Viva Elas!

8mar

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Fritada de Ovos

Uma receita de ultima hora, quando bate a fome. Rápida, prática e deliciosa.

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  • Misture bem 2 ovos, 1 colher de sopa de farinha de mandioca e 1 colher de sobremesa de azeite de oliva extravirgem, reserve;
  • 3 a 4 jilós já cozidos e refogados, picados (aqueles que sobraram do almoço – ou qualquer outro legume disponível na geladeira);
  • 3 a 4 fatias de peito de peru defumado picadas;
  • 6 a 9 tomatinhos cereja cortados;
  • Semente de girassol, uvas passas e sal a gosto;
  • Misture tudo e frite em um frigideira com óleo de coco extravirgem.

Quando fui virar a fritada quebrou em 2 partes, que juntei para disfarçar o pequeno acidente culinário. O tempo de fritura é a gosto. Eu prefiro bem tostadinho.

Bom apetite!!!

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Pão da Luzan

E a Luzan, em um passo de mágica, fez esse pão delicioso para um café da manhã. Diz ela que a receita era de alguém, mas para mim é o PÃO DA LUZAN, que gentilmente copiou a receita na hora, a qual apresentamos abaixo, já com algumas mudanças, pois não teria a menor graça não mudar nada.

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INGREDIENTES

  • 1 kg de farinha de trigo
  • 550 ml de água
  • 50 g de açúcar
  • 25 g de fermento biológico fresco
  • 60 g de leite em pó
  • 80 g de manteiga
  • 3 ovos
  • 20 g de sal
  • 2 Gemas para pincelar os pães (joga as claras na massa)

MODO DE PREPARO

  1. Misturar 200 g da farinha de trigo, 100 ml da água e todo o fermento, cobrir com um pano de prato e deixar fermentar por mínimo de uma hora (se não houver crescimento da massa nesta fase, jogue tudo fora e reinicie o processo);
  2. Após a fermentação, misturar todos os demais ingredientes na massa fermentada, mistura bem até formar uma massa lisa e homogênea e deixar fermentar por mais uma hora;
  3. Untar e enfarinhar uma assadeira grande;
  4. Após a 2a fermentação, sovar bem a massa em mesa enfarinhada por cerca de 8 minutos;
  5. Dividir a massa em porções de cerca de 60 g para pequenos pãezinhos ou 110 g para pão tipo hambúrguer (o da foto acima), modelar e deixar crescer por mais 40/60 minutos já na assadeira untada;
  6. Pré-aquecer o forno em 180 oC;
  7. Pincelar os pães com as gemas de ovos;
  8. Assar por cerca de 40 minutos ou até dourar.

Feijão Verde com Maxixe e Carne Seca

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Feijão verde, maxixe e carne seca são ingredientes que nasceram para viver juntos. Acredito! Quando cozidos com cebola, alho e óleo de coco extravirgem transformam-se em algo extraordinário, com um sabor excepcional. É para comer puro. Experimentem!

INGREDIENTES

  • 500 g de feijão verde
  • 300 g de carne seca em pedaços
  • 6 maxixes em rodelas
  • 1 cebola roxa e 1 cebola branca picadas
  • 2 colheres de sopa de óleo de coco extravirgem Copra
  • Alho picado, pimenta do reino e sal a gosto
  • Azeite de oliva extravirgem

MODO DE PREPARO

  • Refogue as cebola e os alhos no óleo de coco extravirgem até dourar;
  • Acrescente a carne e deixe refogar mais um pouco;
  • Junte ao refogado o feijão, a pimenta do reino e complete com água até cobrir o feijão;
  • Deixe cozinhar até o feijão ficar macio, adicionando mais água, se necessário;
  • Acrescente os maxixes e deixei cozinhar, tendo o cuidado de deixá-los bem tenros (maxixe mole é péssimo);
  • Ajuste o sal, desligue o fogo e finalize com o azeite de oliva extravirgem.

- Para meu paladar, a receita ficou salgada, pois não tive o cuidado de retirar bem o sal da carne seca. Cuidado com esse erro básico!

Tilápia ao Forno

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INGREDIENTES

  • 4 filés de tilápia
  • Suco de 1 limão siciliano
  • 1 cebola roxa picada
  • Azeite de oliva extravirgem, alho socado e sal a gosto

MODO DE PREPARO

  • Misture tudo em uma assadeira;
  • Deixe marinando por cerca de 60 minutos;
  • Asse em forno bem baixo pré-aquecido.

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Gazpacho da Mari

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A receita foi passada pela amiga quase recém casada Mariana, em um bar, após algumas caipirosca, mas acho que deu certo. Fiz algumas sabotagens nos ingredientes na hora do preparo, por esquecimento ou por desejo de imprimir minha forma de cozinhar… normal!! Agora a receita de Gazpacho da Mari já virou a receita da Cozinha Afetiva. Em breve será a receita de quem desejar preparar e imprimir seus desejos e afetos no preparo.

INGREDIENTES

  • 10 tomates maduros, sem caroços
  • 1 pepino tipo japonês, aqueles fininhos, sem casca
  • 1 cebolas médias
  • 3 dentes de alho
  • 1/2 xícara de chá de azeite de oliva extravirgem
  • Sal rosa a gosto

MODO DE PREPARO

  • Picar tudo e bater bem (muito bem) no liquidificador até formar uma sopa bem homogênea. Colocar na geladeira. Servir gelado. Delicia!!

