Several a times, it happens that people specially men feel embarrassed when they wish to purchase other products comprar viagra 50mg Erectile dysfunction became popular amongst the common man not due to its own character but on account of the onde comprar viagra This really is a drug that comes in the form of a pill and comprar viagra 200mg Oriental Viagra or herbal Viagra has treated an incredible number of victims of erectile dysfunction, normally. Compound comprar viagra lisboa As with almost every allopathic medication Viagra also has viagra comprar barcelona Leading 2. - Due Date & Middot; Helps men with ED viagra comprar andorra Available Outlook Express, right-click on Local files, and choose New Folder. When the Create file window opens up, write comprar viagra cialis Sexual activity unarguably is among the most effective gifts of character, and viagra 25mg The 1st guys fitness tip will be to perform a routine exercise in the viagra generico barato The manufacturers of those organic choices to Viagra pills claim they have no unwanted effects. And theyre extremely less expensive comprar viagra ibiza
This is featured post 1 title
To set your featured posts, please go to your theme options page in wp-admin. You can also disable featured posts slideshow if you don't wish to display them.
This is featured post 2 title
To set your featured posts, please go to your theme options page in wp-admin. You can also disable featured posts slideshow if you don't wish to display them.
This is featured post 3 title
To set your featured posts, please go to your theme options page in wp-admin. You can also disable featured posts slideshow if you don't wish to display them.
Dia das mães em agosto …
Postado por jumar em 31 agosto 2017
Dia das mães, geralmente, fico em São Paulo. A minha já mudou de plano, então procuro estar próximo de alguma mãe para suavizar a saudade. As imagens abaixo foram do almoço da família COSTA, da Dona Naná. Estavam perdidas nos meus arquivos, e hoje fazendo uma busca acabei encontrando.
Fico impressionado como uma simples comida pode ser tão carregada de muitos significados.
O cardápio foi uma maionese de batatas com ervilhas e ovos cozidos, um arroz meio carreteiro com salsinha (bem que poderia ter sido coentro, mas enfim, estamos em São Paulo) e lagarto de panela que desmanchava ao toque do garfo.
Para complementar: vinho branco, uma mesa linda, flores naturais, um raminho de lavanda e um bilhetinho de Marcos, o mais velho da Dona Naná, em cada prato para celebrar o dia. Que bom ter achado essas memórias. Que sejam eternas.
O Filé do Gaúcho Orlando
Postado por jumar em 23 julho 2017
Que gaúcho gosta de carne não é novidade para o mundo. Que Orlando, amigo de Porto Alegre, adora cozinha não é novidade para mim. Agora, Orlando na cozinha fazendo um filé-mignon denso e alto com cogumelos e nata gaúcha é algo extraordinário, saboroso, especial …
Para nossa sorte e deleito, Orlando veio passar o aniversário em São Paulo e resolveu fazer um almoço de domingo. Foi no dia 25 de junho na casa de outro amigo, que liberou a cozinha (já deixo aqui avisado que minha cozinha sempre vai estar liberada para qualquer comidinha que Orlando desejar fazer).
Tive a felicidade de estar presente para receber esse presente culinário. Acho muito especial quem vai para cozinha no dia do aniversário. É uma inversão total de padrões, pois cozinhar para os outros, sejam amigos, familiares ou amores, é sempre um ato de afeto, uma forma de presentear alguém. Nós amigos gulosos é que fomos presenteados no dia do aniversário dele.
Vou tentar descrever o FILÉ COM COGUMELOS E NATA. Estou buscando coragem para tentar fazê-lo, mas a memória afetiva que guardei do almoço de aniversário é muito especial, tenho medo de não chegar no ponto, na cor, no sabor, na textura, então, talvez seja prudente não arriscar (será?).
Receita não tem dono, mas algumas são impossíveis de serem repetidas. Posso até fazer esse filé, pode até ficar muito bom, mas acredito que o sabor daquele do dia 25 de junho é único, e só irá se repetir pelas mãos gaúchas do Orlando.
