Grão de Bico Metido a Cassoulet, Farofa de Vagem e Ovo e Arroz Baiano

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Estar em Paranapiacaba (pt.wikipedia.org/wiki/Paranapiacaba – fotos abaixo) é um convite para o prazer de cozinhar. Neste inverno quente e sem graça, é meu programa preferido nesta cidade linda, histórica, especial e ainda quase desconhecida e abandonada. Hoje, dia de inverno com sol de verão baiano, com friozinho ao amanhecer e ao entardecer, com visitas de amigos e de mães de amigos, foi mais que especial preparar o almoço, sem muito planejamento, com o tínhamos para o momento.

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O cardápio foi um grão de bico metido a cassoulet, uma farofa de vagem e ovo (que nunca tínhamos feito antes, saiu meio que na hora) e arroz baiano.

Abaixo as receitas, que mais uma vez a quantidade dos ingredientes não é a parte mais importante.

GRÃO DE BICO METIDO A CASSOULET

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1 – INGREDIENTES

  • 500 g de grão de bico
  • Carnes secas (charque, lombinho de porco, bacon e linguiça calabresa defumada), a gosto
  • 4 cebolas
  • Uma cabeça de alho
  • 4 tomates maduros
  • 4  cenouras
  • 1 pimentão medio
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Sal

2 – MODO DE PREPARO

As fotos abaixo apresentam a seguencia do modo de preparo.

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  • Cortar o bacon miudinho e fritar em fogo baixo com um pouco de azeite de oliva extravirgem;
  • Adicionar a cebola picada e o alho socado, fritar;
  • Reservar umas 4 colheres de sopa do bacon frito na cebola e alho, que serão usadas na farofa;
  • Adicionar o charque em pedaços, refogar, em seguida acrescentar o lombinho de porco (em pedaços), que também deve ser refogado, e o pimentão em pedaços;
  • Acrescentar o grão de bico (que deve ter ficado de molho em água por uma noite), refogar;
  • Adicionar água suficiente para cobrir o grão de bico e as carnes, deixar cozinhar até levantar fervura e adicionar a linguiça em rodelas e as cenouras também em rodelas;
  • Acrescenta os tomates em pedaços e deixar cozinhar até o grão de bico ficar molinho. Se necessário adicionar mais água durante o cozimento;
  • Ajustar o sal, se necessário, desligar o fogo e colocar uns fios de azeite de oliva extravirgem.

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FAROFA DE VAGEM E OVO

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1 – INGREDIENTES

  • Umas 4 colheres do bacon, cebola e alho reservadas do cassoulet
  • Farinha de mandioca
  • 6 ovos
  • Vagem, a gosto
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Sal

2 – MODO DE PREPARO

  • Adicionar o azeite de oliva extravirgem no bacon reservado, fritar mais um pouco;
  • Acrescentar as vagens, previamente fermentadas, fritar;
  • Acrescentar os ovos já mexidos, cozinhar e adicionar a farinha de mandioca em quantidade suficiente para deixar a farofa molhadinha, ajustar o sal e cozinhar mais um pouco.

ARROZ BAIANO

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O arroz baiano deve ser cozido, após lavado, em muita água, como é cozido macarrão. Ajustar o sal, deixar cozinhar bem, bem mesmo, devendo ficar “empapado”. Desligar o fogo e escorrer o arroz exatamente como fazemos com macarrão. Transferir para um refratário, ainda quente, e adicionar azeite de oliva extravirgem.

Visitem Paranapiacaba!

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Costela no Bafo

Costela no bafo do Restaurante Cantinho do André – Paraty (RJ). Vejam a panela!!

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Bolo de Frutas Secas e Sementes (do Joca)

De Campina Grande, com tarde geladinha de 18 oC, uma receita de bolo de frutas secas e sementes. Receita da cozinha do Joca Guedes.

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1 – INGREDIENTES

  • 1 xícara de frutas cristalizadas
  • 1 xícara de damasco
  • 1 xícara de passas
  • 1 xícara de tâmaras
  • 1 xícara de nozes
  • 1 xícara de amêndoas
  • 1 xícara de farinha de trigo
  • 1 xícara de açúcar mascavo
  • 4 ovos grandes
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • Raspas de uma casca de laranja
  • 1 colher de sopa de fermento

2 – MODO DE PREPARO

  • Misturar bem as frutas secas e as sementes, que devem ser partidas e picadas grosseiramente;
  • Bater os ovos inteiros com o açúcar e a manteiga até formar uma massa homogênea;
  • Adicionar a farinha, a mistura de frutas secas e sementes e as raspas da casca da laranja, misturar bem e por fim adicionar o fermento;
  • Levar ao forno pré aquecido a 160 oC, em forma untada, por aproximadamente 30 minutos.