Os Figos da Dona Santa

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Dona Santa era uma vizinha da minha mãe, da nossa casa de infância, lá na Praça da Matriz, em Feira de Santana da Bahia. Não lembro dela, como ela era, nem mesmo tenho certeza se o nome era Santa, mas a suposta Dona Santa da minha infância perdida no tempo, tinha um frondoso pé de figo no fundo da casa, que todo ano brotava centenas de figos. Mantendo a boa vizinhança, Dona Santa distribuía seus figos com os vizinhos. Minha mãe recebia sua parte, levando-os direto à panela, com quilos de açúcar, para virar um delicioso doce de figos inteiros.

Só agora ao escrever esse texto, me dei conta que nunca comíamos os figos frescos, nunca! Acho até, que sabor de figo para nós era na forma de doce, muito doce, assim como, sabor de morango era dos biscoitos recheados, pois morangos na minha cidade era algo tão raro, tão raro, que só lembro de comer a fruta anos depois, já adulto (achei horrível, sem qualquer semelhança com os deliciosos recheados da minha infância).

Sempre tive muita resistência aos figos frescos. Não me lembro de sair de algum supermercado ou feira com um pacote de figos na mão, mas, na feirinha orgânica do Parque da Água Branca, aqui em São Paulo, arrisquei comprar uma caixinha com 8 figos. A principio nem sabia o que iria fazer. 4 foram de imediato para uma salada de frutas, e aí, lembrei dos figos da Dona Santa e do doce da minha mãe. A lembrança fez jorrar litros de água da minha boca, o sabor do doce veio como se tivesse comido a poucos minutos e uma saudade enorme me jogou ao fogão para preparar um doce que não tinha a menor ideia de como fazê-lo.

Coloquei duas xícaras de água, duas colheres de sopa de açúcar de coco e cravo a gosto em um panela, e levei ao fogo até levantar bem a fervura. Quando a calda estava encorpando, adicionei os figos cortados ao meio. Concentrei bem a calda, desliguei o fogo, deixei o doce esfriar e fui degustar. Tudo errado!! Nada lembrava o da minha mãe. Até comi o doce, estava bonzinho, bem escuro, devido ao açúcar, mas era outra coisa.

Seria impossível o doce sair com qualquer sabor da minha infância. Cortei os figos ao meio, usei açúcar de coco e inventei um método maluco para fazer o doce. Paciência!! Valeu pela recuperação da memória afetiva do doce dos figos da Dona Santa.

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A FIGUEIRA

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Fruteira ancestral, leva cerca de um ano para iniciar a produção e seus frutos alcançam bons preços, especialmente de agosto a outubro. A figueira é uma espécie vegetal com muitas referências simbólicas. É a primeira planta descrita na Bíblia – Adão vestiu suas folhas ao descobrir que estava nu. Muitos povos da antiguidade a consideravam sagrada. Outros, fonte de fertilidade e fecundidade. Embora com relatos de cultivo tão antigos, sua origem é incerta: surgiu entre o sul da península arábica e a atual Turquia. Do Oriente Médio, a fruta se espalhou para os quatro cantos do mundo, chegando aqui por volta de 1532 pelas mãos do colonizador português Martim Afonso de Souza. Há mais de mil espécies de figueiras, planta do gênero Ficus, da família Moraceae, e nem todas produzem frutos comestíveis. No Brasil, segundo maior produtor mundial, predomina a espécie Ficus carica, a única cultivada com fins comerciais (Ref: http://revistagloborural.globo.com).

Doce de Banana

8 a 10 bananas bem maduras em rodelas finas, 120 ml de Néctar de Coco Copra, 40 g de Açúcar de Coco Copra e 1 xícara de água quente. Colocar tudo na panela e deixar cozinhar em fogo baixo até formar uma pasta consistente e escura, mexendo sempre. Adicionar 1 colher de sopa de Óleo de Coco Extravirgem Copra, cozinhar mais um pouco. Retirar do fogo e deixar esfriar. Conserve em geladeira.

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Salada de Frios do Jucimar

Jucimar foi pra cozinha e fez salada de frios para a Ceia de Natal.

Sempre tem alguém na família com a função de agregar e juntar a “parentada” e agregados em ocasiões especiais. Jucimar, meu irmão,  já assumiu esta posição faz tempo, e ele tem tudo para isso: disposição, energia, bom gosto, tempero apurado, um sítio enorme e muito agradável, além de ter herdado do nosso pai as habilidades para montar o presépio, a arvore de natal e as decorações típicas da época. Que ótimo! E assim, vamos somando natais e alegrias.

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Receita: frios e queijos diversos a gosto, ovos de codornas, azeitonas sem caroços, ameixas sem caroços, mostarda e mel – misture tudo.

Frigideira de Carne

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Nadia foi para cozinha do Sítio Marocas, em Feira de Santana da Bahia, e fez FRIGIDEIRA DE CARNE, para a Ceia de Natal . Feliz Natal ! Receita: carne moída com todos os temperos, inclusive coentro, muito camarão seco sem casca e cabeça, repolho cortadinho miudinho e leite de coco. Refogar tudo no azeite de oliva extravirgem. Untar um refratário, jogar o refogado, reservar. Bater ovos em neve, juntar as gemas, cobrir o refogado. Forno bem baixo até dourar.

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