O Carê do Borozinho

O Carê do Borozinho

Um legítimo descendente da comunidade japonesa, com alma, cabeça e pé nas raízes do Brasil. Boro é assim e muito mais. Afetivo na cozinha, com um infinito cardápio que vai da comida baiana, passa pela mineira, passeia nos pequis de Goiás, vai à Espanha, viaja na cozinha Árabe, aventura-se pelas iguarias portuguesas e chega a São Paulo, na simplicidade da comida paulista de casa, da sua casa japonesa materna.

Toda esta diversidade culinária é niponicamente elaborada – sem receitas – na sua simplista cozinha. Boro é cozinheiro de olho, de mão, de coração. Tenho grandes memórias culinárias dos almoços e jantares deste amigo querido, que tem a sabedoria japonesa e a liberdade de misturar e subverter suas receitas, tomando-as únicas e autorais.

Foi difícil, mas colei no fogão do cozinheiro “quase” japonês e resgatei a receita do Carê, uma das suas especialidades que apresentamos a seguir.

O Carê do Borozinho

Carê e Gohan

1 – INGREDINTES

  • 250 g de carne (alcatra) em cubos pequenos
  • 300 g de ervilha fresca
  • 2 batatas grandes em cubos
  • 2 cenouras grandes em cubos
  • 10 vagens em pedaços
  • 1 cebola grande picada
  • 1 cebola em pedaços
  • 1 dente de alho socado
  • 1 tablete de caldo de carne (costeleta)
  • 3 colheres de sopa de farinha de trigo (cheia)
  • 4 colheres de chá de curry*
  • Sal a gosto
  • Ajinomoto a gosto**
  • Azeite de oliva extra virgem

2 – MODO DE PREPARO

  • Em uma panela, refogue a cebola picada e o alho socado em um pouco de azeite de oliva;
  • Adicione a carne até dourar por fora, mexendo sempre;
  • Acrescente a batata, a cenoura, a vagem, a ervilha, a cebola em pedaços, o caldo de carne e água até cobrir totalmente os ingredientes na panela;
  • Tempere com sal a gosto e uma pitada de Ajinomoto;
  • Enquanto este “ensopado” ferve em fogo médio/alto, misture a farinha de trigo com o curry e água suficiente para fazer uma mistura cremosa e sem grumos;
  • Adicione este creme ao ensopado e misture bem. Certifique-se de que a cenoura e a batata estão cozidas antes de adicionar o creme de curry;
  • Deixe cozinhar em fogo baixo por cerca 5 minutos;
  • Sirva com arroz branco japonês (Gohan***).
 

Curry

*Originalmente o caril ou curry é um ingrediente parte da culinária indiana e que foi inserido como parte integrante da culinária japonesa. É uma mistura de especiarias muito utilizada na culinária de vários paises especialemente Índia e Tailândia. Este condimento é feito à base de pó amarelo de açafrão-da-índia, cardamomo, coentro, gengibre, cominho, casca de noz-moscada, cravinho, pimenta e canela, porém existem curry que chegam a levar setenta plantas diferentes.  

**Ajinomoto Co., Inc. (em japonês: ???????, Ajinomoto Kabushiki-gaisha) é uma empresa japonesa que produz alimentos, óleos de cozinha e remédios. A tradução literal de Aji no Moto é “essência do sabor”, nome utilizado também como a marca do produto principal da empresa: o glutamato monossódico (MSG). O Ajinomoto é largamente utilizado na culinária japonesa.

 

Gohan

***Gohan é o que há de mais essencial na culinária japonesa. Base da alimentação diária do país, os japoneses costumam dizer que “sem arroz não dá para viver” (http://www.culturajaponesa.com.br). 

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Só duas coisas têm valor na vida: comida e bebida

O show de abertura da 9ª FLIP foi memorável – para guardar para o resto da vida. Sorte de quem estava presente para testemunhar Zé Miguel Wisnik, Celso Sim e a maravilhosa Elza Soares, em uma homenagem poética musical a Oswald de Andrade.

Não imaginava achar neste show antológico qualquer relação com o universo afetivo da cozinha, porém fui arrebatado com a voz de Elza Soares na canção “Comida e Bebida” (Zé Miguel Wisnik / Zé Celso Martinez Correa – Sobre poema As Bacantes de Eurípedes).