3 – DICAS

  • É um bolo seco, note que não leva líquidos, mas caso seja adepto de um bolo mais úmido, faça uma calda com 1 xícara de açúcar e 1 xícara de conhaque, leve ao fogo até derreter (cuidado que o conhaque é inflamável) e é só pincelar toda a calda no bolo;
  • As sementes podem ser todas substituídas pelo que tiver, como por exemplo, castanhas do Pará e castanhas de cajú. O mesmo vale pras frutas secas (ameixas, passa de cajú, passas brancas, figos, etc.). É só assegurar a proporção, visto que leva pouquíssima farinha;
  • E com um café bem forte, é uma beleza!

Sopa dos Talos das Cenouras

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Visitar feiras livres é sempre uma boa oportunidade para escolher e comprar o que precisamos, e especialmente o que não precisamos de imediato. Quando a feira é orgânica multipla-se o desejo. São Paulo tem uma ótima feirinha de orgânicos, todas as 3as feiras, sábados e domingos no Parque da Água Branca. É um passeio muito prazeroso. Andar no parque, o único que conheço com galinhas, patos, gansos e pavões soltos, tomar o café da manhã e encher a cesta de frutas, verduras e legumes.

No mesmo instante em que as cenouras da feirinha, de cores vibrantes e longos talos verdes, olharam pra mim tive a certeza que aqueles talos seriam minha sopa da 2a feira. E foi. A receita é muito simples, e mais uma vez a quantidade de cada ingrediente não é relevante. Usem as quantidades que desejarem, subvertam a receita, é ótimo.

INGREDIENTES E MODO DE PREPARO

Talos verdes de  8 cenouras; 2 batatas; 2 tomates maduros; 1 cebola; 1 pimentão pequeno e alho, coentro, cebolinha, gengibre, sal e azeite de oliva extravirgem a gosto.

Lave e corte tudo miudinho, coloque em uma panela com água, leve ao fogo alto até cozinhar bem, deixe esfriar um pouco, bata no liquidificador até formar uma caldo homogêneo. Pronto!

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Macarrão Caseiro, da Cozinha, do Joca

Um grande acontecimento no dia hoje. Conseguimos uma receita direto de Campina Grande, direto da cozinha mais afetiva da cidade. Joca, amigo querido, acordou mais que inspirado e resolveu ir pra cozinhar fazer seu autoral “macarrão de domingo”. Muito especial, como também a forma que a receita está escrita, comprovando que receitas não tem formulas herméticas, tudo é possível quando somos um afetivo de cozinha.

INGREDIENTES, MODO DE PREPARO E POESIA

  • A massa é suuuuuper simplérrrima;
  • 100g de farrinha de trigo, por pessoa, e um ovo idem, fiozinho de azeite de oliva extravirgem, sal e água (gotinhas) se necessário;
  • Amassar, amassar, abrir fininha e cortar com faca afiada e fé cega;
  • Deixar secar;
  • Jogar na água fervente e salgada que nem o mar da Bahia;
  • Botar o molho de preferencia e servir, bem simples assim;
  • Receita de minha amiga Verinha que mora em Ilhéus, tinha que ser da Bahia!!!!!!thumb_IMG_8237_1024

Feirinha da Praça Benedito Calixto

Em São Paulo, todos os sábados, a partir das 08 horas da manhã, a feirinha de antiguidades, e tudo mais, da Praça Benito Calixto, em São Paulo, é um lugar perfeito para diversão e garimpagem de coisas de casa e cozinha de tempos passados. O preço é acessível, a qualidade é muito boa e ainda podemos nos divertir com a imensa quantidade de itens expostos à venda. Bem no meio da feirinha tem uma área de comidas. Não deixe de experimentar o “buraco quente”, um pãozinho francês (ou cacetinho) com um molho de carne moída, super quente, enfiado no meio do pão. Ao redor da feira, muitas lojas e mais lugares para beber e comer. Uma delicia, adoro este programa de sábado.

Para coar café em coador de tecido

Para coar café em coador de tecido

Yourgurteira, década de 40

Yourgurteira, década de 40

Máquina para torcer roupas, 1940

Máquina para torcer roupas, 1940

 

São João!

