3 colheres de sopa de mostarda
  • 3 colheres de sopa de ketchup
  • 5 colheres de sopa de molho inglês
  • 4 colheres de sopa de mel
  • 2 copos de arroz (aquele copo clássico de cerveja)
  • 3 cenouras em rodelas
  • Azeite de oliva extravirgem, alho, cebola, pimentão, tomate, cebolinha, coentro, sal e pimenta do reino, tudo a gosto

MODO DE PREPARO

  • Misture bem a carne com o alho (socado), a mostrada, o ketchup, o molho inglês, o mel, o azeite de oliva extravirgem, a pimenta do reino e o sal;
  • Coloque na geleira, coberto, por cerca de 8 horas para marinar;
  • Lave o arroz, reserve
  • Coloque água para ferver;
  • Corte a cebola em fatais e frite no azeite de oliva extravirgem até dourar (em panela de pressão);
  • Adicione a carne marinada, dourar levemente;
  • Adicione o arroz e as cenouras em rodelas, mexer bem;
  • Adicionar a cebolinha e o coentro (bem picados) e os pimentões e os tomates (em fatias), mexer bem;
  • Acrescente água fervente até cobrir o arroz + carne (um dedo, acima). Mexa bem e tampe a panela de pressão;
  • Mantenha em fogo baixo, quando levantar a pressão cozinhe por mais 5 minutos;
  • Desligue o fogo e deixe a pressão sair para abrir a panela;
  • Deve ficar com uma aparência cremosa, com muito molho. Ajuste o sal, se necessário;
  • Se preferir cozinhe mais um pouco (sem pressão) para concentrar mais o caldo.

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Caipirosca de Umbu

www.cerratiga.org.br - Umbuzeiro – a árvore do umbu (Foto: DoDesign-s) -

www.cerratiga.org.br – Umbuzeiro – a árvore do umbu (Foto: DoDesign-s)

Intitulado por Euclides da Cunha como a “árvore sagrada do sertão”, o umbuzeiro é também conhecido como imbuzeiro (nome cientifico: Spondias tuberosa). O seu fruto é o umbu ou imbu. A palavra que lhe deu esse nome é o “ymbu”, de origem tupi-guarani, que significa “árvore que dá de beber”, uma referência a sua característica de armazenamento de água, especialmente da raiz, qualidade necessária para sobrevivência nos longos períodos de seca no seu habitat natural, a Caatinga. A planta pode alcançar sete metros, tem tronco curto e copa em forma de guarda-chuva. As flores são brancas, agrupadas, perfumadas, com néctar que é retirado pelas abelhas para se alimentarem e produzirem mel.

O fruto é pequeno e arredondado, de casca lisa ou com pequenos pelos, que lhe conferem uma textura levemente aveludada. Com cheiro doce e sabor agradável, levemente azedo, o umbu tem a coloração verde-amarelada. Grande parte da sua composição é aquosa e possui consideráveis propriedades nutricionais, sendo rico em vitamina C. É muito apreciado para consumo humano in natura ou beneficiado, na produção de polpas de fruta, sorvetes, geleias e doces. Vale salientar que o fruto maduro dura no máximo dois ou três dias, o que dificulta o consumo in natura. O fruto e a folha do umbuzeiro também são utilizados na alimentação animal.

Como a maioria das plantas na Caatinga, o umbuzeiro perde todas as suas folhas nos períodos de seca, mas volta a florescer assim que começam a cair as primeiras chuvas. A frutificação segue o mesmo percurso, estando os frutos maduros 60 dias após a abertura das flores.

www.cerratinga.org.br - Umbu, frutos (Foto: DoDesign-s)

www.cerratinga.org.br – Umbu, frutos (Foto: DoDesign-s)

As raízes do umbuzeiro, em formato de batatas, podem ser utilizadas na culinária popular e apresentam um sabor adocicado. As populações tradicionais utilizam o suco da raiz nos casos de escorbuto, doença que tem como sintomas hemorragias nas gengivas em decorrência de carência grave de vitamina C. Em períodos de estiagem forte, a água armazenada nas raízes pode ser consumida por pessoas e animais. Ainda se atribui a ela propriedades medicinais antidiarreicas.

