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	<title>Cozinha Afetiva &#187; Produtos Afetivos</title>
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	<description>Memória Afetiva Culinária</description>
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		<title>Leite Mãe, Leite Moça</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Mar 2012 18:34:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
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		<description><![CDATA[“Leite materno se refere ao leite produzido pela mulher e é utilizado para alimetar seu bebê através do aleitamento. É ele a primeira e principal fonte de nutrição dos recém-nascidos até que se tornem aptos a comer e digerir os alimentos sólidos”. Esta é uma definição clássica e usual para leite materno, encontrada na Wikipedia. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4407" style="width: 455px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4407" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/03/31/leite-mae-leite-moca/attachment/92128473/"><img class="size-full wp-image-4407    " title="Leite Mãe" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/03/92128473.jpg" alt="" width="445" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">Leite Mãe</p></div>
<p style="text-align: justify;">“<em>Leite materno</em><em> se refere ao leite produzido pela mulher e é utilizado para alimetar seu bebê através do aleitamento. É ele a primeira e principal fonte de nutrição dos recém-nascidos até que se tornem aptos a comer e digerir os alimentos sólidos</em>”. Esta é uma definição clássica e usual para leite materno, encontrada na <em>Wikipedia</em>. Acho ainda, desnecesário falar sobre a importância nutricional do leite de mãe e como este produto é rico, completo e <strong>INSUBSTITUÍVEL</strong> na nasso alimentação.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4431" style="width: 422px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4431" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/03/31/leite-mae-leite-moca/attachment/134221884/"><img class="size-full wp-image-4431    " title="Leite de Mãe: rico, completo e INSUBSTITUÍVEL na nasso alimentação. " src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/03/134221884.jpg" alt="Leite de Mãe: rico, completo e INSUBSTITUÍVEL na nasso alimentação. " width="412" height="275" /></a><p class="wp-caption-text">Leite de Mãe: rico, completo e INSUBSTITUÍVEL na nasso alimentação. </p></div>
<p style="text-align: justify;">Vamos direto ao ponto de interesse deste post. Leites durante nossa vida. Desde o nascimento, vamos, gradualmente, experimentando formas variadas de leites. Passamos pelo peito, pela mamadeira, pelos produtos, caseiros ou industriais, com adição de leite (bolos, bicoistos, pudins, pães, sorvetes, chocolates, cafés, cremes, vitaminas&#8230;). Infeliz daquele que não teve o prazer de passar pelo bico da lata de Leite Moça, por uma lambida na lata usada na cozinha para fazer pudim. Claro que mães cuidadosas e nervosas temem por estas lambidas afetivas. Temos o risco de cortar a língua, que risco saboroso.</p>
<p style="text-align: justify;">Talvez o Leite Condesado Moça seja o produto mais afetivo da nossa e de várias gerações. No mercado brasileiro desde 1921, este produto pauta a doce vida afetiva de muita gente, nos tornando mais felizes. É um produto que na minha memória culinária mantém o mesmo sabor, textura e aroma da infância. Posso até estar enganado, mais recuso-me a acreditar que alguém teve a coragem de mexer no meu leite condensado (na fórmula industrial), sejam por razões de processos, custos ou sei lá o que mais. Prefiro viver na mentira e camuflar qualquer percepção sensorial que possa identificar alterações no produto.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4424" style="width: 383px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4424" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/03/31/leite-mae-leite-moca/imagem2-6/"><img class="size-full wp-image-4424 " title="Quatro momentos históricos da comunicação do Leite Condensado Moça." src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Imagem2.png" alt="Quatro momentos históricos da comunicação do Leite Condensado Moça." width="373" height="545" /></a><p class="wp-caption-text">Quatro momentos históricos da comunicação do Leite Condensado Moça.</p></div>