Todos os grandes valores da vida são sempre pautados, de alguma forma, antes, durante ou depois, por comida e bebida, portanto é muito fácil entendermos que Só duas coisas têm valor na vida: comida e bebida”. Esta letra traduz na essência o que representa comida, comida afetiva.

Elza Soares canta Comida e Bebida - Show de Abertura da 9a FLIP (Paraty/RJ - 06 jul 2011)

Comida e Bebida

Só duas coisas têm valor na vida:

comida e bebida

comida e bebida

comida é terra

deusa terra

dê-me terra

tua velha conhecida

que você chama

pelo nome que te apraz

pois com comida sólida

ela dá de mamar

ela dá de mamar

ela dá de mamar

aos mortais

agora soma para multiplicar bebida

que o filho de sêmele trouxe divino

do fruto molhado da vinha

embebedando os mortais

e liquidando os seus ais

trazendo o sonho o apagamento

dos endividamentos de cada dia

um deus que aos deuses se dá

um deus que se põe ao dispor

não há melhor drogaria pra dor

a ele que se deve o que se dá e se recebe

o bem que se tem e que se detém

um messias que se bebe

Elza Soares canta Comida e Bebida

http://www.goear.com/listen/80e7ac5/Comida-e-Bebida-Elza-Soares

Miguel Wisnik e Zé Celso Martinez Correa cantam Comida e Bebida

http://www.youtube.com/watch?v=1YnuZdGoR3Q

Adelaide & Dagmar de Paraty

Final de tarde em Paraty!

Paraty não é apenas uma linda cidade colonial, fundada em 1667 em torno da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, Patrimônio Histórico Nacional, com vários encantos naturais e arquitetônicos e uma lista infinita de atrações que torna esta cidade do Rio de Janeiro um dos lugares mais emocionantes do mundo. Paraty é também uma cidade de milhares de possibilidades, do lazer ao prazer extremo. Prazer de viver uma atmosfera especial, sentir seu vento, o sol, seu entorno montanhoso, o frio noturno, uma boa aguardente, a maré alta lambendo suas calçadas de pedras “pés-de-moleque”. Uma cidade que exala perfume de história em todas as suas formas traduzidas nos velhos casarões, nas lojas de arte e artesanato, na gastronomia.

Atelier Adelaide & Dagmar

Estamos na 9ª FLIP – Festa Literária de Paraty –, de 4ª feira, 06/07, a domingo, 10/07, e já na primeira caminhada pela cidade encontramos o Atelier Adelaide & Dagmar, um local de artes plásticas e moda vintage, com algo muito especial que nos chamou atenção. Sobras de tecidos são transformadas em aventais culinários com muita arte e afeto. Impossível passar despercebido por estas roupas de cozinha, roupas de cozinha afetiva, de Lucila Proença, proprietária do atelier. Vá a Paraty, vá a FLIP e traga um avental da Adelaide & Dagmar para vestir na sua cozinha afetiva.

Atelier Adelaide & Dagmar – Rua da Ferraria, 3 – Centro Histórico – Paraty – Rio de Janeiro – Fone: (55) (24) 3371-1809 – www.adelaideedagmar.com.brwww.lucilaproarte.com.br

Aventais com sobras de tecidos

Aventais em várias estampas

 

FAROFA DE ARROZ DA CIDA

Farofa de Arroz da Cida

A Cida indica a sua Farofa de Arroz para acompanhar churrasco. Pode até ser, mas em nossa opinião – minha e de muita gente que já provou esta especialidade culinária afetiva da Cida – a farofa vai muito bem com tudo, tudo mesmo.

No Nordeste comeríamos com muito prazer na mistura de arroz, feijão, macarrão e uma boa carne de panela. Esta história de feijão com macarrão e farinha – ou farofa – é outra história para outro post, lembrei porque a farofinha de arroz da Cida é muito especial, e quando tem farinha de mandioca na mesa sempre fico saudoso desta mistura meio sem sentido, meio sem noção, sem explicação. Como podemos misturar feijão, farinha e marcarrão? Experimente! Só assim podemos entender, mas lembre de colocar um pouco de pimenta.

De acordo com a dona da farofa de arroz, a receita abaixo rende 20 porções. Só mesmo ela, a matemática Cida para pensar no rendimento.