O texto acima e do site www.cerrantinga.org.br.

Umbu faz parte da infância de todo nordestino. Uma sobremesa, uma merenda, uma frutinha que comemos (ou chupamos?) sem fome, por brincadeira, distração ou para ocupar o tempo sob a sobra do umbuzeiro. É também vendido em feira livres, nas festas de largo (dos santos padroeiros) ou pelas ruas das cidades nordestinas. É fruta de verão, tem gosto de férias. Nossas mães transformam o umbu em doces e umbuzadas (umbu cozido inteiro, espremido para tirar o caroço e toda polpa, adicionado de açúcar, muito acúcar, e depois misturado ao leite de vaca). Quando crescemos transformamos umbu em caipiroscas (receita abaixo) e continuamos nos deliciando com essa preciosidade da caatinga, enlouquecendo no sabor e nas memórias de infância.

- Em um copo grande, muito grande, coloque os umbus (maduros) até a metade; - Com ajuda de um machucador de madeira soque bem os umbus, até retirar os caroços e formar uma polpa bem consistente; - Adicione um boa vodka (na medida da sua resistência etílica); - Adicione açúcar a gosto; - Complete o copo até a boca com gelo picado; - Misture tudo; - Enlouqueça de prazeres degustativos; - Repita quantas vezes suportar; - Não dirija.

– Em um copo grande, muito grande, coloque os umbus (maduros) até a metade;
- Com ajuda de um machucador de madeira soque bem os umbus, até retirar os caroços e formar uma polpa bem consistente;
- Adicione um boa vodka (na medida da sua resistência etílica);
- Adicione açúcar a gosto;
- Complete o copo até a boca com gelo picado;
- Misture tudo;
- Enlouqueça de prazeres degustativos;
- Repita quantas vezes suportar;
- Não dirija.

Iemanjá

Iemanjá

Galinha Marinada com Cenoura, Couve e Farofa

Galinha Marinada com Cenoura, Couve e Farofa

Galinha Marinada com Cenoura, Couve e Farofa

Além dos ingredientes descritos abaixo, para o preparo da Galinha Marinada com Cenoura, Couve e Farofa, o ingrediente PACIÊNCIA é fundamental no preparo desse prato. O abre e fecha do forno para retirar e repor a assadeira requer paciência, mas o resultado final é compensador.

1 – INGREDIENTES

Para o Frango:

  • 6 Sobrecoxas de galinha, sem pele e sem gordura
  • 6 dentes de alho socados
  • 8 colheres de sopa de melaço de cana (ou mel)
  • 8 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem
  • Suco de 1 limão siciliano grande
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Paro os Complementos:

  • 2 cenouras grandes raladas
  • 1 cebola média cortada em fatias
  • 1 cebola roxa média cortada em fatias
  • 8 folhas de couve picada em tiras
  • Farinha de mandioca

2 – MODO DE PREPARO

Etapas da Galinha Marinada com Cenoura, Couve e Farofa

Etapas da Galinha Marinada com Cenoura, Couve e Farofa

  • Misture todos os ingredientes da galinha e deixe marinar por uma noite em geladeira;
  • Coloque as sobrecoxas com todo o caldo em uma assadeira, cubra com papel alumínio e coloque me forno baixo por cerca de 40 min;
  • Retire o papel alumínio, adicione as cebolas e mantenha em forno baixo por cerca de 20 min;
  • Adicione as cenouras raladas e mantenha em forno baixo por cerca de 10 min;
  • Por fim, adicione a couve picada, regue com mais azeite de oliva extravirgem, polvilhe um pouco de pimenta-do-reino, cubra com o papel alumínio e mantenha em forno baixo por cerca de 15 min;
  • Retire do forno, separe a galinha e a couve um uma travessa (adicione junto um pouco da cebola e da cenoura);
  • Com o caldo restante, adicione farinha de mandioca até formar uma farofa bem molhadinha;
  • Sirva quente.