<p style="text-align: justify;">E aí, amigos viajaram para Cancum e trouxeram uma latinha de Leite Condensado Moça de 100 gramas, com 121 calorias – La Lecherita. Fantástico! E ainda não lançaram no Brasil. Como podemos viver sem esta versão reduzida do Leite Condensado? Precisamos sugar esta latinha de bolso, portátil, que cabe em qualquer lugar, em qualquer bolsa ou bolso.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4419" style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4419" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/03/31/leite-mae-leite-moca/imagem1-24/"><img class="size-full wp-image-4419  " title="La Lecherita" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Imagem1.png" alt="" width="398" height="432" /></a><p class="wp-caption-text">La Lecherita</p></div>
<p style="text-align: justify;">Não é difícil concluir que seres humamos são seres orais, de prazeres orais. Pela boca temos parte dos grandes prazeres que a vida nos ofereçe. Começamos sugando o leite e o afeto da nossa mãe e não paramos nunca mais de sugar. Sugaremos por toda vida, por todos os prazeres.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4414" style="width: 455px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4414" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/03/31/leite-mae-leite-moca/attachment/89315352/"><img class="size-full wp-image-4414    " title="Sugaremos por toda vida, por todos os prazeres." src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/03/89315352.jpg" alt="" width="445" height="298" /></a><p class="wp-caption-text">Sugaremos por toda vida, por todos os prazeres.</p></div>
<p style="text-align: left;"><em><strong>Para Maisa Simas, minha afilhada querida da Bahia, que faz aniversário hoje!</strong></em></p>
<p style="text-align: left;">Mais sobre Leite Condensado, mais sobre Leite Moça: <a href="http://www.leitecondensado.com/">http://www.leitecondensado.com/</a>  <a href="http://www.nestle.com.br/moca/quememoca.aspx">http://www.nestle.com.br/moca/quememoca.aspx</a></p>
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		<title>Pão Caseiro do Adilson</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 13:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pelas noites de Vitória, Espírito Santo, de bar e bar, Adilson trabalha a cerca de 15 anos nas vendas dos seus pães caseiros. O interessante é a forma encontrada por ele. Adilson criou uma padaria de duas rodas, organizada e prática, que circula em busca dos seus consumidores. Figura tradicional e conhecida da noite capixaba, sempre [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4099" style="width: 475px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4099" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/30/pao-caseiro-do-adilson/v6/"><img class="size-full wp-image-4099  " title="Pão Caseiro do Adilson" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/v6.jpg" alt="" width="465" height="622" /></a><p class="wp-caption-text">Pão Caseiro do Adilson</p></div>
<p>Pelas noites de Vitória, Espírito Santo, de bar e bar, Adilson trabalha a cerca de 15 anos nas vendas dos seus pães caseiros.</p>
<p>O interessante é a forma encontrada por ele. Adilson criou uma padaria de duas rodas, organizada e prática, que circula em busca dos seus consumidores. Figura tradicional e conhecida da noite capixaba, sempre sorrindo e devidamente vestido em perfeita harmonia com o layout da sua padaria de duas rodas.</p>
<p>Onde encontrá-lo? Sabe-se lá, só circulando pelas ruas próximas a beira mar da praia de Camburi.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4105" style="width: 477px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4105" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/30/pao-caseiro-do-adilson/v4-2/"><img class="size-full wp-image-4105  " title="A Padaria Bicicleta" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/v4.jpg" alt="" width="467" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">A Padaria Bicicleta</p></div>
<div id="attachment_4110" style="width: 477px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4110" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/30/pao-caseiro-do-adilson/v7/"><img class="size-full wp-image-4110  " title="O Pão Caseiro do Adilson" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/v7.jpg" alt="" width="467" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">O Pão Caseiro do Adilson</p></div>
