Omelete de Chuchu

Chuchu

O Chuchu é da mesma família de plantas que reúne cerca de 750 espécies entre as quais várias domesticadas e de grande importância, tais como abóbora, melão, melancia, bucha, cabaça (cuia), abobrinha, pepino, etc. Apesar de ser uma hortaliça, ou seja, poder ser cultivado na horta caseira, é considerado um fruto, tal como o tomate, devido ao fato de suas sementes estarem dentro. É fonte de potássio e vitaminas A e C. Nosso popular chuchu tem família, é importante e rico em nutrientes. Mesmo assim com várias qualidades, acredito que é a hortaliça mais “patinho feio” da cozinha (juntamente com o jiló), não compreendido, ridicularizado, sinônimo de comida insossa e sem gosto. Neste cenário “chuchunesco”, a Cozinha Afetiva levanta uma bandeira na defesa do chuchu, proclamando, primeiramente, que deixemos de associar esta maravilhosa hortaliça com coisas, comidas, fatos e até pessoas com tendências insossas e desinteressantes.

Chuchu sempre fez parte da cozinha afetiva da minha mãe, seja nas saladas, nos picadinhos, nas frigideiras ou nas invenções culinárias criadas por ela, como a simples omelete de chuchu com chuchu, o destaque deste post. Ainda é importante lembrar que os compositores Luis Peixoto e Vicente Paiva na brasileira canção “Disseram que eu voltei americanizada”, eternizada por Carmen Miranda, utilizou o chuchu como ingrediente – “Eu sou do camarão ensopadinho com chuchu”.

Adoro chuchu. É suculento, refrescante, incorpora molhos e sabores diferentes, mantendo suas características. Fica especial com um bom azeite de oliva extra virgem e perfeito nos ensopadinhos. Na forma omelete adquire uma personalidade forte, podendo assumir o papel de protagonista do almoço ou do jantar. O site http://www.moo.pt/receitas/tag/chuchu/ apresenta algumas diferentes receitas com chuchu (suflê, recheado com atum, bolo, doce, bolinho, etc). Vale uma visita e viva o chuchu!

Omelete de Chuchu

Omelete de Chuchu

1 – INGREDIENTES

  • Chuchus grandes e maduros
  • Ovos
  • Farinha de trigo
  • Sal a gosto

2 – MODO DE PREPARO

  • Descasque o chuchu, retire a semente e corte em rodelas de aproximadamente 1 cm;
  • Cozinhe as rodelas em água com sal (cuidado para não ficar muito mole);
  • Escorra a água e reserve;
  • Bata as claras em neve, acrescente as gemas, sal a gosto e um pouco de farinha de trigo;
  • Faça as omeletes da forma tradicional;
  • Sirva ainda quente com os acompanhamentos da sua preferência (feijão, arroz, macarrão, farofa, saladas, algum tipo de carne ou frango, etc).
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Licor de Jenipapo

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Genipapo

Feliz Dia das Mães!

Dia das Mães 2011

iMãe… Ai de mim!

No meu celular torpedos invasores divulgando laptops de última geração como o melhor presente para a melhor mãe do mundo. No meu jornal páginas inteiras de iFones. Na minha rádio preferida, entre uma canção da Maria Bethânia e Zeca Baleiro, um comercial de GPS como solução para o presente da mamãe 2011. No meu computador e-mails invasores – spams – com musiquinhas melosas, corações e muitas rosas vermelhas anunciam a última novidade da era digital, que se moldam como uma delicada luva de cetim, para o presente do dia 08 de maio: os Tablets…

08 de maio - Dia das Mães

iFones, iPads, iMacs, i…, i…, i…, iMãe…, ai de min com tantas opções moderninhas para celebração do Dia das Mães. Sou do tempo onde o presente mais afetuoso eram os cartões por nós elaborados, à mão, na aula de desenho da escola e guardados a sete chaves para uma entrega surpresa. Confesso, ainda, que adoro presentes para uso na cozinha: panelas, panos de pratos com bordados, jogos de porcelanas, xícaras com flores, garrafas plásticas, latas de mantimentos e outros que cabem em qualquer lugar das Cozinhas Afetivas. Estes presentes, ditos de cozinhas, nunca foram bem vistos, e logo alguém berrava: vai presentear sua mãe com mais trabalho? A situação ficava mais brava, quase à beira da insanidade, quando o presente era uma geladeira, um fogão ou qualquer outro eletrodoméstico, resultado, ou não, de uma vaquinha proveniente dos filhos, filhas e outros agregados da família.

