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Mantenha-se perto de quem cozinha!
Postado por jumar em 26 maio 2016
Bolo Naná, da Rita
Postado por jumar em 6 maio 2016
O Bolo Naná, assim denominado por Rita, é uma homenagem a Dona Naná, uma cozinheira de “mão cheia”. Já a Rita, é outra cozinheira muito criativa que transforma ingredientes triviais em delicias culinárias. A invenção do dia, foi um bolo com óleo de coco extravirgem, sabor laranja, feito para o café da tarde desta 6a feira, quase fria, com a Dona Naná e outros amigos. Ficou ótimo, com um sabor suave de laranja e coco. Receita abaixo.
1 – INGREDIENTES
- 3 ovos
- 200 ml de óleo de coco extravirgem, sabor laranja
- 1 xícara de açúcar
- 1 1/2 xícara de farinha de trigo
- 4 colheres de sopa de leite em pó Ninho
- 8 colheres de sopa de água fria
- 1 colher de chá de baunilha
- 1 colher de sobremesa de fermento em pó
2 – MODO DE PREPARO
- Aqueça o forno a 180 oC;
- Bata as claras na batedeira (ou batedor manual) em ponto de neve, adicione as gemas e misture bem;
- Sempre batendo, adicione o óleo de coco até formar uma mistura homogênea;
- Adicione os demais ingredientes, sempre batendo, um a um, até formar uma mistura lisa e homogênea (exceto o fermento);
- Por fim, acrescente o fermento e bata rapidamente;
- Despeje numa forma untada e polvilhada e leve ao forno por 40/50 minutos;
- Desenforme quando esfriar.
3 – DICAS
- Óleo de coco extravirgem, sabor laranja, usamos da marca COPRA;
- O óleo de coco sabor laranja pode ser substituído pelo sabor limão ou pelo óleo de coco tradicional;
- O tempo de cozimento é estimado. Depende do tipo de formo. Use um palito longo para testar se o bolo está assado.
Sopa de Couve-Flor e Couscous (Marroquino)
Postado por jumar em 4 maio 2016

Sopinha fácil e rápida.
Cozinhe bem: couve-flor, cebola picada, tomate picado sem sementes, pimentão picado, alho socado, pimenta do reino e sal em bastante água.
Deixe esfriar um pouco e bata tudo no liquidificador. Importante que fique um caldo meio ralo.
Devolva o caldo para a panela, ligue o fogo e quando levantar fervura adicione colheres de Couscous Marroquino (a quantidade do couscous irá determinar a consistência da sopa). Deixe cozinhar por cerca de 5 minutos.
Finalize com azeite de oliva extravirgem.
23 de abril – Salve Jorge!
Postado por jumar em 23 abril 2016
Bolo Lanche da Tarde da Tia Nena
Postado por jumar em 20 abril 2016
O bolo da Tia Nena, traduzido em memória escrita para seu sobrinho Beto, é de uma facilidade impressionante. Cheguei na hora que o bolo estava saindo do forno. Comemos quente, subvertendo uma tradição antiga das mães, onde nos eram ditos que bolos quentes causavam “dores de barriga”.
A conversa animada à mesa com Beto e outros amigos, aguardando a hora de sair para o show do Arnaldo Antunes, girou em torno do bolo da Tia Nena e de outros bolos de mães e tias que ficaram nas nossas histórias, nos fazendo lembrar de uma antiga técnica muito usada por elas. Para que o bolo simples do dia a dia não levasse a fama de “bolo de nada”, elas descascavam um limão inteiro, jogando esse caracol de casca dentro dos ovos a serem batidos. A casca só era retirada na hora da massa ser colocada na forma. Tínhamos, então, uma disputa acirrada entre os irmãos, primos e amigos da casa, para quem iria “lamber” aquele caracol delicioso, envolvido com a massa doce do bolo. Um acidente normal do processo culinário, era a casca partir em alguns pedaços, sendo adicionada junto à massa para ser assada. Era muito divertido cortar um pedaço do bolo e achar uma casquinha do limão escondida entre a textura macia e porosa.
A Tia Nena não usou na receita abaixo casca de limão. Ela aromatizou o bolo com raspas direto na massa.
INGREDIENTES E MODO DE PREPARO (escritos da Tia Nena)
Almoço de Domingo na Cozinha da Albinha
Postado por jumar em 16 abril 2016
Domingo é dia de galinha com macarrão?
Lembro da minha mãe aos domingos fazendo um macarrão longo, grosso e furadinho, com muito tempero, inclusive coentro e colorau (urucum). Era da marca Pilar, de Recife, embalado em papel grosso azul cobalto. Tinha três bitolas, o mais grosso usávamos, às vezes, como canudo pra tomar água. O gosto ficava horrível, mas canudos não eram objetos fáceis em casa, só em sorveteria e lanchonetes.
A cor azul cobalto da embalagem do macarrão Pilar e o típico Urucum (colorau) largamente usado na culinária nordestina.
A galinha era de ensopado. Servida à mesa, o caldo da galinha invadia os micros canais do macarrão, que explodiam em sabor e prazer nas nossas bocas de infância. Era também uma diversão, não muito permitida, “sugar” o macarrão como se fosse um longo canudo, para engolir o caldinho da galinha.
Domingo pode até ser dia de galinha com macarrão, mas também é dia de muitas outras culinárias, especialmente quando juntamos gente que gosta de cozinhar. E quando temos gente que gosta de cozinha, de cerveja, de caipirinha, de domingo e de folia, a festa já está pronta. É só juntar as habilidades de cada um, mesmo sabendo que alguns só tem como habilidade gelar a cerveja (que é uma função muito importante), e partir para um almoço de domingão.