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		<title>Tea Bag</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 14:01:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Estamos na 31ª edição da ANUGA (18 a 12 de outubro – Colônia / Alemanha), uma das maiores feira de alimentação do mundo, onde participam 6.596 expositores procedentes de 100 países. Impossível imaginar, para quem não é da área, toda esta diversidade da cultura alimentar reunida em imensos pavilhões, a serviço do mundo. Colônia transforma-se [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3577" style="width: 452px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3577" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/11/tea-bag/100_4224-2/"><img class="size-full wp-image-3577    " title="Saquinhos de Chá (Tea Bag)" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/100_42241.jpg" alt="" width="442" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Saquinhos de Chá (Tea Bag)</p></div>
<p>Estamos na 31ª edição da ANUGA (18 a 12 de outubro – Colônia / Alemanha), uma das maiores feira de alimentação do mundo, onde participam 6.596 expositores procedentes de 100 países. Impossível imaginar, para quem não é da área, toda esta diversidade da cultura alimentar reunida em imensos pavilhões, a serviço do mundo.</p>
<p>Colônia transforma-se na capital gastronômica do planeta, reinando a comida industrial, a comida processada, que busca, a cada edição da feira, uma aproximação real da comida de casa, da comida artesanal.</p>
<p>Vivemos uma vida de escassez de tempo, onde a nova ordem alimentar nos direciona para o produto prático, de fácil preparo e processamento instantâneo. Não temos mais tempo para o preparo artesanal da nossa comida. A rápida mudança da cultura e hábito alimentar das populações nas últimas décadas, especialmente nas grandes cidades, conduz a indústria de alimentos para a praticidade e rapidez, ao mesmo tempo em que esta população anseia pela comida ideal, saborosa, caseira, nutritiva, que os confortem e os restaurem para as novas jornadas da vida corrida e rápida.</p>
<p>Assim é a ANUGA, uma feira alimentar com muita diversidade cultural, inovação e tecnologia. Com um olhar mais detalhado nos principais expositores, podemos identificar várias opções de produtos (é também de embalagem e posicionamento mercadológico) que conseguem conciliar tradição com a contemporaneidade determinista do século XXI. Poderíamos enumerar vários exemplos dos 100 países participantes, porém optamos por um produto não alimentar, essencial para o preparo de chá; o <em>Tea Bag</em> (ou saquinho de chá).</p>
<p>Fundada em 1905, a empresa italiana Ferri (<a href="http://www.ferridal1905.com/">www.ferridal1905.com</a>) produz – além de especiarias, sal, frutas secas e infusões – saquinhos de chá em delicados tecidos, com atmosfera da data de sua fundação. O que presenciamos é uma empresa moderna, com produtos práticos, mas que mantém no seu “DNA” uma carga emocional direcionada para um posicionamento estratégico artesanal. Aqui temos uma clara visão de como a preservação da cultura empresarial, da cultura do fundador, pode ajudar na construção de um futuro moderno e promissor, com adaptação à nova ordem alimentar imposta pelo determinismo tecnológico do século XXI, e ao perfil de comportamento do novo consumido deste século.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3580" style="width: 452px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3580" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/11/tea-bag/100_4219/"><img class="size-full wp-image-3580    " title="A máquina de costura Singer faz parte da nossa memória afetiva. Seja manual ou de pedal, estas máquinas foram largamente utilizadas para elaboração de &quot;roupas de cozinhas&quot; (pano de prato, toalha de mesa, saquinhos de chá...)" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/100_4219.jpg" alt="" width="442" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">A máquina de costura Singer faz parte da nossa memória afetiva. Seja manual ou de pedal, estas máquinas foram largamente utilizadas para elaboração de &quot;roupas de cozinhas&quot; (pano de prato, toalha de mesa, saquinhos de chá...)</p></div>
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		<title>FAROFA DE ARROZ DA CIDA</title>
		<link>https://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/07/01/farofa-de-arroz-da-cida/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 04:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Gente de Afeto na Cozinha]]></category>