MUITO SIMPLES E DE RÁIPIDO PREPARO
- Filés-mignons altos, porém pedaços não grandes, adicionar sal à gosto;
- Selar na manteiga os dois lados dos filés, colocar em um refratário e reservar;
- Cortar os cogumelos (frescos) em fatias, tipo Champignon (os brancos) e Portobello (os pretos, também conhecidos com cogumelo-de-paris);
- Adicionar os cogumelos fatiados na mesma panela onde os filés foram selados, com mais manteiga e saltear levemente;
- Adicionar a Nata (Orlando usa a marca Piá, que ele trouxe de Porte Alegre – Não arriscaria usar outra marca ou tipo) e deixar dissolver completamente;
- Adicionar o molho (nata + cogumelos) ao refratário dos filés-mignons;
- Colocar em forno pré-aquecido (180 oC) até dourar os cogumelos (1a foto do post).
ENTRADAS
A salada nem precisa descrever, me desculpem. Qualquer uma vai bem. A grande estrela do almoço, evidentemente depois do cozinheiro, foi o filé-mignon, porém, a entrada dos cogumelos também foi perfeita. É muito simples:
- Cogumelos grandes, retirar os miolos;
- Picar os miolos e misturar com cream cheese (ou requeijão cremoso), damasco picadinho e queijo gorgonzola;
- Rechear os cogumelos, generosamente, e salpicar com queijo parmesão ralado;
- Forno (180 oC) até dourar (não estranhar o caldinho que irá formar, é dos cogumelos e pode ser bebido também).
PARA ACOMPANHAR O FILÉ-MIGNON
E PARA FINALIZAR …
Uma sobremesa típica do Rio Grande do Sul, receita de família: CHICO BALANCEADO. Vejam que nome mais interessante. Nem vou arriscar descrever a receita, fica para outra oportunidade. É muito bom!!!
Produção de queijos e manteiga artesanais no Rio Grande do Norte é reconhecida em lei
Postado por jumar em 23 julho 2017
Fonte: www.slowfoodbrasil.com / Patricia Moll e Danielle Nagase
Na última quarta-feira (12/07), a lei Nivardo Mello, que regulamenta a produção e a comercialização de queijos e manteiga artesanais, foi aprovada por unanimidade (22 votos) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte.
Apresentada pelo deputado Hermano Morais (PMDB), ela substitui o projeto de lei 159/2016 e estabelece que os queijos de manteiga e de coalho devem ser produzidos apenas com leite integral fresco e cru, respeitando “os métodos tradicionais, culturais e regionais”. A manteiga da terra (ou de garrafa ou do sertão) é a que é produzida apenas com nata e sal. Por serem feitos com leite cru (não pasteurizado), os queijos carregam o modo de fazer tradicional, ressaltando seus sabores específicos.

Nenem, auxiliar de Nivardo, fazendo o queijo de manteiga para o Documentário “História da Alimentação de Câmara Cascudo” (direção de Eugenio Pupo- inédito) em agosto de 2016. Foto: Angelo Medeiros
O texto foi elaborado em conjunto com especialistas do setor, representantes da cadeia produtiva e do poder público. Prevê-se sobre modo de produção, construções, controle sanitário, fiscalização, e rotulagem, dentre vários itens abordados.
“O foco dessa lei é a preservação da cultura alimentar do Rio Grande do Norte. A partir dela, o estado reconhece que os queijos artesanais são aqueles produzidos conforme a tradição e a receita original”, afirma a chef e pesquisadora Adriana Lucena, ativista do Slow Food que há 13 anos encabeça o movimento para a regulamentação dos queijos artesanais tradicionais potiguar.
Quando for sancionada pelo governador Robinson Faria, afirma Adriana, a lei vai contemplar mais de 300 queijeiras do estado, impulsionando o trabalho dos pequenos produtores.
Queijeiros de todo o Brasil estão aplaudindo o Rio Grande do Norte e movimentam-se para buscar as suas leis estaduais.
Pãozinho de Leite Ninho
Postado por jumar em 8 julho 2017
Maisa, minha afilhada mais velha, de Feira de Santana (Bahia), mãe de 3 filhos, que se diz não da cozinha, mas que tem uma filha linda (Zaiza) de 16 anos, uma cozinheira autoral de talento nato, me apareceu lá em casa com uma receita difícil de acreditar. São apenas 3 ingredientes: 6 colheres de sopa de leite em pó Ninho, 1 ovo e 1 colher de café de fermento em pó. Só! Misturar tudo (vai ficar uma massa mole e grudenta, que gruda até em pensamento, mas continuem acreditando na receita), fazer bolinhas e assar em forno pré aquecido a 180 oC (untar e enfarinhar a forma ou bandeja – usei uma antiaderente). Muito cuidado com tempo de forno, ficar de olho, pois assa muito rápido. O meu ficou um pouquinho fora do ponto, mas é uma delicia. Realmente um pãozinho, neutro, com sabor de leite em pó. Delicia Maisa, delicia!!!