1 – INGREDIENTES

  • 5 xícaras de chá de arroz cozido
  • 300 g de bacon picado
  • 300 g de farinha de milho em flocos
  • 300 g de farinha de mandioca em flocos (tipo biju)
  • 2 latas de ervilha em conserva
  • 2 latas de milho em conserva
  • Azeitonas picadas a gosto
  • Pimentão vermelho e amarelo (opcional e a gosto)
  • Salsinha e sal a gosto

2 – MODO DE PREPARO

  • Frite bem o bacon, adicione os pimentões picados e junte as duas farinhas para dar uma tostada. Reserve;
  • À  parte, junte a ervilha, o milho, as azeitonas e a salsinha. Reserve;
  • Junte as misturas acima ao arroz cozido, ajuste o sal e misture bem.

3 – DICA

  • Outra opção é colocar linguiça fresca picadinha, junto ao bacon, fica muito bom;
  • Se estivesse na Bahia usaria uma farinha de mandioca comprada nos mercados populares. Aqui em São Paulo adoro a marca Deusa, produzida na cidade de Graça pela Indústria de Alimentação Manjolinho – A Deusa Alimentos (www.deusa.com.br). A indústria é de 1929 e a marca Deusa de 1940. Atenção para o design da embalagem, simplesmente fantástico.

Deusa - "Você Merece"

Hoje é São João!

Pinguim Junino - Viva São João

Capelinha de melão

É de São João

É de cravo, é de rosa

É de manjericão!

Viva São João – Torta de Tapioca da Dona Terezinha

Mesa Junina com Torta de Tapioca

“Tenho fé nesta fogueira

Acesa por minha mão,

Que falará a verdade

Em noite de São João”.

Das três festas juninas (Santo Antônio, São João e São Pedro), São João é a festa mais popular e tradicional, especialmente no norte e nordeste do Brasil, onde comemoramos com comidas e bebidas típicas, fogos, fogueiras, quadrilhas e trajes tradicionais, resgatando a simplicidade da moda da roça, da moda do interior. O balão, um dos principais ícones da festa, transformou-se apenas em decoração junina. Soltar balão na noite de São João é um “ato criminoso”… ameaça para nossas cidades, indústrias e o que nos restam de áreas verdes. Meu pai era um baloeiro extraordinário, com habilidades artísticas e técnicas para elaborar grandes e coloridos balões para nossas noites juninas. Que felicidade ter vivido uma infância livre, e não nos sentir criminosos por soltar nossos balões em plena cidade. Outro tempo, tempo feliz, tempo de São João com fogueira, fogos e balões.

“Cai, cai, balão

Cai, cai, balão

Na rua do sabão

Não cai não, não cai não, não cai não

Cai aqui na minha mão”.

A Toalha de Balões da Dal, de Brasília

As comidas das festas juninas são especiais. Não me lembro de época mais saborosa durante o ano. Amendoim cozido, canjica, pamonha, licor de jenipapo, bolo de milho, queijo Palmira e bolo/torta de tapioca são minhas comidas favoritas, que fazem parte das minhas memórias afetivas juninas. Tenho certeza que não seria a mesma pessoa que sou, caso não tivesse na minha criação, na minha formação, os ingredientes juninos da minha casa materna.

E para comemorar nosso São João, aqui de São Paulo, vamos a uma receita muito especial da Dona Terezinha, nossa Mainha Baiana; Torta de Tapioca. É impressionante como algo de comer pode apresentar um sabor, uma textura e um aroma desta natureza… é realmente uma comida de Santo, uma comida de Santo Antonio, São João e São Pedro, uma comida especial da Santa Dona Terezinha, para comer ajoelhado!

Torta de Tapioca da Dona Terezinha

1 – INGREDIENTES

  • 3 xícaras de farinha de tapioca
  • 2 ½ xícaras de açúcar
  • 1 coco ralado grande (150 gramas)
  • 1 ½ garrafinha de leite de coco (300 ml)
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 2 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 1 xícara de leite de vaca
  • 1 colher de sopa de fermento em pó
  • 4 ovos

2 – MODO DE PREPARO

Para Iniciar

  • Forre uma forma redonda de fundo removível (28 cm de diâmetro) com papel manteiga;
  • Aqueça o forno até 180 oC.