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Canjica (da Bahia)

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São João sempre comecava na companhia dos meus pais para fazer as compras juninas na grande feira livre de Feira de Santana (Bahia). O interesse infantil era mesmo na infinidade dos adereços vendidos nessa ocasião. Era tudo de papel, muito colorido e artesanal. Chapéu, flores, mini guarda chuva, lenço para o pescoço. Entre os milhos, amendoins, jenipapos, laranjas, aipins e cocos, sempre sobrava um tempo para as compras dos adereços que usaríamos nas noites de São João e São Pedro.

De volta às comidas, sempre achei que a canjica era a “Rainha do Milho” da festa e o amendoim cozido o “Rei”, meus pratos favoritos. O processo do preparo iniciava-se pela compra das espigas verdes dos milhos e pelos cocos inteiros. Nunca entendi como minha mãe conseguia escolher os milhos e os cocos (embalados entre cascas e cascos), sem vê-los,  com uma sabedoria exata e precisa.

Em casa, mãos habilidosas descascavam e debulhavam os milhos, quebravam os cocos com uma precisão milimétrica, transformando-os em duas partes simétricas, que seriam ralados e de onde eram extraídos seus leites caudalosos, quase um creme. Bater o milho no liquidificador, passar na peneira, espremer no pano de prato até ter um liquido espesso, homogêneo e amarelo, jogar na panela e temperar com sal, açúcar, manteiga, cravo, canela e o leite de coco, que dava o tom da consistência.

Na minha casa materna canjica era de corte. Deveria ser despejada nas travessas brancas e quando fria teria uma consistência para corte. O toque final era a canela em pó jogada com muita elegância por cima das travessas.

Adorava o ritual da transferência da panela fumegante para as travessas brancas, onde, alguém precisa sacudir as travessas para que o creme se espalhasse uniformemente sem formar ondas na superfície. No final tínhamos as recompensas; uma panela para ser lambida e um pratinho de canjica que podia ser comido na hora, mesmo quente.

1 – INGREDIENTES

  • 1 xícara de leite de vaca
  • 400 ml de leite de coco (duas garrafinhas)
  • 100 ml de água
  • 1 xícara de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 6 espigas de milho maduras
  • 50 g de manteiga com sal
  • Cravo, canela em pau e canela em pó a gosto

2 – MODO DE PREPARO

  • Debulhar o milho com ajuda de uma faca;
  • Colocar os milhos, a água, o leite de vaca e 200 ml do leite coco no liquidificar. Bater bem até formar uma pasta homogêneo;
  • Passar o milho batido por uma peneira fina ou coador, espremer bem para separar o bagaço;
  • O caldo resultante da peneira ou coador, deve ser passado por um pano de prato, deixando-o bem liso, sem presença do bagaço;
  • Em uma panela grande despeje o líquido, acrescente a pitada de sal, o cravo e a canela em pau e leve ao fogo médio mexendo sempre para não embolar;
  • Quando a mistura começar a engrossar, junte o açúcar e a manteiga e continue mexendo por aproximadamente 25 ou 35 minutos. Durante este tempo acrescente 200 ml de leite coco, se necessário;
  • O ponto certo da canjica é quando ela engrossa e começa a soltar do fundo da panela;
  • Transfira para travessas e polvilhe com canela em pó.

3 – DICA

  • As espigas dos milhos apresentam tamanhos variados, podendo interferir na consistência final da canjica.
  • A adição dos 200 ml de leite de coco, durante os 25 a 30 minutos do cozimento, deve regular a consistência final, podendo inclusive ser necessário mais um pouco de leite de coco ou leite de vaca durante este tempo.
  • O ponto certo é quando a canjica começa soltar do fundo da panela.

4 – NA FOTO ABAIXO

  • A – 6 espigas do milho para serem debulhadas;
  • B – Os milhos já debulhados com ajuda de uma faca;
  • C – O bagaço, não descartar. Congelar, pode ser usado em outras receitas;
  • D – O caldo bem liso, que foi passado na peneira (ou coador) e no pano de prato para ser separado do bagaço.

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 [...e da próxima vez quero leite de coco do coco e travessas brancas...]

 

Bolo de Aipim (?)

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Junho é sempre um mês mais especial para bolos de milho, aipim, tapioca e puba. Santo Antônio, São João e São Pedro, as festas juninas, só são completas com estes bolos à mesa. Na minha casa de infância era assim. Continuo buscando esses sabores perdidos no tempo e na industrialização dos alimentos.

