Mantendo Tradição

Mantendo Tradição

Mantendo Tradições (de Jucimar Pedreira – meu irmão):

Prato do Dia: Escaldado de Peru…
Há muito em minha família o final de ano acontece com o Natal, Réveillon e o Escaldado de Peru… Todas as sobras de todos os perus festivos são guardadas e em um domingo de janeiro são misturadas com mais Peru, Carnes Verdes e Defumadas, Verduras e Legumes. Do caldo mexe-se um grande pirão que é servido com arroz branco: Hoje foi o dia de manter esta tradição familiar. ADOREI!

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2013 É DE OGUM E IEMANJÁ – FELIZ ANO NOVO

Pinguim Ano Novo

Pinguim Ano Novo

JANTAR DE 2013 PARA OGUM E IEMANJÁ

OGUM

Ogum (em yoruba: Ògún) é, na mitologia yoruba, o orixá ferreiro, senhor dos metais. O próprio Ogum forjava suas ferramentas, tanto para a caça, como para a agricultura e para a guerra. Na África seu culto é restrito aos homens, e existiam templos em Ondo, Ekiti e Oyo. Era o filho mais velho de Oduduwa, o fundador de Ifé, identificado no jogo do merindilogun pelos odu etaogunda, odi e obeogunda, representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba ogun.

Ogum é considerado o primeiro dos orixás a descer do Orun (o céu), para o Aiye (a Terra), após a criação, um dos semideuses visando uma futura vida humana. Em comemoração a tal acontecimento, um de seus vários nomes é Oriki ou Osin Imole, que significa o “primeiro orixá a vir para a Terra”.

Ogum foi provavelmente a primeira divindade cultuada pelos povos yorubá da África Ocidental. Acredita-se que ele tenha wo ile sun, que significa “afundar na terra e não morrer”, em um lugar chamado ‘Ire-Ekiti’.

É também chamado por Ògún, Ogoun, Gu, Ogou, Ogun e Oggún. Sua primeira aparição na mitologia foi como um caçador chamado Tobe Ode.

Oração

Ogum, meu Pai – Vencedor de demanda, poderoso guardião das Leis, Chamá-lo de Pai é honra, esperança, é vida.
Vós sois meu aliado no combate às minhas inferioridades.
Mensageiro de Oxalá – Filho de OLORUN.
Senhor, Vós sois o domador dos sentimentos espúrios, depurai com Vossa espada e lança, minha consciente e inconsciente baixeza de caráter.
Ogum, irmão, amigo e companheiro, continuai em Vossa ronda e na perseguição aos defeitos que nos assaltam a cada instante.
Ogum, glorioso Orixá, reinai com Vossa falange de milhões de guerreiros vermelhos e mostrai por piedade o bom caminho para o nosso coração, consciência e espírito.
Despedaçai, Ogum, os monstros que habitam nosso ser, expulsai-os da cidadela inferior.
Ogum, Senhor da noite e do dia e de mãe de todas as horas boas e más, livrai-nos da tentação e apontai o caminho do nosso Eu.
Vencedor contigo, descasaremos na paz e na Glória de OLORUN.
Ogumhiê Ogum.
Glória a OLORUN!

IEMANJÁ

Iyemanjá, Yemanjá, Yemaya, Iemoja, Iemanjá ou Yemoja é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá Yèyé omo ejá (“Mãe cujos filhos são peixes”), identificada no merindilogum (um tipo de jogo de búzios) pelos odus ejibe e ossá. É representado no canbomblé através do assentamento sagrado denominado igba yemanja. É considerada a mãe dos outros Orixás, personificada como uma matrona, bela, de seios enormes, símbolo da maternidade fecunda e nutritiva, e as mães são as autoridades supremas das Cozinhas Afetivas. Mães são as provedoras maiores da comida afetiva e nutritiva.

  “Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta.”  — Jorge Amado

Oração

“Vós que governais as águas, derramai por sobre a humanidade a vossa proteção, fazendo assim Divina Mãe, uma descarga em seus corpos materiais, limpando suas almas e incutindo em seus corações o respeito e a veneração devida a essa força da natureza que simbolizais.

Fluidificai nossos espíritos e despertai nossa matéria de todas as impurezas que hajam adquirido. Permiti que vossas falanges nos protejam e amparem, assim o fazendo com toda a humanidade, nossa irmã. Salve Iemanjá, Rainha dos mares.” (Livro: Iemanjá de J. Edson Orphanake).