3 – DICAS

  • Os tempos de forno descritos acima são estimativas, depende do tipo do forno e do tamanho das sobrecoxas. O ideal é controlar também pelo cozimento visual das sobrecoxas;
  • Cuidado com o vapor ao retirar o papel alumínio das etapas acima.
Galinha Marinada com Cenoura, Couve e Farofa

Galinha Marinada com Cenoura, Couve e Farofa

Arroz da Meeta, da Nina Horta, meu e de quem mais desejar

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Adoro arroz!

Na Bahia nosso arroz é cozido e escorrido como macarrão. Minha mãe usava a água escorrida para engrosssar sopas, engomar roupas ou ainda servia como “santo remédio” para quem estava com “dor de barriga”. Nunca conseguir fazer arroz de outra forma que não fosse de acordo o processo materno. Hoje, após passar pela página 134 do livro O Frango Ensopado da Minha Mãe (Nina Horta – Companhia das Letras), arrisquei experimentar a receita do Arroz da Meeta (ou da Nina, também). Bem fácil, com ingredientes fáceis disponíveis em qualquer cozinha.

A primeira impressão foi ótima. Quando a pressão da panela subiu, subiu também um perfume enebriante pela cozinha, pela casa. Uma mistura da Bahia, da Índia, da minha infância. Difícil foi esperar acabar toda a pressão da panela, conforme manda a receita, conforme devemos obedecer.

A segunda impressão, ao abir a panela, foi de um beijo no estomago. Encontrei um arroz amarelinho clarinho, molinho, com um sabor perfumado e cozido no tempo certo. Come-se sem nada, acreditem.

Agora tenho outra forma de fazer arroz!

 1 – INGREDIENTES

  •  2 copos de arroz bem lavado, escorrido e seco
  • 100 gramas de manteiga (usei com sal)
  • 1 folha de louro
  • 4 cravos-da-índia
  • 6 grãos de pimenta-do-reino
  • 1 canela em pau

2 – MODO DE PREPARO

  • Derreta a manteiga em uma panela de pressão;
  • Junte a folha de louro, os cravos-da-índia, os grãos da pimenta-do-reino e a canela em pau, mexa;
  • Misture o arroz;
  • Acrescente água fervente até cobrir o arroz (um dedo, acima);
  • Tampe a panela e quando pegar pressão deixe cozinhar por 5 minutos;
  • Desligue o fogo e não abra a panela até acabar a pressão.

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Galinha Ensopada de Quintal com Pirão

Galinha de Quintal Ensopada

Galinha de Quintal Ensopada

Galinha não é só comida de domingo na Bahia. Pode ser da 2a, da 5a, do sábado ou de qualquer dia da semana. Quando o almoço é na casa da comadre, a galinha ensopada adquire outro sabor, outro ritual. A galinha da Dina, a galinha ensopada feita pela Dina, é criada solta e alimentada com o que está disponível no quintal. O diferencial é fazer um pirão com farinha de mandioca com o caudaloso caldo do ensopado. O tempero melhor é a companhia da comadre, da afilhada e dos amigos à mesa. A receita é de cozinha e sem quantidades, pois quantidades, nesse tipo de comida, é medida pela mão, pelo olho e pelo coração.

1 – INGREDIENTES

  • Uma galinha de quintal (inteira e com os miúdos);
  • Tomate, cebola, pimentão, coentro, cebolinha, alho, limão, azeite de oliva extravirgem, pimenta do reino e sal;
  • Farinha de mandioca da Bahia.

