É só pesquisar o nome “quiabada” que logo vai aparecer a “Quiabada da Dal”, com receita [25/03/2015]. Hoje, 29 de novembro, Dal vai repetir está deliciosa receita, aqui em São Paulo. Abaixo o registro do preparo. Delicia!!!
To set your featured posts, please go to your theme options page in wp-admin. You can also disable featured posts slideshow if you don't wish to display them.
To set your featured posts, please go to your theme options page in wp-admin. You can also disable featured posts slideshow if you don't wish to display them.
To set your featured posts, please go to your theme options page in wp-admin. You can also disable featured posts slideshow if you don't wish to display them.
É só pesquisar o nome “quiabada” que logo vai aparecer a “Quiabada da Dal”, com receita [25/03/2015]. Hoje, 29 de novembro, Dal vai repetir está deliciosa receita, aqui em São Paulo. Abaixo o registro do preparo. Delicia!!!
“A mão do povo brasileiro foi a mostra temporária inaugurada do MASP na avenida Paulista em 1969, apresentando um vasto panorama da rica cultura material do Brasil – cerca de mil objetos, incluindo carrancas, ex-votos, tecidos, roupas, móveis, ferramentas, utensílios, maquinários, instrumentos musicais, adornos, brinquedos, objetos religiosos, pinturas e escultura. A mostra, concebida por Lina Bardi com o diretor do museu, Pietro Maria Bardi, o cineasta Glauber Rocha e o diretor de teatro Martim Gonçalves, era um desdobramento de outras mostras organizadas pela arquiteta do MASP em São Paulo (1959) e Roma (1965), onde foi fechada por ordem do governo militar brasileiro, suscitando o artigo do arquiteto Bruno Zevi intitulado L’arte dei porei fa para ai generali“.
A MÃO DO POVO BRASILEIRO, 1969/2016, fica em cartaz até o dia 29 de janeiro de 2017, no MASP, São Paulo. Apresenta um vasto acervo de utensílios de cozinha, com destaque para as colheres de pau, e maquinários usados para produção de rapadura, macarrão, farinha de mandioca, cachaça… (feitos antes de 1970). Excelente oportunidade para ver e conhecer a arte culinária, religiosa e artística da mão brasileira.
Vana Tallinn (estoniano para Velha Tallinn) é um licor produzido pela companhia estoniana Liviko. Está disponível nas variedades de 40%, 45% e 50% (80, 90 e 100 de teor alcoólico respectivamente), bem como em 16% (32 de teor) no creme de licor (Vana Tallinn Kooreliköör). O licor é doce com um leve sabor de rum, aromatizado por várias especiarias naturais, que inclui o óleo cítrico, canela e baunilha. O Vana Tallinn é amplamente encontrado em todos os países bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia). A doçura e o aroma disfarçam o alto teor alcoólico que ele contém tornando-o potencialmente perigoso, especialmente em um cocktail chamado de “Foice e Martelo”, onde ele é misturado com o champagne russo. A bebida recebe esse nome porque segundo uma lenda local, ela atinge a cabeça de quem a bebe e corta-lhe as pernas. Ela é feita com uma parte de Vana Tallinn e quatro partes de espumante ou champagne. O Vana Tallinn normal também pode ser misturado com soda ou leite para se fazer algo semelhante à versão creme de licor.
O pão de sal cacetinho (francês aqui em São Paulo) sempre era comprado em excesso para que sobrasse. Dormia uns dias no saco pardo de papel, para só então ser cortado em grossas fatias e ser levado ao forno, deixando-as bem torradinhas. A etapa seguinte era passar as torradas manualmente na máquina de moer carne, tarefa de responsabilidade das crianças da casa. Tudo isso era uma prática habitual e rotineira da minha mãe para fazer Farinha de Pão, ou de rosca como é conhecida em alguns lugares. A farinha adquiria um sabor mais adocicado quando torradas de pão doce, pão de coco ou pão de milho eram misturadas às torradas do pão cacetinho. Não chegava a ser uma forte concorrente da farinha de mandioca, mas competia no mesmo nível das preferências da casa e também no preparo das farofas.