O JANTAR DA VIRADA DE 2012 PARA 2013, ANO REGIDO POR OGUM E IEMANJÁ

 Para montar o cardápio do jantar, utilizamos receitas e ingredientes que na tradição destes Orixás são considerados oferendas. Com licença de Ogum e Iemanjá misturamos livremente estes ingredientes e receitas, criando pratos comuns aos dois Orixás.

FRIGIDEIRA DE BACALHAU

 A receita pode ser encontrada no post A Cozinha Afetiva de Natal da Minha Mãe – A Frigideira de Bacalhau de 21 de dezembro de 2010. Incluímos nos ingredientes 4 colheres de sopa de azeite-de-dendê em homenagem aos Orixás.

 ARROZ DE LEITE DE COCO

1 – Ingredientes

  • ½ xícara de arroz
  • ½ xícara de leite de coco
  • Azeite de oliva extra virgem
  • Sal a gosto

2 – Modo de Preparo

  1. Cozinhe bem o arroz em água e sal até formar uma papa, escorra;
  2. Junte o leite de coco e leve ao fogo até secar bem;
  3. Transfira para uma fôrma de pudim ou de bolo umedecida com azeite de oliva;
  4. Deixe esfriar e desenformar.

FAROFA DE CEBOLA RALADA E MEL

1 – Ingrediente (quantidade a critério de quem prepara)

  • Farinha de mandioca (da Bahia, de preferência)
  • Camarão seco sem casca
  • Cebola ralada
  • Alho socado
  • Manteiga
  • Mel
  • Sal a gosto 

2 – Modo de Preparo

  1. Doure a cebola, o alho e o camarão seco na manteiga;
  2. Adicione o mel e logo em seguida a farinha de mandioca;
  3. Ajuste o sal a gosto;
  4. Misture bem até dourar levemente a farinha.

MANJAR BRANCO

1 – Ingredientes

  • 2 colheres sopa de Maisena
  • ½ xícara de leite de coco
  • 1 xícara de leite
  • ¼ de xícara de açúcar
  • Mel 
  • Raspas de laranja

2 – Modo de Preparo

  1. Dissolver a Maizena no leite frio;
  2. Juntar os outros ingredientes e levar ao fogo mexendo até engrossar;
  3. Transfira para uma fôrma de pudim molhada;
  4. Deixe esfriar e desenforme;
  5. Sirva gelado com mel a gosto.

Bolo Prestigio da Zaiza (Receita sem Glúten)

Zaiza é a filha de 11 anos da minha afilhada Maisa. Carinha da mãe, esperta, inteligente, gatinha lindinha, rápida, ligada no iPhone e no Facebook, como todas da sua geração. Zaiza não come nada com glúten, situação que fez da cozinha da sua mãe algo muito mais especial. Aniversário sem bolo tradicional? Salgadinhos de festas? Chocolates? Biscoitos? Como privar uma gatinha das delicias que formam nossa identidade culinária? A resposta é simples: com afeto, carinho e verdade. Zaiza aprendeu bem cedo à lição. Sempre fiquei impressionado como ela sempre soube conviver com esta condição que nos limita a uma culinária mais restrita, especialmente em países como o nosso onde as opções são mínimas para pessoas com restrições alimentares. Mais impressionante foi encontrar Zaiza na noite de natal com uma foto de bolo sem glúten no seu iPhone. Bolo feito por ela, aprovado por toda família e melhor que muitos bolos que entram no forno desta família que aprendeu a viver sem glúten, mas com muito afeto na cozinha. Abaixo a receita da Zaiza da forma que recebi no meu e-mail. 

Bolo Prestigio da Zaiza (Receita sem Glúten)

Bolo Prestigio da Zaiza (Receita sem Glúten)

1 – Ingredientes 

  • 6 ovos
  • 6 colheres de sopa de açúcar 
  • 6 colheres de sopa de chocolate (ou achocolatado)
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 1 colher de sopa de fermento
  • 100g de coco ralado 

2 – Modo de Preparo 

“Bata tudo no liquidificador, enquanto o bolo está batendo você vai untar a forma com manteiga e amido de milho. Bata bem, coloque na forma untada e coloque no forno por cerca de 30 minutos. Depois se quiser coloque uma cobertura no bolo .”

