… e pra não dizer que não falei das flores [em 2016] …
Venha 2017, com muitas flores!
Athenas [Bar e Restaurante] – Rua Antonio Carlos – São Paulo / SP.
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… e pra não dizer que não falei das flores [em 2016] …
Venha 2017, com muitas flores!
Athenas [Bar e Restaurante] – Rua Antonio Carlos – São Paulo / SP.
Tudo de plástico, bem baratinho, mas encanta os olhos e embeleza as cozinhas. Qual mãe, tia, avo, madrinha (… e eu também), não gostaria de ter essas coisas na casa, na cozinha?
A loja [Econômicas] fica na Rua Barão de Itapetininga, próximo ao número 50, centro, São Paulo [SP]. Pertinho do Teatro Municipal. Tenho uma saudade dolorida do centro de São Paulo da década de 80 e inicio dos anos 90. Fico sempre a procura da magia do centro, da Loja Mesbla, do Mappin (em frente ao Teatro Municipal) e de uma infinidade de lojas que desapareceram. Mesmo assim, é um prazer andar e não fazer nada por essas ruas histórias. Sempre tem algo bom nos esperando.
Adoro o nome Fatia de Parida, muito usual na Bahia para designar Rabanada, que nunca foi comida de Natal para baiano. Minha mãe dizia que era um alimento forte e nutritivo, especial para que tinha acabado de parir, porém, muito comum no café da noite da minha casa materna.
As variações culinárias no Brasil, como em todo lugar, são do tamanho da nossa vontade de comer bem, saudável e com prazer, por isso, histórias e variações são facilmente encontradas por todo lado, especialmente no lado da internet. Não seria diferente para a Rabanada, muito tradicional no Natal do Sul e Sudeste e em várias parte do mundo. Vejam por exemplo o que fala no site da Wikipédia (https://pt.wikipedia.org/wiki/Rabanada).
Na busca por receitas diferentes para o Natal, encontrei a variação abaixo para a Rabanada. Uma receita da empresa COPRA, produtora de óleo de coco e outros derivados. É uma Rabanada feita totalmente com coco (óleo, leite e açúcar do coco), uma sugestão bem nacional com sabor muito especial.
INGREDIENTES
Da Rabanada
Para Polvilhar
Para Fritar
Para Secar
MODO DE PREPARO
Vamos a uma receita diferente para compor a mesa de natal ou ano novo. Bem simples, rápida e diferente. Ideal para acompanhar os tradicionais pratos da época ou comer junto com pães, torradas ou biscoitos. É uma receita de inspiração japonesa, vejam os ingredientes.
INGREDIENTES
O shimeji é uma espécie de fungo comestível, rico em vitamina B12. Inicialmente cultivado em paises orientais, hoje difundido em todo o mundo. O shimeji tem duas variações popularmente conhecidos como shimeji preto e o shimeji branco. Seu nome científico: Pleurotus ostreatus. A diferença da coloração se deve ao método de cultivo e variação genética. Esta diferenciação produz resultados culinários diferentes (http://cogumelos.ind.br/shimeji).
O Wasabi é aquela pastinha verde que acompanha o sushi e vem na lateral do prato ou barca. Também conhecido como “raiz forte”, o wasabi vem da planta wasabia japonica, muito utilizada na culinária japonesa (http://blog.misakirestaurante.com.br).
MODO DE PREPARO
Iremos repetir a receita do Pavê [quase] Errado, porém com uma utilização para as claras dos ovos. As receitas foram elaboradas para uma grande ceia de Natal e/ou Ano Novo, portanto, podem reunir a família e aos amigos. As duas sobremesas são suficientes para 35 a 40 pessoas.