Nhoque do Joca
Postado por jumar em 8 julho 2017
Sem chance de perder esta receita de nhoque do Joca, lá de Campina Grande. Super simples, segundo ele, mas pela receita abaixo, realmente parece bem simples.
- Pra 500g de batata, uma xícara de farinha e um ovo;
- Cozinhar a batata com casca e sal, cuidado para não cozinhar demais e a batata ficar com muita água;
- Descascar, fazer um purê, espalhar numa travessa pra sair toda a humidade;
- Depois de frio, juntar o ovo inteiro levemente e aos poucos à farinha;
- Modelar em bolinha uma a uma;
- Botar água pra ferver e aos poucos mergulhar algumas porções do nhoque, quando eles subirem à superfície, retirar com uma escumadeira e ir colocando delicadamente em um recipiente untado com manteiga;
- Depois de todos cozidos, use o molho de sua preferência;
- Esse aí é um ragu de linguiça defumada, manjericão e queijo pecorino.
Fava do Recife da Albinha
Postado por jumar em 3 julho 2017
Fava ou Feijão-Fava é a denominação de um ou mais espécies de plantas da família das Fabaceae. As favas são originárias do Peru. Dentre as populações autóctones dos Estados Unidos, as favas são tradicionalmente utilizadas no preparo do Succotash*, o que por vezes leva ao errôneo juízo de que as favas provenham do país.
*Succotash é um prato típico da culinária dos índios da América do Norte, mas popular na culinária sulista, que consiste num guisado à base de milho e vagem, cozidos com vários vegetais e condimentos. O nome parece ser derivado de “msickquatash”, que significava “maçaroca cozida” na língua naragansett. O prato pode ser servido como o principal da refeição, ou como acompanhamento de carnes diversas.
No Norte e Nordeste do Brasil é muito comum o uso das favas, preparadas da mesma forma que feijão mulatinho, banco ou preto. Também temos o caldinho de fava, servido quente, com a sol escaldante, e nós adoramos nos escaldar ao sol com os caldinhos.
Albinha fez sua fava, trazida do Recife, com calabresa, carne seca e bacon. Temperou com alho, cebola, tomate, cebolinha e coentro. Sal e pimenta do reino a gosto. Ficou muito bom. Uma farra no almoço do domingo frio, 2 de julho, dia da Independência da Bahia, onde também tivemos o vatapá de Manaus (da família de Chico), frango de padaria, arroz e farofa baiana.
Bolo de milho com farinha e manteiga de coco da Rita
Postado por jumar em 1 julho 2017
INGREDIENTES
- 3 ovos
- 1 lata de milho
- 50 gramas de farinha de coco Copra
- 100 gramas de manteiga de coco Copra
- 1 xícara de açúcar
- 2 colheres de sopa de farinha de trigo
- 2 colheres de sopa de leite
- 1 colher de chá de fermento em pó
MODO DE PREPARO
- Bater todos os ingredientes no liquidificador, menos o fermento, até formar uma massa lisa e homogênea;
- Acrescentar o fermento e misturar bem;
- Transferir a massa para uma forma untada e polvilhada;
- Assar em forno pré-aquecido a 180 oC, por aproximadamente 45 minutos.
Canjica para São Pedro!
Postado por jumar em 29 junho 2017
INGREDIENTES
- 6 espigas de milho
- 800 ml de leite de coco
- 4 colheres de sopa de manteiga
- 3 xícaras de açúcar
- 1 pitada de sal
- Cravo e canela em pau a gosto
- Canela em pó para polvilhar
MODO DE PREPARO
- Tire o milho da espiga e bata no liquidificador com o leite de coco;
- Passe por uma peneira fina por duas vezes;
- Acrescente o açúcar, a manteiga, o cravo e a canela em pau no líquido e cozinhe em fogo baixo até desgrudar do fundo da panela;
- Coloque em uma travessa e polvilhe com canela em pó. A canjica fica de corte;
- Se desejar mais molinha acrescente mais leite de coco durante o cozimento.