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		<description><![CDATA[A Cida indica a sua Farofa de Arroz para acompanhar churrasco. Pode até ser, mas em nossa opinião – minha e de muita gente que já provou esta especialidade culinária afetiva da Cida – a farofa vai muito bem com tudo, tudo mesmo. No Nordeste comeríamos com muito prazer na mistura de arroz, feijão, macarrão e uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3178" style="width: 371px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3178" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/07/01/farofa-de-arroz-da-cida/farofa-2/"><img class="size-full wp-image-3178  " title="Farofa de Arroz da Cida" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Farofa1.jpg" alt="" width="361" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Farofa de Arroz da Cida</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Cida indica a sua Farofa de Arroz para acompanhar churrasco. Pode até ser, mas em nossa opinião – minha e de muita gente que já provou esta especialidade culinária afetiva da Cida – a farofa vai muito bem com tudo, tudo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">No Nordeste comeríamos com muito prazer na mistura de arroz, feijão, macarrão e uma boa carne de panela. Esta história de feijão com macarrão e farinha – ou farofa – é outra história para outro post, lembrei porque a farofinha de arroz da Cida é muito especial, e quando tem farinha de mandioca na mesa sempre fico saudoso desta mistura meio sem sentido, meio sem noção, sem explicação. Como podemos misturar feijão, farinha e marcarrão? Experimente! Só assim podemos entender, mas lembre de colocar um pouco de pimenta.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a dona da farofa de arroz, a receita abaixo rende 20 porções. Só mesmo ela, a matemática Cida para pensar no rendimento.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>1 – INGREDIENTES</strong></p>
<p style="text-align: left;">
<ul>
<li>5 xícaras de chá de arroz cozido</li>
<li>300 g de bacon picado</li>
<li>300 g de farinha de milho em flocos</li>
<li>300 g de farinha de mandioca em flocos (tipo biju)</li>
<li>2 latas de ervilha em conserva</li>
<li>2 latas de milho em conserva</li>
<li>Azeitonas picadas a gosto</li>
<li>Pimentão vermelho e amarelo (opcional e a gosto)</li>
<li>Salsinha e sal a gosto</li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><strong>2 – MODO DE PREPARO</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: left;">Frite bem o bacon, adicione os pimentões picados e junte as duas farinhas para dar uma tostada. Reserve;</li>
<li style="text-align: left;">À  parte, junte a ervilha, o milho, as azeitonas e a salsinha. Reserve;</li>
<li style="text-align: left;">Junte as misturas acima ao arroz cozido, ajuste o sal e misture bem.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: left;"><strong>3 – DICA </strong></p>
<ul>
<li style="text-align: left;">Outra opção é colocar linguiça fresca picadinha, junto ao bacon, fica muito bom;</li>
<li style="text-align: left;">Se estivesse na Bahia usaria uma farinha de mandioca comprada nos mercados populares. Aqui em São Paulo adoro a marca Deusa, produzida na cidade de Graça pela Indústria de Alimentação Manjolinho – A Deusa Alimentos (<a href="http://www.deusa.com.br/">www.deusa.com.br</a>). A indústria é de 1929 e a marca Deusa de 1940. Atenção para o design da embalagem, simplesmente fantástico.</li>
</ul>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3183" style="width: 311px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3183" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/07/01/farofa-de-arroz-da-cida/deusa/"><img class="size-full wp-image-3183   " title="Deusa - &quot;Você Merece&quot;" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/07/Deusa.jpg" alt="" width="301" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">Deusa - &quot;Você Merece&quot;</p></div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Requeijão, Requeijão do Sertão ou Queijo-Manteiga</title>
		<link>https://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/04/16/requeijao-requeijao-do-sertao-ou-queijo-manteiga/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 18:40:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória Afetiva Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[bahia]]></category>
		<category><![CDATA[pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[queijo]]></category>
		<category><![CDATA[rio grande do norte]]></category>

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		<description><![CDATA[Nunca entendi a razão do nome “requeijão cremoso” para aqueles produtos pastosos, insossos e branquelos comercializados em copos de plástico ou vidro. Enfim, deve ser em função da minha memória baiana afetiva culinária, onde requeijão é um queijo típico da região do nordeste brasileiro, sólido, macio, suculento, amarelinho, de sabor amanteigado, forte e incomparável e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div align="center"> <div id="attachment_1960" style="width: 471px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1960" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/04/16/requeijao-requeijao-do-sertao-ou-queijo-manteiga/100_9498/"><img class="size-full wp-image-1960  " title="Requeijão, Requeijão do Sertão ou Queijo-Manteiga" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/04/100_9498.jpg" alt="" width="461" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">Requeijão, Requeijão do Sertão ou Queijo-Manteiga</p></div></div>