Seja lá que tipo de presente, seja lá o perfil da nossa mãe, seja lá o tamanho do nosso bolso ou nossa disposição para ir às compras, Dia das Mães deve ser celebrado, comemorado. Não vale o velho chavão que todo dia é Dia das Mães. Para elas é muito importante ter um dia só delas, uma celebração, uma data especial… e nunca acreditem que mães não dão importância para o 2º domingo de maio. Mesmo quando verbalizado, tenham certeza: elas estão falando mentiras sinceras.

Bolo Engorda-Marido

Bolo Engorda-Marido

Lembrava apenas de duas importantes memórias do Bolo Engorda-Marido da minha mãe:

  1. Engordava realmente meu pai;
  2. Era fofinho, macio e muito amanteigado.

Com base na memória de número 2 fui à cozinha – com ajuda de Rita, minha assistente do lar – para tentar reproduzir este bolo que pontuou minha infância.

Fazer o Engorda-Marido é resgatar uma receita de família, é fazer uma homenagem a minha mãe, boleira de mão  cheia, que nunca usava receita, apenas mão, intuição e coração.

Tentei buscar na internet uma referência, porém todas as receitas eram diferentes da memória que guardo da elaboração deste delicioso e afetivo bolo. Melhor assim, pois exercitei minhas lembranças na busca precisa da receita. Acho que consegui. O resultado final ficou igual no sabor, no aroma e na textura do Bolo Engorda-Marido da Dona Maria, minha mãe.

A origem do nome? Sabe-se lá… Provavelmente para engordar mesmo maridos, em uma época onde ensinavam que “maridos prendem-se pelo estômago”. Bom que esta época passou (ou vai passar), mas que fique o Bolo Engorda-Marido.

Bolo Engorda-Marido

1 – INGREDIENTES

  • 2 xicaras de farinha de trigo
  • 1 ½ xicaras de açúcar refinado
  • 6 ovos
  • 300 gramas de manteiga com sal
  • 200 ml de leite de coco
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 1 colher de chá de sal

2 – MODO DE PREPARO

Para Iniciar

  • Unte uma forma redonda com furo de aproximadamente 24 cm de diâmetro;
  • Aqueça o forno até 180 oC.

Preparo

  • Bata as claras em neve, acrescente as gemas e bata até misturar;
  • Adicione o açúcar peneirado e bata até dissolver por completo;
  • Adicione o leite de coco e o sal e misture bem;
  • Adicione lentamente a farinha de trigo e o fermento peneirados e misture bem até formar uma massa lisa e homogênea;
  • Adicione a manteiga derretida e misture bem até formar uma massa lisa e homogênea.

Para Finalizar

  • Adicione a massa na forma untada;
  • Asse por aproximadamente 1 hora em forno 180 oC;
  • Desenforme quando esfriar.

Bolo Engorda-Marido

Mãe (Mario Quintana)

Mãe

Mãe… São três letras apenas
As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras…
E nelas cabe o infinito.

(Mario Quintana)

Bolo de Banana com Animais

Bolo de Banana com Animais

Não irei revelar alguns segredos guardados nos armários, panelas e fogões das cozinhas afetivas. Alguns segredos devem ser preservados, mantidos, guardados, cabendo apenas aos seus autores o direito da revelação. Assim será com o Bolo de Banana com Animais, denominação estranha para um bolo feito com ingredientes integrais, frutas secas e nozes variadas. O segredo aqui é mesmo o nome de batismo deste delicioso e prático bolo, apresentado por um especial pernambucano culinário, com passagem pelo Rio e coração enraizado na São Paulo de todas as etnias.