Fazemos isso algumas vezes em cozinhas diferentes de diferentes amigos, mas com certeza, a cozinha da Albinha é o lugar preferido para juntar habilidades culinárias diversas, tornando o domingo uma festa de sabores e cores. Evidente que cada almoço tem seu elenco de protagonistas escalados sem nenhum critério, mas com muito afeto.
EM ALGUM DOMINGO DE MARÇO
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BEBIDAS – CAIPRINHAS & CAIPIROSCAS
As caipirinhas e caipiroscas de frutas do Mauricio estão sempre presentes, independente do que será servido. São frutais, com açúcar no ponto certo e generosos cubos de gelo nadando no liquido etílico caudaloso.
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ENTRADA – SALADA
Chicória, catalonia, almeirão, alface roxa, rúcula, rabanete, cebola roxa, tomate cereja, manga, figo, pera, damasco, romã, nozes e folhas de hortelã são os ingredientes da salada (exagerada, jogada aos nossos prazeres) do Mauricio. Folhas amargas em contraste com frutas doces, uma dualidade culinária.
O molho da salada é a mistura de um pote de mostarda Dijon (sabor mel), dois potes de coalhada (sem açúcar), suco de dois limões sicilianos e azeite de oliva extravirgem (medido no pote da mostarda)
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PRATO PRINCIPAL – COSTELINHA DE PORCO
Aqui entrou a Suzi, aquela que já falamos no post de 11/03/2016. A grande diferença é que a Suzi fez as costelinhas do domingo, e claro que ficaram perfeitas e suculentas. Preciso corrigir um erro do preparo do post citado. No marinado deve ser adicionado a mesma quantidade de água em relação ao vinho branco. A verdadeira costelinha da Suzi não é frita, é bem úmida, imersa em um delicioso caldo.
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ACOMPANHAMENTOS
1 – FEIJÃO
Também arte culinária da Suzi. Muito simples. Feijão mulatinho, cozido lentamente, com alho, sal, pimenta do reino e cebola. Só!
2 – ARROZ
Feito por Júlio, meu sobrinho neto afilhado. Simples, refogado no alho e no azeite de oliva extravirgem. Sal a gosto.
3 – FAROFA D’ÁGUA
Farofinha d’água é um especialidade da Bahia, do Nordeste e da família Diniz. A dona da casa e da cozinha foi a responsável. Os temperos (cebola, tomate, coentro, cebolinha e pimentão) são cortados bem miudinhos, adicionados à farinha de mandioca e por fim, vai-se adicionando água fria (aqui está a arte culinária) até obter uma textura de “bolinhas” bem macias. Sal a gosto.
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SOBREMESA
Aqui temos uma revelação nas artes culinárias. Ana, autora da sobremesa, se auto denomina não cozinheira, mas foi ela a responsável pelo manjar branco com ameixas. Cresci ouvindo minha mãe falar que “beleza não põe mesa“, uma verdade. Claro que tudo bonitinho e arrumadinho pode ficar melhor aos olhos e até excitar nosso apetite, mas entre o sabor e a beleza, fico com o sabor, sem dúvidas. Ana, seu manjar estava “bonito e gostoso”.
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Com afeto para os protagonistas do almoço do domingo de março – Mauricio, Suzi, Julio, Alba e Ana
Bolo Madredeus
Postado por jumar em 16 abril 2016
São Paulo está pegando fogo em pleno outono, 32 oC hoje às 16 horas na Avenida Paulista. Enquanto isso, em Campina Grande (Paraíba) chove, o tempo baixou geral e tem gente sonhando com lareira em casa. Também sonho, ou melhor, estou sempre sonhando com dias frios, chocolate quente e especialmente café com leite e bolo. Enquanto o frio não vem (será que vem esse ano?), vamos nos conformando com receitas deliciosas para todos os climas. O Bolo Madredeus veio da Paraíba, do Joca, um amigo querido.
INGREDIENTES & MODO DE PREPARO
- Bater 2 colheres de sopa de manteiga com 1 xícara de açúcar e vai acrescentando devagar 3 ovos.
- Desligar a batedeira e ir misturando com delicadeza, 2 xícaras de farinha de trigo peneirada 2 vezes, e vai acrescentando aos poucos uma xícara bem generosa de suco de laranja misturada com um cálice mais generoso ainda, de licor Dambrui.
- Acrescentar 1/2 xícara de casca de laranja picada e 1 xícara de frutas cítricas cristalizadas passadas na farinha de trigo. Mais 1 pitadinha de sal e pronto.
- Botar no forno pré-aquecido e assar em torno de 20 minutos a 180/160 oC.
- Servir morninho acompanhado de café e ouvindo “A Andorinha da Primavera” do Madredeus.
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“A Andorinha da Primavera” – Música do Madredeus (Grupo português de grande projeção mundial. A sua música combina influências da música tradicional portuguesa com a música erudita e com a música popular contemporânea).
Andorinha de asa negra aonde vais ?
Que andas a voar tão alta
Leva-me ao céu contigo, vá
Qu´eu lá de cima digo adeus ao meu amor
Ó Andorinha da Primavera
Ai quem me dera também voar
Que bom que era
Ó Andorinha na Primavera também voar
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Drambuie é um licor de uísque de malte a base de mel, ervas e uma mistura secreta de especiarias. O sabor sugere açafrão, mel, erva-doce e noz-moscada. É produzido em Broxbum, West Lothian, na Escócia.


