<p>Nunca entendi a razão do nome “requeijão cremoso” para aqueles produtos pastosos, insossos e branquelos comercializados em copos de plástico ou vidro. Enfim, deve ser em função da minha <span style="text-decoration: underline;">memória baiana afetiva culinária</span>, onde requeijão é um queijo típico da região do nordeste brasileiro, sólido, macio, suculento, amarelinho, de sabor amanteigado, forte e incomparável e casca levemente rija que, geralmente, tem as iniciais de quem o produz marcadas com ferro em brasa. Em Pernambuco é conhecido como <em>queijo-manteiga</em> e no Rio Grande do Norte como <em>requeijão do sertão</em> ou <em>requeijão do norte</em>.</p>
<p style="text-align: center;">
<div align="center"> <div id="attachment_1967" style="width: 419px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1967" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/04/16/requeijao-requeijao-do-sertao-ou-queijo-manteiga/lapa/"><img class="size-full wp-image-1967 " title="Mercado da Lapa" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/04/lapa.jpg" alt="" width="409" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">Mercado da Lapa</p></div></div>
<p style="text-align: justify;">Requeijão com pão, com bolacha cream cracker, levemente assado no garfo, por cima de um ovo frito ou puro são recordações inesquecíveis de uma infância culinária que procuro manter viva, mesmo estando longe da Bahia. Como estamos em São Paulo, na capital de São de Paulo, nada fica longe, aqui tudo é possível de ser encontrado nos milhares de locais espalhados pela cidade, onde a origem do produto é um diferencial de venda. Requeijão, por exemplo, direto de Vitória da Conquista, igualzinho ao encontrado no nordeste, está disponível no Box 99 do Mercado da Lapa (Rua Herbart, 47 – Lapa). O mais curioso é o nome do Box, <em>La Romanina </em>(Fone: 11 3834-1072), de origem italiana, porém o grande destaque é o requeijão, produto tipicamente nordestino, tipicamente do Brasil.</p>
<div align="center"> <div id="attachment_1966" style="width: 413px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1966" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/04/16/requeijao-requeijao-do-sertao-ou-queijo-manteiga/100_9509/"><img class="size-full wp-image-1966  " title="Box 99 - La Romanina" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/04/100_9509.jpg" alt="" width="403" height="538" /></a><p class="wp-caption-text">Mercado da Lapa - Box 99 - La Romanina</p></div></div>
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		<title>Omelete de Kitute</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Jan 2011 16:48:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
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		<description><![CDATA[Visitando supermercados em Manaus esbarrei com uma gôndola repleta de Kitute, sim Kitute, este enlatado com gosto de infância, com gosto de casa de mãe, que sempre tem umas latinhas guardadas no armário para “situações de emergência culinária”. Listamos abaixo o que são “situações de emergência culinária”: Almoço pronto para um determinado número de pessoas, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Visitando supermercados em Manaus esbarrei com uma gôndola repleta de Kitute, sim Kitute, este enlatado com gosto de infância, com gosto de casa de mãe, que sempre tem umas latinhas guardadas no armário para “situações de emergência culinária”.</p>
<p style="text-align: center;">
<div align="center"> <div id="attachment_1096" style="width: 361px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1096" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/01/05/omelete-de-kitute/manaus-31dez10-26/"><img class="size-full wp-image-1096    " title="Kitute" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Manaus-31dez10-26.jpg" alt="" width="351" height="263" /></a><p class="wp-caption-text">Gôndola repleta de Kitute - Supermercado em Manaus (AM)</p></div></div>
<p style="text-align: justify;">Listamos abaixo o que são “situações de emergência culinária”:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Almoço pronto para um determinado número de pessoas, e de repente chega aquela visita inesperada. Na Bahia amigos e parentes podem chegar à nossa casa sem avisar previamente, e geralmente chegam na hora do almoço ou no café da noite. Nesta hora uma latinha de Kitute salva a situação;</li>