Preparo

  • Adicione os ingredientes em uma vasilha, na ordem listada acima. Misture e reserve;
  • Em outra vasilha bata as claras em neve, coloque as gemas e adicione aos demais ingredientes. Misture tudo;
  • Adicione a massa na forma e asse (180 oC) por cerca de uma hora ou até ficar com a superfície dourada.

A massa da Torta de Tapioca na forma forrada com papel manteiga

Cobertura (opcional)

  • 1 lata de leite condensado;
  • Cozinhe a lata de leite condensado em uma panela de pressão por 15 minutos, para obter um doce de leite cremoso (Atenção – para cozinhar a lata de leite condensado na panela de pressão é necessário que a lata esteja mergulhada em água);
  • Desligue o fogo e deixe esfriar bem;
  • Abra a panela (já fria) e retire a lata;
  • Coloque a lata na geladeira por cerca de 20 minutos;
  • Espalhe o doce de leite cremoso pela Torta de Tapioca e decore com ameixa seca.

Observação

  • Se for usar o coco de saquinho (não o fresco) hidrate com uma garrafinha de leite de coco (quantidade inclusa na lista de ingredientes), mais uma xícara de leite de vaca (além da que está na lista de ingredientes).

Licor de Cajá

Ainda no clima de Trezena e já chegando às festas de São João e São Pedro, vamos aproveitar este delicioso e afetivo mês para nos deliciar com as bebidas e comidas típicas desta época. Abrimos com o Licor de Cajá, que também fez parte da noite de 13 de junho. 

Mesa Típica da Trezena de Santo Antônio

Licor de Cajá

Sempre temos boas oportunidades para que possamos aprender uma nova receita, em qualquer lugar, com qualquer pessoa. Estava em Feira de Santana, Bahia, no escritório do meu irmão, onde engatei uma conversa com um funcionário que acabou na cozinha, na cozinha deste funcionário, que além de segurança e pedreiro, também consegue arranjar algumas horas vagas, no seu escasso tempo, para produzir licores de frutas da época e complementar sua renda familiar. Copiei a receita, especialmente por ser de cajá – taperebá no Norte do Brasil –, já pensando em colhê-los no Sítio Marocas onde temos pés frondosos desta fruta. Assim feito. Colhi os cajás e os enfiei na mala devidamente embalados em sacos plásticos.

Saí de Feira de Santana para Salvador – onde ficaria uma noite –, de Salvador para o aeroporto 2 de julho (para mim o aeroporto de Salvador sempre será 2 de julho), do 2 de julho para o aeroporto de Guarulhos, de Guarulhos para minha casa em São Paulo, passando logicamente pelas engarrafadas marginais Tietê e Pinheiros. Entre idas e vindas, considerando ainda a delicadeza que manipulam nossas bagagens nos aeroportos, os cajás ficaram por mais de 30 horas na minha mala… não preciso falar mais nada: a polpa já chegou quase pronta em São Paulo e tudo mais da mala com um aroma surpreendente dos cajás.

Valeu o esforço, pois o licor apresentado abaixo é muito bom, de fácil preparo e ideal para festas juninas.

1 – INGREDIENTES

  • Aproximadamente 140 cajás
  • ½ litro de cachaça
  • 8 colheres de sopa de açúcar mascavo
  • 1 lata de leite condensado
  • 600 ml de água mineral