Hoje tenho comprado a Farinha de Pão em padarias, mas não é igual, não mesmo, a da minha infância, talvez por isso não consigo comer pura com feijão ou outros pratos, então faço farofas.
A seguir temos duas receitas bem simples, de fácil preparo. Uma tradicional e outra da casa da Dona Naná. No domingo, 04/09, fui surpreendido com uma farofa deliciosa com Farinha de Pão. Na casa da Naná a farinha é feita por Denise, a filha. Ela deixa o pão ficar bem duro, não torra e passa no processador. Os ingredientes da farofa são do Marcos, o filho. O resultado? Dos Deuses!
As quantidades dos ingredientes são do gosto pessoal de cada um. Mais ovos, deixa a farofa mais “molhadinha”, mais berinjelas, vai deixar mais “pedaçuda”. Quanto mais Farinha de pão for adicionada, mais seca vai ficar a farofa. Usem as quantidades que desejaram, mudem os ingredientes, façam o que achar melhor. Cozinhar é experimentar!
RECEITA I
INGREDIENTES - Cebola, alho, azeite de oliva extravirgem, sal, pimenta do reino, cenoura ralada, ovos e Farinha de Pão.
MODO DE PREPARO - Dourar a cebola e o alho no azeite de oliva extravirgem, adicionar a cenoura ralada, sal e pimenta do reino (a gosto), adicionar os ovos, deixar cozinhar e por fim adicionar a Farinha de Pão, deixando cozinha bem.
RECEITA II
INGREDIENTES - Cebola, alho, azeite de oliva extravirgem, sal, pimenta seca, pimenta fresca (dedo de moça), berinjela em cubos, pimentão vermelho em pedaços, pimentão amarelo em pedaços, ovo cozido e Farinha de Pão.
MODO DE PREPARO - Dourar a cebola e o alho no azeite de oliva extravirgem, adicionar a berinjela, o pimentão vermelho, o pimentão amarelo, sal e as pimentas (a gosto), refogar bem e por fim adicionar a Farinha de Pão, deixando cozinha bem, finalizar com os ovos cozidos em pedaços, misturando com cuidado.
Na foto superior, o refogado da farofa de Farinha de Pão dos Costas
Na foto inferior, o refogado já com com a Farinha de Pão, sem os ovos cozidos
Produtos Artesanais da Tia Cila (Rod. Pedro Cola, Km 01 – 028 3546-1581), em Venda Nova do Imigrante, no Espírito Santo. Biscoitos, massa, licores, bolos, panos de pratos e tudo para deixar nossa cozinha mais afetiva.
Claudia Artesanato, em Venda Nova do Imigrante (ES). Rodovia Pedro Cola, Km 1. 028 99884-1281. Como viver sem esses artesanatos de casa e cozinha da Dona Claudia?
Cozinhar em Paranapiacaba é um exercício do prazer. Não há trabalho, não há cansaço, não importa para quantos.
A casa, a pinga de cambuci, o clima, a neblina densa, que invade sem cerimônia todas as janelas da casinha azul, são os melhores ingredientes.
O bom mesmo é cozinhar para muitos, fazer paneladas de comidas, paneladas de prazeres, sentindo o vapor perfumado do alho, cebola e azeite de oliva se misturarem com a neblina da cidade.
Picar, cortar, desconstruir ingredientes para construir alguma comida, apenas pelo prazer de cozinhar, sentar à mesa grande de madeira, posta com pratos emborcados como nas mesas nordestinas de antigamente.
A receita abaixo, de um sábado friozinho de junho, com carnes de vaca e porco cozidas na panela, foi meio que construída do nada, pensando no prazer das panelas e no compartilhamento da mesa grande de madeira.
1 – INGREDIENTES
2 – MODO DE PREPARO
IMPORTANTE