Receitas sim devem ser reveladas, divulgadas, escritas e até subvertidas com base na nossa história culinária. O Bolo de Banana com Animais é um exemplo de como subverter uma receita ao nosso gosto, a nossa herança e tradição na cozinha, melhorando-a, aprimorando-a. Tudo é possível neste bolo, palavra do autor, Gustavo, que herdou de uma amiga, que herdou de uma alguma afetiva mãe, que herdou de algum livro esquecido de culinária. Só não revelamos a origem do nome, um direito exclusivo do seu autor, para ser revelado no calor da cozinha, sentado à mesa, degustando o Bolo de Banana com Animais com uma xícara de café com leite, seja no calor do Recife, no verão do Rio ou no inverno de São Paulo.

Bolo de Banana com Animais

1 – INGREDIENTES

Massa Líquida

  • 3 bananas bem maduras
  • 1 xícara de açúcar mascavo
  • 100 g de manteiga sem sal
  • 3 ovos
  • 1 colher de chá de essência de baunilha

Massa Sólida

  • 1 ½ xícara de farinha de trigo integral
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher de chá de fermento em pó
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 1 colher de sobremesa de canela em pó
  • 2 colheres de sopa de amêndoas em pedaços
  • 2 colheres de sopa de castanhas do Pará em pedaços
  • 3 colheres de sopa de bananas-passas em pedaços
  • 3 colheres de sopa de chocolate meio amargo em pedaços

2 – MODO DE PREPARO

Forma 18 x 28 cm

Para Iniciar

  • Unte uma forma retangular de aproximadamente 18 x 28 cm;
  • Aqueça o forno até 200 oC.

Massa Líquida

  • Amasse com um grafo as bananas e o açúcar, acrescente a manteiga derretida e mexa até formar uma massa homogênea;
  • Acrescente os ovos e a essência de baunilha, mexa até formar uma massa homogênea. Reserve.

Massa Sólida

  • Peneire a farinha de trigo junto com o sal, o fermento em pó e o bicarbonato de sódio;
  • Acrescente a canela em pó, as amêndoas, as castanhas do Pará e o chocolate em pedaços.

Para Finalizar

  • Acrescente a massa liquida aos poucos à massa sólida e mexa lentamente até formar uma mistura homogênea;
  • Adicione à massa a forma já untada;
  • Asse por aproximadamente 30 minutos.

Dicas

  • Amêndoas e castanhas do Pará podem ser substituídas por nozes, avelãs, castanha de caju e/ou amendoim;
  • O chocolate meio amargo pode ser substituído por chocolate ao leite ou branco;
  • Antes de colocar o bolo no forno acrescente aveia em flocos na superfície da massa para decoração;
  • A farinha de trigo integral pode ser substituída para por farinha de trigo convencional.

Banana

Banana

  • Existem diversas espécies de bananas. No Brasil, as mais conhecidas são: nanica, prata, banana-terra e a banana maça;
  • Cada bananeira produz de uma só vez de 5 a 15 pencas de banana;
  • São muito utilizadas na culinária de centenas de países. São consumidas ao natural, fritas, cozidas e assadas;
  • Uma banana madura e de porte grande (nanica, por exemplo) pesa, em média, 120 gramas;
  • A banana é uma fruta rica em fibras, potássio, vitaminas C e A;
  • Aproximadamente, 70% deste fruto é composto por água;
  • A banana nanica, mais consumida no Brasil, é muito utilizada em bolos, doces e outros pratos da culinária brasileira.