2 – MODO DE PREPARO

Modo de Preparo Ilustrado - Licor de Cajá

(1 e 2) Cajás do Sítio Marocas

(3) Cajás em cozimento para extração da polpa

(4 e 5) Polpa sendo esprimidas no pano de prato

(6) Caroços sem polpa

(7) Polpa do cajá

(8) Adição da calda na polpa+leite condensado+cachaça

  • Lave os cajás, coloque em uma panela grande e leve ao fogo para cozinhar até soltar as cascas e formar uma polpa cremosa. Mexa vigorosamente com colher de pau para não grudar na panela e ajudar na formação da polpa;
  • Deixe esfriar;
  • Misture 200 ml da água mineral e passe a polpa por uma peneira ou esprema com ajuda de um pano de prato;
  • Utilize mais 200 ml da água mineral para lavar bem os caroços do cajá, deixando-os totalmente sem a polpa;
  • Adicione a cachaça e o leite condensado à polpa do cajá, mexa bem e reserve;
  • Em outra panela faça uma calda com o açúcar mascavo e  água mineral restante (200 ml);
  • Adicione a calda à mistura da polpa do cajá + leite condensado + cachaça, misture bem até formar uma mistura licorosa e homogênea. Ajuste a consistência conforme sua preferência adicionando mais água mineral (ou cachaça, se desejar um licor mais forte);
  • Transfira o licor para garrafas previamente higienizadas, tampe bem e deixe repousar por cerca de duas semanas;
  • Após este tempo, faça uma nova filtragem utilizando panos de prato;
  • Transfira o licor de cajá para licoreiras (para manter as características do licor, sugerimos consumir em três meses). 

Licor de Cajá

Coroa de Santo Antonio

Fechamos hoje, 13 de junho, a Trezena de Santo Antônio. No post anterior, mais abaixo,  já inserimos a reza do dia que complementa as 13 rezas realizada de 01 a 13 de junho.

A seguir temos uma reza especial, A COROA DE SANTO ANTÔNIO,  para quem deseja fazer em casa, hoje, porém deve ser acompanhada de pelos menos 13 pessoas. Foi trazida da Bahia, por Dona Terezinha, das tradicões baianas ao louvor a Santo Antônio.

Como é feita especialmente no dia 13, dever ser seguida de muita festa e muita comida e bebida afetiva. Boa reza! Boa festa!

Santo Antônio... presente da DonaTerezinha!

Glorioso taumaturgo Santo Antônio, pai dos pobres e consolador dos aflitos, que com tanta solicitude viestes em meu auxílio e assim me consolastes; eis-me a vossos pés para vos trazer meus agradecimentos e dos meus amigos e parentes. Aceitai-o junto com a promessa, que vos renovo, de viver sempre no amor de Jesus e do próximo. Continuai a nos conceder vossa proteção e obtende-me a graça final de poder entrar um dia no céu para cantar convosco as divinas misericórdias. Assim seja.

1 – Santo Antônio, que ressuscitou os mortos, rogai por todos os agonizantes e pelos nossos queridos defuntos.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

2 – Santo Antônio, apóstolo infatigável do Evangelho, defendei-nos contra os erros dos inimigos de Deus e rogai pelos necessitados e pela paz universal.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

3 – Santo Antônio, poderoso amigo do Coração de Jesus, livrai-nos das calamidades que nos ameaçam por causa dos nossos pecados.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

4 – Santo Antônio, que expulsais os demônios, fazei-nos triunfar das suas ciladas.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

5 – Santo Antônio, lírio de celestial pureza, purificai-nos das manchas da alma e livrai nosso corpo de todos os perigos.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

6 – Santo Antônio, que dais saúde aos enfermos, curai as nossas doenças e conservai-nos a saúde.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

7 – Santo Antônio, guia dos caminhantes, conduzi ao porto de salvamento os que andam sobre as águas do mar ou correm perigo de perder-se, e acalmai as ondas agitadas de paixão que perturbam o espírito.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

8 – Santo Antônio, que dais a liberdade aos cativos, livrai-nos do cativeiro do pecado.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

9 – Santo Antônio, que dais o uso de seus membros a jovens e anciões, conservai-nos o uso perfeito dos sentimentos do corpo e das faculdades do espírito.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai

10 – Santo Antônio, que deparais as coisas perdidas, fazei que achemos o que perdemos, na ordem espiritual e corporal.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

11 – Santo Antônio, protegido de Maria afastai de nós os perigos da alma e do corpo.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

12 – Santo Antônio, que socorreis toda a indigência, assisti-nos nas nossas necessidades, dai pão e proporcional trabalho honesto aos que dele carecem.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

13 – Santo Antônio de Lisboa, nós que proclamamos reconhecidos o vosso maravilhoso poder e vos damos graças por vossos favores, vos pedimos que nos assistais em todos os dias de nossa vida.

Todos

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

Dono da Noite

Meu querido Santo Antônio, Santo dos mais carinhosos, vosso ardente amor de Deus, vossas sublimes virtudes e grande caridade para com o próximo vos mereceram durante a vida o poder de fazer milagres espantosos. Nada vos era impossível senão deixar de sentir compaixão pelos que necessitavam da vossa feliz intercessão. A vós recorremos e a vós imploramos que nos obtenhais a graça especial que neste momento pedimos: …..(fazer os pedidos)….. Ó bondoso e santo Taumaturgo, cujo coração estava sempre cheio de simpatia pelos homens, segredai as nossas preces ao Menino Jesus que tanto gostava de repousar nos vossos braços. Uma palavra vossa vos obterá as mercês que pedimos.