<li>No café da noite (ou jantar) um sanduiche de Kitute (no pão francês ou “cacetinho”, como é chamado na Bahia) vai muito bem;</li>
<li>Omelete de Kitute é uma especialidade da Cozinha Afetiva. Vai muito bem ao almoço, no café da noite e na merenda da tarde, se sobrou do almoço. Geralmente é cardápio dos dias onde a “dona da cozinha” estava muito ocupada com outros afazeres domésticos ou por economia, pois é um delicioso substituto de outros tipos de carnes;</li>
<li>Como lanche do final da noite ou após uma balada, o Kitute salva qualquer fome.</li>
</ol>
<p style="text-align: center;">
<div align="center"> <div id="attachment_1106" style="width: 354px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1106" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/01/05/omelete-de-kitute/kitut-6/"><img class="size-full wp-image-1106    " title="Omelete de Kitute" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Kitut-6.jpg" alt="" width="344" height="258" /></a><p class="wp-caption-text">Omelete de Kitute</p></div></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">A marca de referência da minha infância é Swift (<a href="http://www.swift.com.br/">www.swift.com.br</a>), hoje uma marca da JBS, empresa brasileira, fundada em 1953, com presença global e atuando nas áreas de alimentos, couro, produtos para animais domésticos, biodiesel, colágeno, latas e produtos de limpeza.</p>
<p style="text-align: justify;">Em Manaus compramos a marca Fiambre Kitut (SAC 0800 11 5057), também da JBS. É impressionante como este produto mantém-se fiel ao “sabor de antigamente”, é exatamente igual ao comprado por minha mãe nas décadas de 60 e 70, que chamava carinhosamente de “presunto de pobre”. Kitute é um preparado de carnes bovina, suína, aves, amidos, açúcar, sal e condimentos. Pode ser encontrado em todos os supermercados do Brasil, porém no Norte e Nordeste apresenta-se em larga escala.</p>
<div align="center"> <div id="attachment_1111" style="width: 252px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1111" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/01/05/omelete-de-kitute/kitut-3/"><img class="size-full wp-image-1111   " title="Fiambre Kitut " src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Kitut-3.jpg" alt="" width="242" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">Fiambre Kitut</p></div></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Da minha parte, considero excepcional o OMELE DE KITUTE, muito fácil de preparar (<strong>ovos batido com uma pitada de sal, Kitute, óleo, uma boa frigideira e habilidade afetiva para envolver a delicia do Kitute com os ovos batidos</strong>), sendo ideal para ser apreciado com arroz e farofa.</p>
<p style="text-align: center;">
<div align="center"> <div id="attachment_1118" style="width: 342px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1118" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/01/05/omelete-de-kitute/kitut-12-3/"><img class="size-full wp-image-1118      " title="Omelete de Kitute, Arroz e Farofa" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Kitut-122.jpg" alt="" width="332" height="249" /></a><p class="wp-caption-text">Omelete de Kitute, Arroz e Farofa</p></div></div>
<p style="text-align: justify;">E para finalizar, impossível não falar sobre o abridor das tradicionais latinhas de Kitute. Um chavinha na lateral da lata, super prática (em uma época onde praticidade não era tendência de comportamento), permite uma abertura rápida, segura e fácil. Ah, se todas as latas fossem iguais a você!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div align="center"> <div id="attachment_1127" style="width: 235px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1127" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/01/05/omelete-de-kitute/kitut-4/"><img class="size-full wp-image-1127    " title="Kitute" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/01/Kitut-4.jpg" alt="" width="225" height="301" /></a><p class="wp-caption-text">Praticidade para abrir a lata, quando praticidade ainda não era tendência de comportamento</p></div></div>
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		<title>A Cozinha Afetiva de Natal da Minha Mãe &#8211; O Queijo Palmyra</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 01:31:05 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Memória Afetiva Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Natal Afetivo 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[afeto]]></category>