2 – MODO DE PREPARO

  • Corte a galinha em pedaços (não dispense os pés, o pescoço e o sobrecu) e inclua os miúdos (coração, moela, etc.);
  • Leve bem com água e muito limão, reserve;
  • Adicione o tomate, a cebola e o pimentão picados e o alho socado, misture bem;
  • Adicione o azeite de oliva extravirgem, a pimenta do reino e o sal, misture bem;
  • Deixe marinar por cerca de 30 minutos;
  • Adicione água e cozinhe em fogo brando até formar uma caldo caudaloso (adicione mais água durante o cozimento / O coentro e a cebolinha devem ser acionados no final do cozimento);
  • Desligue o fogo, finalize com mais azeite de oliva extravirgem e retire a galinha da panela com ajuda de uma escumadeira, deixando todo o caldo;
  • Ligue o fogo (baixo) e vá adicionando, lentamente, a farinha de mandioca ao caldo, mexendo bem para não criar grumos, até formar um pirão consistente;
  • Sirva quente com arroz.

Atenção:

Dos ingredientes da galinha de quintal faltou o hortelã graúdo, que vai no final junto com o coentro e a cebolinha, numa porção bem generosa. Mas, o que dá gosto a comida é fazer com o intento, com um propósito. Neste dia o propósito era acolher com o sabor da terra um amigo muito amado, além de compadre.
Beijo. Dina

Pirão do Caldo da Galinha de Quintal

Pirão do Caldo da Galinha de Quintal

Cavaco

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Cavaco é a mistura sublime de farinha de trigo, gordura e açúcar. Lembra um pastel sem recheio, um rabinho de tatu sem carne ou uma banana real sem banana. É uma massa fininha, frita, crocante, com bolhinhas delicadas e crocantes, polvilhadas com generosas quantidades de açúcar e canela.

Nas minhas lembranças cavaco era merenda de criança, feito na hora, comido quase quentinho com muito açúcar e canela. Minha mãe fazia com uma habilidade certeira, rápido, sem pensar e sem receita. Tudo medido na mão e no coração.

Tinha perdido na memória os cavacos das minhas tardes de infância em Feira de Santana, na Bahia. O reencontro foi em uma padaria do Rio Vermelho, em Salvador. Agora cavacos são vendidos em padarias. Saíram das cozinhas para os balcões das padarias, e assim vamos garantindo, de alguma forma, a sobrevivência desta receita simples feita para acalmar, nem que fosse por alguns minutos, crianças em tardes quentes.

A receita abaixo foi uma pesquisa feita na internet. Não tenho a receita da minha mãe, mas tenho gravado na alma o sabor, o aroma, a textura e especialmente as lembranças dos dias que eram feitos cavacos na cozinha da minha casa materna.

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1 – INGREDIENTES

  • 300 g de farinha de trigo
  • 1 xícara de água morna
  • 1 pitada de sal
  • Óleo para fritar
  • Açúcar e canela para polvilhar

2 – MODO DE PREPARO

  • Em uma recipiente grande coloque a farinha de trigo, o sal e a água;
  • Misture bem até formar uma massa lisa e homogênea;
  • Deixe descansar por cerca de 20 minutos;
  • Abra a massa com um rolo e corte no formato desejado;
  • Frite em uma frigideira com óleo bem quente;
  • Deixe descansar em papel toalha para retirar o excesso de óleo;
  • Polvilhe com açúcar e a canela, a gosto.

 

Bolo de Vatapá

Bolo de Vatapá

Bolo de Vatapá

O Bolo de Vatapá é uma variação do Bolinho Salgado de Vatapá. Alteramos alguns ingredientes e usamos assadeira. O resultado em sabor é um vatapá em formato de bolo de assadeira.

Fazer vatapá é um ato de afeto e amor à cozinha, uma comida afro-baiana, que requer dedicação, paciência e força fisíca para mexer a panela por algumas horas. As variações feitas em formatos de bolinhos e de bolos são práticas e rápidas, amenizando nosso desejo incontrolável do sabor dessa delicia, amada por baianos e não baianos.

Fui fazendo e cantando a receita para João Henrique, meu sobrinho bisneto, meu escritor de receitas.