TODOS

ATO DE CONSAGRAÇÃO A SANTO ANTÔNIO

Ó grande e bem-amado Santo Antônio de Pádua! Vosso amor a Deus e ao próximo, vosso exemplo de vida cristã, fizeram de vós um dos maiores santos da Igreja. Eu vos suplico tomar sob vossa proteção valiosa nossas ocupações, empreendimentos, e toda a nossa vida. Estamos persuadidos de que nenhum mal poderá atingir-nos e enquanto estivermos sob vossa proteção. Protegei-nos e defendei-nos. Recomendai nossas necessidades e apresentai-vos como nosso medianeiro a Jesus, a quem tanto amais. Por vosso mérito, que Ele aumente nossa fé e caridade, nos console dos sofrimentos, livrai-nos de todo mal e não nos deixai sucumbir na tentação. Ó Deus todo poderoso, livrai-nos de todo o perigo do corpo e da alma. Auxiliado continuamente por vós, possamos viver cristãmente e santamente morrer.

Amém!

Estandarte e Oratório de Santo Antônio - Feitos pela amiga Silvana, de Salvador!

Trezena de Santo Antônio – 13º Dia – 13 de junho de 2011 (Receita: Dia de Santo Antônio)

 

Santo Antonio... presente do amigo Marcos Costa!

 

 

13º DIA (13/06)

Ao Espírito Santo

Vinde, Espírito Santo, enchei os corações de vossos fiéis, e acendei neles o fogo do vosso amor.

Enviai o vosso Espírito, e tudo será criado.

E renovareis a face da terra.

Oremos: Ó Deus, que iluminais os corações de vossos fiéis com as luzes do Espírito Santo fazei que pelo mesmo Espírito saibamos o que é reto, e sempre gozemos de sua consolação. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

A Santo Antônio

Meu grande protetor Santo Antônio: apresento-me a vós, pedindo-vos me alcanceis de Deus o perdão dos pecados, o espírito de conversão, o crescimento no amor de Deus, e a perseverança no bem até o fim de minha vida. O que especialmente vos peço, é a seguinte graça: (diz-se o que se pede na Trezena). Se esta graça não for conveniente para minha salvação, alcançai-me a perfeita conformidade com a vontade de Deus. Santo Antônio, nestes dias que consagro a vossa honra, como em todos os dias de minha vida, fazei que eu conserve a graça e amizade de Deus, que dele nunca me afaste, e que enfim tenha a felicidade de amá-lo e gozá-lo para sempre em vossa companhia, na felicidade eterna do céu. Amém.

Oração do 13º Dia

Ó glorioso Santo Antônio, amado de Deus e dos homens, eu vos escolho, hoje, para meu protetor e guia. Ajudai-me a combater generosamente, a aceitar os trabalhos desta vida para merecer a recompensa, a suportar as fadigas para merecer descanso, imolar a minha existência para chegar à verdadeira vida. Tenho certeza de que se pedirdes a Deus esta graça para mim, Ele não a negará. Meu querido Santo Antônio, não me recuseis mais esta prova do vosso poder de intercessão. Peço-vos ainda que não deixeis que acabe, esta trezena sem que mereça alcançar a graça particular que do vosso valimento espero. Porém, de antemão me resigno à santíssima vontade de Deus. Amém 

Pai Nosso, Ave Maria, Glória ao Pai.

A RECEITA DA PÓS-ORAÇÃO

As receitas do dia 13 estão no forno, estão em preparo na Cozinha. Serão inseridas no blog durante o dia, durante a semana.

Trezena com Dia dos Namorados!

Pinguim Namorados!

“Santo Antônio me case cedo

Enquanto sou moça(o) e viva(o),

O milho colhido tarde

Não dá palha nem espiga”

Vamos ao penúltimo dia da Trezena de Santo Antônio, experimentando a Porção Mágica para Atrair um Grande Amor, ainda feita em muitas Cozinhas Afetivas do Brasil.

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