		<category><![CDATA[memória afetiva de natal]]></category>
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		<description><![CDATA[  Palmyra é um queijo tipo Reino muito tradicional. O nome Palmyra se deve ao fato de que a produção deste tipo de queijo começou na serra da Mantiqueira, mais especificamente na região de Palmyra, estado de Minas Gerais, hoje Santos Dumont*. Produzido por queijeiros holandeses em 1876, a partir de uma adaptação do queijo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<div align="center"> <div id="attachment_908" style="width: 265px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-908" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/12/21/a-cozinha-afetiva-de-natal-da-minha-mae-o-queijo-palmyra/cc68f682510d40eb8740d9670ccb22f5-2/"><img class="size-large wp-image-908" title="Queijo Palmyra" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/12/CC68F682510D40EB8740D9670CCB22F51-255x213.jpg" alt="" width="255" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Queijo Palmyra</p></div></div>
<p style="text-align: justify;">Palmyra é um queijo tipo Reino muito tradicional. O nome Palmyra se deve ao fato de que a produção deste tipo de queijo começou na serra da Mantiqueira, mais especificamente na região de Palmyra, estado de Minas Gerais, hoje Santos Dumont<strong>*</strong>. Produzido por queijeiros holandeses em 1876, a partir de uma adaptação do queijo holandês Edam, o queijo tipo Reino teve sucesso imediato devido à sua qualidade que superava o original holandês. Mantêm características notáveis, que tornaram este tipo de queijo um dos grandes queijos nacionais. É acondicionado na tradicional embalagem de lata, que além de proteger o queijo, ajuda no processo de maturação. A casca vermelha e o seu tempo de maturação, com um mínimo de três meses, são fatores decisivos para um sabor peculiar e um queijo bastante aromático.</p>
<p style="text-align: justify;">Queijo Palmyra na minha casa de infância era queijo de festa. A cuia de lata era aproveitada como comedor ou bebedor para os bichos do quintal. A casca vermelha, rezava a lenda, não podia ser comida pelas crianças: fazia mal, podia provocar “dor de barriga”. Na nossa visão infantil, porém, a cor vermelha-rosa da casca era um grande atrativo, e não resistindo ao proibido, nós as comíamos escondidos. Nunca tivemos “dor de barriga”, confesso!</p>
<p style="text-align: justify;">É muito difícil encontrar o Palmyra em cuia – lata em São Paulo. Indico três prováveis locais: Galeria dos Pães (<a href="http://www.galeriadospaes.com.br/">http://www.galeriadospaes.com.br</a>), Padaria Dengosa (da Melo Alves, 281 – Jardins) e o Mercado Municipal (<a href="http://www.mercadomunicipal.com.br/">http://www.mercadomunicipal.com.br</a>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*</strong>O município de Santos Dumont situado na Zona Mata (MG), aproximadamente 207 km de Belo Horizonte e a 235 do Rio de Janeiro. Seu nome é uma homenagem ao conterrâneo Alberto Santos Dumont, o inventor do avião. Foi Fundada por João Gomes, pai do inconfidente José Aires Gomes, com o nome de Palmira e só mudou de nome por causa de Santos Dumont.</p>
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		<title>Bolinho de Chuva</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Oct 2010 16:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[bolinho]]></category>
		<category><![CDATA[bolinho de chuva]]></category>
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		<description><![CDATA[Bolinho de chuva é uma especialidade típica tanto em Portugal como no Brasil. É feito de farinha de trigo, ovos, leite e fermento químico ou bicarbonato de sódio. Os bolinhos são fritos em óleo quente e polvilhados com canela e açúcar. O sabor é similar a Bola de Berlim, conhecido no Brasil como sonho. O [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Bolinho de chuva é uma especialidade típica tanto em Portugal como no Brasil. É feito de farinha de trigo, ovos, leite e fermento químico ou bicarbonato de sódio. Os bolinhos são fritos em óleo quente e polvilhados com canela e açúcar. O sabor é similar a Bola de Berlim, conhecido no Brasil como sonho.</p>
<p>O bolinho de chuva tornou-se mais conhecido no Brasil graças ao programa de televisão Sítio do Picapau Amarelo, onde a cozinheira Tia Nastácia sempre fazia esses bolinhos para Pedrinho, Narizinho e para a boneca de pano Emília.</p>