Bolo Prestigio da Zaiza (Receita sem Glúten)

Bolo Prestigio da Zaiza (Receita sem Glúten)

Bolo Rápido Natalino

Herança Culinaria: a sobrinha neta foi para cozinha. De bisavó para avó, de avó para mãe, de mãe para filha… assim se faz a tradição culinaria afetiva. Beijos Joseane sua ceia tem história, gostinho de Maria, Maria mãe, Maria avó, Maria bisavó, Maria tataravó. Natal tem esta função agregadora de tradição na cozinha, do fazer a comida, da celebração… e hoje vai ser igual… a farofa de miúdos do peru e a maionese foram esquecidas na mesa, a geladeira esta cheia, o calor está a quase 40oC, todos irão almoçar o excesso da ceia e nada vai acontecer de anormal. Familia faz bem no natal!
A Ceia da Sobrinha Neta

A Ceia da Sobrinha Neta

Os doces sempre são esquecidos nas ceias. As estrelas da festa são o peru, o pernil e o presunto com todos os acompanhamentos tradicionais – farofa, maionese, arroz colorido. Neste natal, um bolo inesperado, feito com a praticidade que a vida moderna nos oferece, fez a festa da nossa mesa. Abaixo a receita do Bolo Rápido Natalino.
Bolo Rápido de Natal

Bolo Rápido de Natal

1 – Ingredientes
  • Mistura para bolo Dona Benta, sabor laranja
  • Beijinho Harald Melken
  • Chocolate amargo 63% Harald Melken Unique
  • Frutas secas (passas brancas e pretas sem caroços, figos, ameixas sem caroços e damascos)
  • Castanhas do Pará, amendoas e nozes
2 – Modo de Preparo
  1. Prepare a mistura para bolo conforme as instruções da embalagem em forma de furo ou redonda, deixe esfriar, desenforme e corte o bolo em duas fatias, reserve;
  2. Faça uma farofa grossa com as castanhas do Pará, amendoas e nozes (use de preferência um pilão de madeira para moer), reserve;
  3. Leve um pouco menos da metade do beijinho Melken ao fogo, com leite e uvas passas pretas, cozinhe até formar um creme consistente;
  4. Rechei o bolo com o beijinho ainda quente, coloque a outra fatia do bolo sobre a fatia recheada com o beijinho;
  5. Derreta o chocolate Melken Unique em banho-maria. Cubra o bolo com a calda do chocolate ainda quente;
  6. Joque a farofa de nozes sobre a cobertura de chocolate;
  7. Faça beijinhos, conforme instrução da embalagem, e decore o bolo de acordo sua preferência;
  8. Decore um pouco mais seu bolo natalino com passas brancas e pretas, figos, ameixas e damascos. Lembrem-se que natal é a festa da estética excessiva, onde “muito ainda é um muito pouco”.
Neste natal, um bolo ineperado, feito com a praticidade que a vida moderna nos oferece, fez a festa da nossa mesa.

Neste natal, um bolo ineperado, feito com a praticidade que a vida moderna nos oferece, fez a festa da nossa mesa.

Arvore de Natal do Marculino

Civilizações antigas que habitaram os continentes europeu e asiático no terceiro milênio antes de Cristo já consideravam as árvores como um símbolo divino. Eles as cultuavam e realizavam festivais em seu favor. Essas crenças ligavam as árvores a entidades mitológicas. Sua projeção vertical desde as raízes fincadas no solo marcava a simbólica aliança entre os céus e a mãe terra.
Entre os egípcios, o cedro se associava a Osíris. Os gregos ligavam o loureiro a Apolo, o abeto a Átis, a azinheira a Zeus. Os germânicos colocavam presente para as crianças sob o carvalho sagrado de Odin.
Nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante ao que faz nas atuais árvores de Natal. Essa tradição passou aos povos Germânicos. A primeira árvore de Natal foi decorada em Riga, na Letónia, em 1510.
No início do século XVIII, o monge beneditino São Bonifácio tentou acabar com essa crença pagã que havia na Turíngia, para onde fora como missionário. Com um machado cortou um pinheiro sagrado que os locais adoravam no alto de um monte. Como teve insucesso na erradicação da crença, decidiu associar o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus. Nascia aí a Árvore de Natal.
Há outras versões, porém, a moderna árvore de natal teria realmente surgido na Alemanha entre os séculos XVI e XVIII. Não se sabe exatamente em qual cidade ela tenha surgido. Durante o século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no século XX essa tradição chegou à América Latina.
Atualmente essa tradição é comum a católicos, protestantes e ortodoxos.
Árvores de natal é uma tradição livre, sem fronteiras, sem censuras estéticas. Cada um com suas crenças, gostos e prazeres vai construindo sua identidade pessoal.
A Árvore de Natal do Marculino tem raizes afetivas, raizes fotográficas construidas com pessoas queridas. Adorei!
Com esta arvore estou de volta a minha Cozinha Afetiva!
Arvore de Natal do Marculino
Arvore de Natal do Marculino