João, o escritor da receita

João, o escritor da receita

1 – INGREDIENTES

  • 500 g de farinha de trigo com fermento Dona Benta
  • 200 ml de leite de coco
  • 600 ml de leite de vaca
  • 200 g de camarão seco
  • 100 g de castanha de cajú torrada
  • 100 g de amendoim torrado
  • 12 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem;
  • 5 colheres de sopa de azeite de dendê
  • 5 colheres de sopa de manteiga
  • 1 cebola grande
  • 1 pimentão verde
  • 2 tomates maduros
  • 5 dentes de alho
  • 4 ovos
  • Coentro, cebolinha, sal e gengibre a gosto

2 – MODO DE PREPARO

Bolo de Vatapá no forno

Bolo de Vatapá no forno

  • Preaqueça o forno a 180 oC;
  • Unte e polvilhe uma assadeira retangular;
  • Bata os ovos em ponto de neve e adicione as genas, reserve;
  • Bata todos os ingredients no liquidificador, exceto e farinha de trigo com fermento, até formar uma massa cremosa;
  • Transfira a massa cremosa para um recipiente e e adicione a farinha, mexendo vigorosamente (essa etapa pode ser em batedeira);
  • Por fim adicione os ovos batidos, mexendo delicadamente até formar uma massa lisa e uniforme;
  • Transfira a massa para assadeira;
  • Asse em forno a 180 oC até dourar a superficie.

3 – DICAS

  • Use o camaração seco inteiro, retirando apenas os olhos;
  • Amendoim e castanha sem cascas;
  • Para obter uma cor mais brilhante, pincela 2 gemas sobre a superficie do bolo cerca de 10 minutos antes de retirar do forno.

Bolo Cremoso de Arroz

Bolo Cremoso de Arroz.

Bolo Cremoso de Arroz.

Arrumando gavetas encontrei uma receita escrita em um pedacinho de papel com letra de antigamente. Uma letra clara, clássica, provavelmente de alguém que fez uso dos famosos livros de caligrafia. Não lembro quem me deu, mas tinha outra curiosidade na receita do Rocambole de Arroz que me chamou muito atenção: ela foi datada em 20 de maio de 2009, quase 7 anos. Adoro datas! É muito bom saber quando algo foi escrito, quando recebemos alguma coisa, quando… quando…

Deixei a arrumação das gavetas para outro dia e fui direto à cozinha para fazer o rocambole. Como sempre não resisti a tentação de mudar alguma coisa, então, substituir o óleo por manteiga e adicionei um ovo. O Resultado final é muito bom. Para mim não é um rocambole, é um bolo cremoso. Casquinha crocante, base firme, laterais crocantes e um miolo cremoso e muito macio. O sabor é bem suave e leve. Achei ideal para lanches ou para acompanhar frangos e carnes em refeições.

A receita encontrada em uma gaveta (de 20/05/2009).

A receita encontrada em uma gaveta (de 20/05/2009).

1 – INGREDIENTES

  • 2 xícaras de arroz cozido
  • 2 xícaras de leite de vaca
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1/2 xícara de manteiga derretida
  • 100 gramas de queijo parmesão ralado
  • 1 ovo
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • Sal a gosto

2 – MODO DE PREPARO

  • Preaqueça o forno a 180 oC;
  • Unte e enfarinhe uma assadeira (+/- 28 x 20 cm);
  • Cozinhe o arroz;
  • Coloco todos os ingredientes no liquidificador, exceto o fermento em pó, e bata bem até formar uma massa lisa e homogênea;
  • Adicione o fermento em pó e bata levemente;
  • Transfira a massa para uma assadeira untada e enfarinhada;
  • Asse em forno a 180 oC por cerca de 90 min, ou ate formar uma casca dourada na superfície do bolo.
Massa lisa e homogênea.

Massa lisa e homogênea.

O bolo cremoso de arroz saindo do forno.

O bolo cremoso de arroz saindo do forno.

3 – DICAS

  • O bolo deve ficar com um miolo cremoso e compacto;
  • Controle o tempo de forno de cerca 90 minutos.
O miolo cremoso e compacto.

O miolo cremoso e compacto.


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