<p>Temos várias histórias sobre a origem do bolinho de chuva. Uma visita ao Google Web revela 118 mil referências, enquanto o Google Imagens apresenta 64 mil imagens do produto. Selecionamos a história abaixo, disponível no <a href="http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070525073229AAvAcFc">http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070525073229AAvAcFc</a>.</p>
<div align="center"> <div id="attachment_423" style="width: 490px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-423" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/10/12/401/bolinho-de-chuva-2/"><img class="size-full wp-image-423" title="Google Imagens – Imagens de Bolinhos de Chuva" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/10/bolinho-de-chuva1.jpg" alt="" width="480" height="271" /></a><p class="wp-caption-text">Google Imagens – Imagens de Bolinhos de Chuva</p></div></div>
<p>“Em sua versão original, no final do século XVIII, a receita do Bolinho era feita com mandioca ou cará. O trigo era pouco, caro, vinha de Portugal, e raras eram as receitas com a &#8220;Farinha do Reino&#8221;. Em compensação, o bolinho era feito com muitos ovos, açúcar, leite, frito em gordura de porco. Tinha muitos nomes carinhosos como Quero Mais, Quero Quero, Desmamados. Nunca teve a pretensão de ser doce de Sinhá, nem ter a delicadeza dos complicados pontos de caldas, das massas moldadas durante horas por mãos finas e delicadas. Sua vocação sempre foi o sabor e o encanto dos olhos das crianças, que ansiavam pela hora em que eles saíam dos tachos dos fogões de lenha, quando eram generosamente polvilhados com açúcar e canela perfumada. Descontraídos, afetivos, leves, por muito tempo foram a comida do entrudo, do carnaval de então. Eram chamados de Filós de Carnaval, assim, com sotaque português. Levavam o sabor de mãos escravas e, talvez por isso, alguma sinhazinha ciumenta tenha lhes apelidado de Bolinhos de Negra. Muitas escravas saíram do anonimato para ligar seus nomes a essa receita, homenagem que atravessou os séculos: ainda se encontram cadernos de receitas onde ele é chamado de Bolinhos da Negra Ambrósia ou da Negra Marcionila. A mais famosa entre as autoras do Bolinho foi sem dúvida criada por Monteiro Lobato. Não há episódio entre as histórias do Sítio do Picapau Amarelo que não termine com Narizinho, Emília e Pedrinho comendo os Bolinhos de Tia Nastácia. Lembra infância. Porque bolinho de chuva? Alguém, em alguma tarde de chuva do século XX, disse, que os bolinhos traziam a alegria às horas em que não se podia correr ou brincar nos quintais por causa do tempo chuvoso”.</p>
<p>Nas 118 mil referência disponíveis no Google encontramos várias receitas dos bolinhos, inclusive no programa Mais Você da Ana Maria Braga do dia 19 de julho de 2000. Ver link da receita (<a href="http://www.youtube.com/watch?v=z1WeBlheHv8">http://www.youtube.com/watch?v=z1WeBlheHv8</a>).</p>
<p>Não iremos apresentar receitas, escolham a sua através de uma rápida pesquisa no Google. Nosso objetivo com este post é reforçar a presença de produtos disponíveis no mercado Brasil que valorizam e preservam a verdadeira cozinha afetiva, e nada mais afetiva que um bolinho de chuva, a mais perfeita tradução da nossa memória afetiva culinária. Neste contexto temos os bolinhos de chuva da Dona Benta (<a href="http://www.donabenta.com.br/sitio">www.donabenta.com.br/sitio</a>), lançados em 2002, em 3 sabores (Tradicional, Fubá e Banana), de fácil preparo e com aval do Sítio do Picapau Amarelo.</p>
<div align="center"> <div id="attachment_421" style="width: 157px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-421" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/10/12/401/dona_benta/"><img class="size-full wp-image-421" title="Dona Benta Sítio do Picapau Amarelo – Bolinho de Chuva Tradicional" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/10/dona_benta.jpg" alt="" width="147" height="148" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Benta Sítio do Picapau Amarelo – Bolinho de Chuva Tradicional</p></div></div>
<p>Também disponível no mercado do Sul e Sudeste o bolinho de chuva do Moinho Globo (<a href="http://www.moinhoglobo.com.br/">www.moinhoglobo.com.br</a>) na versão Tradicional.</p>
<div align="center"> <div id="attachment_422" style="width: 157px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-422" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/10/12/401/bolinho_chuva/"><img class="size-full wp-image-422" title="Globo – Bolinho de Chuva Tradicional" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/10/bolinho_chuva.jpg" alt="" width="147" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Globo – Bolinho de Chuva Tradicional</p></div></div>
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