Ontem estava na Zona Cerealista de São Paulo (Rua Santa Rosa) e encontrei uma massa de aipim pronta, industrializada. Resolvi acreditar no produto e seguir a receita que estava no verso (seguir não na integra, fiz algumas mudanças). Fiquei meio desconfiado, pois nunca tinha visto receita de bolo de aipim com leite condensado, mas, era o que tinhamos no momento para matar a saudade do gosto desse bolo, que minha mãe fazia com uma maestria espetacular, sempre em forma redonda, com ou sem furo, nas festa juninas.

O resultado foi bom. Foi, foi mesmo (?). O “foi bom” foi meio que ampliado, meio que para compensar a saudade do bolo de aipim da Dona Maria. O bolo que fiz com a massa pronta de aipim e leite condensado é um bom bolo, mas não é o bolo de aipim da minha infância, nem poderia ser, pois os ingredientes eram diferentes. Qualquer hora vou comprar aipim e ralar, comprar coco e tirar o leite do coco para fazer o meu bolo de aipim.

1 – INGREDIENTES

  • 500 g de massa pronta de aipim (foto da embalagem abaixo)
  • 1 colher de sobremesa de fermento em pó
  • 50 g de coco ralado
  • 400 ml de leite de coco (2 garrafinhas)
  • 1 lata de leite condensado
  • 3 ovos
  • 1 xícara de chá de açúcar
  • 300 g de manteiga

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2 – MODO DE PREPARO

  • Pre aquecer o forno a 180 oC;
  • Bater as claras em ponto de neve, acrescentar as gemas, bater mais um pouco;
  • Adicionar o açúcar e a manteiga, bater até formar uma massa lisa;
  • Acrescentar o leite de coco, o leite condensado e o coco ralado, bater até formar uma massa lisa;
  • Acrescentar a massa de aipim e bater até formar uma massa lisa e homogênea;
  • Por fim, adicionar o fermento em pó e bater levemente;
  • Assar por 40/50 minutos ou até dourar.

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Vaca Atolada da Rita

A Vaca atolada é um prato típico da comida caipira, tem como principais ingredientes costela bovina e mandioca, muito popular em estados como Minas Gerais, Santa Catarina e Pernambuco, apesar de ser classificado na culinária do Brasil como um prato típico mineiro.

Tropeiros valeparaibanos carregavam no embornal* carne mergulhada na gordura, o que garantia alimento por um bom tempo, sem deteriorar. Ao longo das trilhas colhiam mandioca, assim podendo misturá-las e cozinhar junto com as carnes, uma comida forte e boa para dias mais frios da serra.

Ao se dirigirem às Minas Gerais, transpondo a Serra da Mantiqueira por terrenos íngremes, frios, irregulares, úmidos e principalmente nos períodos de chuva, o que tornava o solo alagadiço, o gado encalhava e não prosseguia, havia então o momento de remanejamento dos animais, o descanso da tropa e sua alimentação. Assim sendo, foi batizado esse alimento como Vaca Atolada.

Receitas de Vaca Atolada são muitas e variadas. O comum entre todas são as carnes e a mandioca. A da Rita, feita na noite do dia 13/06, para Santo Antônio não levou costelas e foi elaborada para 40 pessoas. Uma responsabilidade muito afetiva para quem tem muito critério na cozinha.

*Embornal – sacola confeccionada em couro ou tecido grosso, com alças laterais do mesmo material, usada à tira-colo

1 – INGREDIENTES

  • 3 kg de mandioca em pedaços
  • 2 kg de paleta (ou outra carne de vaca de sua preferência)
  • 1 kg de linguiça defumada em rodelas
  • 1 kg de carne seca em pedaços
  • 300 gr de bacon em cubos
  • 3 cubos de caldo de carne
  • A gosto: tomate, cebola, pimentão verde, coentro, cebolinha, alho, vinagre, pimenta do reino, vinagre, azeite de oliva extra virgem e sal

2 – MODO DE PREPARO

  • Temperar a paleta com o alho socado, a pimenta do reino, o vinagre e o sal, reservar;
  • Fritar o bacon, adicionar a cebola e deixar dourar;
  • Adicionar a paleta já temperada, dourar levemente e acrescentar a linguiça, a carne seca, os cubos de caldo de carne e a água, deixar cozinhar;
  • Adicionar a mandioca em pedaços e deixar cozinha até a mandioca ficar bem macia;
  • Acrescentar mais água, se necessário;
  • Ajustar o sal e adicionar o azeite de oliva extravirgem.

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