Vatapá de Galinha

Vatapá de Galinha

Na Bahia vatapá é feito de diversas formas. Tradicionalmente usamos pão cacetinho dormido (Francês no sudeste do Brasil) como ingrediente para massa. Podemos também usar peixe, bacalhau, galinha ou camarão fresco no modo de preparo. A receita que apresentamos a seguir é de família, da minha família, e sempre foi elaborada com galinha. Não tenho receita escrita, mas durante anos fui testemunha do preparo deste prato feito por minha mãe, irmãs, sobrinhas e ajudantes do lar. Para descrever os ingredientes e o modo de preparo acionei minha memória afetiva culinária, lembrando à movimentação, os aromas, as texturas e a logística da agitada cozinha, especialmente na 6ª feira Santa onde, em paralelo, também eram preparados outros pratos típicos da data. A mesa, sempre posta por volta das 13 horas, era composta, além do vatapá, por frigideira de bacalhau, caruru, arroz branco, bolinho de bacalhau, moqueca de peixe e peixe frito. Medir os ingredientes foi muito difícil, pois esta especialidade baiana é feita sem medidas, é feita com base na nossa herança culinária, olhando e sentido a necessidade de cada ingrediente… de olho, de mão e de coração.
 
Galinha Ensopada
 
1 – INGREDIENTES
  • 2 ½ kg de frango (em pedaços)
  • 2 cebolas
  • 200 ml de leite de coco
  • 4 dentes de alho
  • 4 limões
  • 4 colheres de sopa de azeite de dendê
  • 600 ml de água
  • 500 gramas de camarões secos, sem cabeças e rabos
  • Pimenta do reino a gosto
  • Sal a gosto
  • Gengibre a gosto
  • Azeite de oliva extra virgem

Duas etapas do preparo da Galinha Ensopada

Nas fotos acima: a direita – galinha com camrão para ser refogada, a esquerda – a galinha já refogada com todos os temperos, leite de coco e azeite de dendê.

Galinha Ensopada

2 – MODO DE PREPARO

  • Lave o camarões secos para retirar o excesso de sal;
  • Retire as cabeças e os rabos dos camarões (as cabeças e os rabos serão usados no vatapá, não jogar fora);
  • Adicione o suco dos limões na galinha, acrescente a pimenta do reino, o sal e o alho espremido. Misture bem. Reserve por cerca de 30 minutos;
  • Corte a cebola em pedaços e bata no liquidificador com o leite de coco e o gengibre. Reserve;
  • Em uma panela grande adicione o azeite de oliva, aqueça e jogue a galinha e os camarões secos, deixando cozinhar sem dourar por cerca de 5 minutos;
  • Acrescente a cebola batida no leite de coco e o azeite de dendê, misture bem e cozinhe por mais de 5 minutos;
  • Adicione a água em etapas, tampe a panela e deixe cozinhar até formar um espesso molho (cuidado para não cozinhar em excesso, pois a galinha ensopada será misturada ao vatapá);
  • Reserve.

Vatapá de Galinha

1 – INGREDIENTES

  • 18 pães cacetinhos dormidos
  • 500 gramas de camarões secos
  • 1 ½ xícara de amendoim torrado sem sal
  • 1 ½ xícara de castanha de caju torrada sem sal
  • 5 tomates
  • 5 cebolas
  • 4 pimentões
  • 12 dentes de alho
  • 1.400 ml de leite de coco
  • 1.600 ml de água
  • 500 ml de azeite de dendê
  • Gengibre a gosto
  • Sal a gosto
  • Coentro e cebolinha a gosto
  • Azeite de oliva extra virgem