3º Slow Filme – Festival Internacional de Cinema e Alimentação

Pirinópolis - Goiás

Pirinópolis - Goiás

Da tela ao prato. Da gastronomia à arte. Talvez nunca esta relação tenha sido tão íntima quanto na programação que o 3º SLOW FILME – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E ALIMENTAÇÃO reservou para 2012. A edição é feita de preciosidades. Filmes nunca antes exibidos no Brasil, palestras, degustações, passeios prometem transformar os quatro dias de festival em um banquete de imagens, sabores e conceitos ligados à sustentabilidade. Para alimentar nosso carinho pela arte e pelo planeta.

O 3º Slow Filme será realizado de 13 a 16 de setembro de 2012 em Pirenópolis, Goiás, cidade a 120 km de Goiânia. Fundada em 1727, com o nome de Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte, a bela cidade de Pirenópolis, já possui um importante polo gastronômico ligado à cultura Slow Food*, com locais abertos à visitação como a Fortaleza do Baru, o Santuário Ecológico do Vagafogo, a Fazenda Babilônia e vários outros. Durante o festival será possível conhecer o Circuito Slow Food de Pirenópolis, com sugestão de percursos a serem feitos na região para o contato com a cultura Slow Food.

Pirinópolis - Goiás

Pirinópolis - Goiás

A programação completa do festival está disponível no site www.slowfilme.com.br.

Dois Filmes do Festival 

ALMOÇO / CROÁCIA, 2008, Cor 17 min, Ficção / Direção: Ana Hušman

ALMOÇO / CROÁCIA, 2008, Cor 17 min, Ficção / Direção: Ana Hušman

Um filme irônico e bem humorado sobre as regras de comportamento encontradas nos livros de etiqueta e que, quase sempre, se apresentam como uma forma de auxiliar a comunicação e o entendimento entre as pessoas, ensinando-as a se comportar socialmente com mais facilidade e autoconfiança. Numa linguagem muito criativa, o filme brinca com o conceito de “civilidade” e mostra como os costumes e hábitos à mesa, principalmente em situações sociais, dizem muito sobre a educação recebida por cada pessoa. 

O PÃO / ITÁLIA, 2007, Cor,10 min, Documentário / Direção: Giulio De Leo e Sandro Carnino

O PÃO / ITÁLIA, 2007, Cor,10 min, Documentário / Direção: Giulio De Leo e Sandro Carnino

Uma camponesa idosa faz pão em sua fazenda seguindo uma antiga tradição. Com os simples e precisos movimentos de suas mãos, descobrimos que a arte de fazer pão é baseada em trabalho árduo, uma espera silenciosa e o conhecimento dos ritmos da natureza.

É uma associação sem fins lucrativos fundada na Itália em 1986 por Carlo Petrini. O Slow Food se tornou uma associação internacional sem fins lucrativos em 1989, atualmente com mais de 100.000 membros e escritórios na Itália, Alemanha, Suíça, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido, além de apoiadores em 150 países. É uma resposta aos efeitos padronizantes do fast food, ao ritmo frenético da vida atual, ao desaparecimento das tradições culinárias regionais, ao decrescente interesse das pessoas na sua alimentação, na procedência e sabor dos alimentos e em como nossa escolha alimentar pode afetar o mundo.

A Cozinha Afetiva apoia e divulga as ações do Slow Food no Brasil, por entender que a tradição culinária da cozinha caseira faz parte da identidade, da cultura e da língua de uma nação.

Mais Informações:

www.facebook.com/slowfilme?ref=ts#!/slowfilme

www.slowfoodbrasil.com

Tudo Pronto, Hoje é Festa

De:
Muito Grato!

Café de Domingo

Alicio Charoth

De Alicio Charoth

Quase sem Energia para dizer Bom Dia!!! Domingão, Café da manhã mais tarde, na Cama ou na Padaria? com frutas geleia e croissant ou do tipo frugal, que tipo de pessoa você é quando se trata do café de Domingo? a deixe seu comentário, Vai um abraço especial a Jumar da Cozinha Afetiva, a Kate Sento Sé, nossa fiel acompanhante, e Paloma Amado e Lindo Dia a todos!

Grato Alicio!

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