PAVÊ [quase] ERRADO
INGREDIENTESMODO DE PREPARO
PARTE AMARELINHA
PARTE MARROM
SALADA DE FRUTAS COZIDA COM CREME DE CLARAS E CALDA QUENTE
INGREDIENTES
MODO DE PREPARO
DICAS

Da esquerda para direita : Salada de frutas em cozimento / Salda de frutas já cozida e escorrida / Calda do escorrimento / Calda em cozimento no ponto de fio
Era para ser um pavê tradicional com 3 camadas. Uma amarelinha (a melhor e mais concorrida das camadas), com leite condensado, gemas e leite de vaca, a do meio com biscoitos e chocolate e a de cima com claras em neve e creme de leite. Um acidente inesperado vitimou todas as claras, que foram ao chão em um gesto involuntário do meu braço. A parte amarelinha, já pronta e deitada na sua louça branca, esfriava lentamente a espera das demais camadas, que jamais iriam se sobreporem sobre ela, pois um dos ingredientes da parte branca agonizava no chã frio da cozinha. Bem, a solução seria abrir mais 6 ovos para retirar mais 6 claras. Mas o que faria com as 6 gemas? Entre o impacto do acidente e a meleira da minha cozinha, resolvi fazer um improviso. Faria um pavê de duas camadas, uma já estava pronta e outra seria uma mistura do chocolate com o creme de leite. Do caos acidental, com a Globo News estampando um país em choque com o acidente aéreo da Chapecoense e a bandidagem imperando no Congresso Nacional, que legislou na calada da noite em causa própria, nasceu uma sobremesa deliciosa que adoçou esse dia triste e enfadonho.
INGREDIENTES
MODO DE PREPARO
PARTE AMARELINHA
PARTE MARROM
É só pesquisar o nome “quiabada” que logo vai aparecer a “Quiabada da Dal”, com receita [25/03/2015]. Hoje, 29 de novembro, Dal vai repetir está deliciosa receita, aqui em São Paulo. Abaixo o registro do preparo. Delicia!!!
“A mão do povo brasileiro foi a mostra temporária inaugurada do MASP na avenida Paulista em 1969, apresentando um vasto panorama da rica cultura material do Brasil – cerca de mil objetos, incluindo carrancas, ex-votos, tecidos, roupas, móveis, ferramentas, utensílios, maquinários, instrumentos musicais, adornos, brinquedos, objetos religiosos, pinturas e escultura. A mostra, concebida por Lina Bardi com o diretor do museu, Pietro Maria Bardi, o cineasta Glauber Rocha e o diretor de teatro Martim Gonçalves, era um desdobramento de outras mostras organizadas pela arquiteta do MASP em São Paulo (1959) e Roma (1965), onde foi fechada por ordem do governo militar brasileiro, suscitando o artigo do arquiteto Bruno Zevi intitulado L’arte dei porei fa para ai generali“.
A MÃO DO POVO BRASILEIRO, 1969/2016, fica em cartaz até o dia 29 de janeiro de 2017, no MASP, São Paulo. Apresenta um vasto acervo de utensílios de cozinha, com destaque para as colheres de pau, e maquinários usados para produção de rapadura, macarrão, farinha de mandioca, cachaça… (feitos antes de 1970). Excelente oportunidade para ver e conhecer a arte culinária, religiosa e artística da mão brasileira.
Vana Tallinn (estoniano para Velha Tallinn) é um licor produzido pela companhia estoniana Liviko. Está disponível nas variedades de 40%, 45% e 50% (80, 90 e 100 de teor alcoólico respectivamente), bem como em 16% (32 de teor) no creme de licor (Vana Tallinn Kooreliköör). O licor é doce com um leve sabor de rum, aromatizado por várias especiarias naturais, que inclui o óleo cítrico, canela e baunilha. O Vana Tallinn é amplamente encontrado em todos os países bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia). A doçura e o aroma disfarçam o alto teor alcoólico que ele contém tornando-o potencialmente perigoso, especialmente em um cocktail chamado de “Foice e Martelo”, onde ele é misturado com o champagne russo. A bebida recebe esse nome porque segundo uma lenda local, ela atinge a cabeça de quem a bebe e corta-lhe as pernas. Ela é feita com uma parte de Vana Tallinn e quatro partes de espumante ou champagne. O Vana Tallinn normal também pode ser misturado com soda ou leite para se fazer algo semelhante à versão creme de licor.