Os ingredientes do Vatapá

2 – MODO DE PREPARO

  • Lave os camarões secos para retirar o excesso de sal;
  • Bata os camarões secos, as cabeças e os rabos (guardados da galinha ensopada) no liquidificador com 200 ml de água (bater bem, formando uma pasta homogênea). Reserve;
  • Lasque os pães em pequenos pedaços, coloque em um recipiente grande e umedeça com 800 ml de leite de coco e 600 ml de água. Reserve por cerca de 1 hora;
  • Corte os tomates, as cebolas e os pimentões em pedaços. Reserve;
  • Pique o coentro e a cebolinha. Reserve;
  • Descasque os alhos. Reserve;
  • Bata o pão umedecido, os temperos, o gengibre, o amendoim, a castanha e a pasta de camarão no liquidificador utilizando cerca de 600 ml de leite coco e 800 ml de água. Esta etapa é realizada quantas vezes forem necessárias até o término dos ingredientes;
  • Coloque a massa batida em uma panela grande e cozinhe em fogo alto, mexendo com uma colher de pau de cabo longo;
  • Quando a massa saltar da panela (em ponto de fervura) adicione lentamente 500 ml de azeite de dendê;
  • Cozinhe até o vatapá ficar com coloração homogênea, saltando da panela e em ponto de fervura;
  • Adicione a galinha ensopada e o azeite de oliva, misture com cuidado e cozinhe por cerca de 5 minutos;
  • Sirva como desejar.

Vatapá

Nas fotos acima: a direita – massa batida no liquidificador, a esquerda – o Vatapá já cozido.

3 – OBSERVAÇÕES IMPORTANTES

  • O momento exato da adição do azeite de dendê é determinado pelo sabor da massa, não devendo apresentar predominância de sabor de pão, portanto, à medida que for cozinhando o vatapá vá provando para acompanhar o sabor;
  • O mesmo ocorre no momento da adição da galinha ensopada. Neste momento o vatapá deve apresentar coloração homogênea, saltando da panela e em ponto de fervura, não devendo apresentar sabor de azeite de dendê cru;
  • A galinha ensopada pode ser servida separada, sem ser misturada ao vatapá. Neste caso, aumente o camarão seco do vatapá para 1 Kg e bata em 400 ml de água para formação da pasta homogênea de camarão;
  • A receita descrita acima rende cerca de 40 porções. Para quantidades menores divida tudo por 2, por 3 ou por 4, ajustando as quantidades para mais ou para menos quando o resultado da divisão não for exato;
  • O tempo de cozimento é cerca de 90 minutos;
  • Vatapá é uma comida trabalhosa, que requer dedicação e afeto no preparo. Mexer sempre a panela com uma colher de pau de cabo longo, durante o cozimento, é fundamental para obtenção de um bom resultado.

Páscoa

Saindo da Páscoa e já pensando no Dia das Mães, a data mais afetiva do ano!

Pinguim Páscoa

Memória Afetiva da 6ª feira da Paixão

Apresentamos a seguir 3 comentários deixados no nosso Facebook, de locais diferentes do Brasil, mas com a mesma dose de memória afetiva.

Cleiva Donadel Issa (Porto Alegre – RS)

  • “É interessante como nesta época cada família se volta ao passado e repete o que fazia com nossas mães. Nós sempre comíamos o bacalhau de forno e meu pai, lembro bem, ele só gostava do bacalhau com refogadinho de molho de tomate para comer com polenta, como bom italiano não dispensava a polenta nem nesta data. A gente lembra e dá uma saudade dolorida até de vermos como o tempo passou rápido e ele se foi há tanto tempo, que saudades…, rirmos, brincar e fazer os coelhinhos e suas patinhas entrando pela janela marcadas com farinha de trigo. Lembranças gostosas e que gostaríamos que todos as tivessem com o mesmo valor que quando éramos crianças se vivia. Tudo era festa, tudo alegria… até as coisas mais simples eram festejadas com muita alegria e muita festa…”

Jucimar Pedreira (Feira de Santana – BA)

  • “É tradição também congelar porções para pessoas distantes… rsrsrsrs quero a minha!”

Renata Rodrigues (Sorocaba – SP)

  • “Estive na minha mãe hoje. É incrível a tradição gastronômica dela para a 6ª feira da Paixão: lascas de bacalhau encobertas de massa tipo panqueca, bolinhos de bacalhau com a receita do bolinho de arroz, torta de legumes para quem não come peixe e salmão com molho de camarão pra quem não come bacalhau kkk. Parecemos crianças que amam rever o mesmo filme zilhões de vezes!”
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