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	<title>Cozinha Afetiva &#187; memória afetiva de natal</title>
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	<description>Memória Afetiva Culinária</description>
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		<title>Bolo Rápido Natalino</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Dec 2012 16:48:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Herança Culinaria: a sobrinha neta foi para cozinha. De bisavó para avó, de avó para mãe, de mãe para filha&#8230; assim se faz a tradição culinaria afetiva. Beijos Joseane sua ceia tem história, gostinho de Maria, Maria mãe, Maria avó, Maria bisavó, Maria tataravó. Natal tem esta função agregadora de tradição na cozinha, do fazer [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>Herança Culinaria: a sobrinha neta foi para cozinha. De bisavó para avó, de avó para mãe, de mãe para filha&#8230; assim se faz a tradição culinaria afetiva. Beijos Joseane sua ceia tem história, gostinho de Maria, Maria mãe, Maria avó, Maria bisavó, Maria tataravó. Natal tem esta função agregadora de tradição na cozinha, do fazer a comida, da celebração&#8230; e hoje vai ser igual&#8230; a farofa de miúdos do peru e a maionese foram esquecidas na mesa, a geladeira esta cheia, o calor está a quase 40oC, todos irão almoçar o excesso da ceia e nada vai acontecer de anormal. Familia faz bem no natal!</div>
<div>
<div id="attachment_4990" style="width: 413px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4990" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/12/25/bolo-rapido-natalino/ceia/"><img class="size-full wp-image-4990" title="A Ceia da Sobrinha Neta" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/12/ceia.jpg" alt="A Ceia da Sobrinha Neta" width="403" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A Ceia da Sobrinha Neta</p></div>
</div>
<div>Os doces sempre são esquecidos nas ceias. As estrelas da festa são o peru, o pernil e o presunto com todos os acompanhamentos tradicionais – farofa, maionese, arroz colorido. Neste natal, um bolo inesperado, feito com a praticidade que a vida moderna nos oferece, fez a festa da nossa mesa. Abaixo a receita do <strong>Bolo Rápido Natalino</strong>.</div>
<div>
<div id="attachment_4991" style="width: 471px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4991" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/12/25/bolo-rapido-natalino/100_8585/"><img class="size-full wp-image-4991  " title="Bolo Rápido de Natal" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/12/100_8585.jpg" alt="Bolo Rápido de Natal" width="461" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">Bolo Rápido de Natal</p></div>
</div>
<div><strong>1 – Ingredientes</strong></div>
<ul>
<li>Mistura para bolo Dona Benta, sabor laranja</li>
<li>Beijinho Harald Melken</li>
<li>Chocolate amargo 63% Harald Melken Unique</li>
<li>Frutas secas (passas brancas e pretas sem caroços, figos, ameixas sem caroços e damascos)</li>
<li>Castanhas do Pará, amendoas e nozes</li>
</ul>
<div><strong>2 – Modo de Preparo</strong></div>
<ol>
<li>Prepare a mistura para bolo conforme as instruções da embalagem em forma de furo ou redonda, deixe esfriar, desenforme e corte o bolo em duas fatias, reserve;</li>
<li>Faça uma farofa grossa com as castanhas do Pará, amendoas e nozes (use de preferência um pilão de madeira para moer), reserve;</li>
<li>Leve um pouco menos da metade do beijinho Melken ao fogo, com leite e uvas passas pretas, cozinhe até formar um creme consistente;</li>
<li>Rechei o bolo com o beijinho ainda quente, coloque a outra fatia do bolo sobre a fatia recheada com o beijinho;</li>
<li>Derreta o chocolate Melken Unique em banho-maria. Cubra o bolo com a calda do chocolate ainda quente;</li>
<li>Joque a farofa de nozes sobre a cobertura de chocolate;</li>
<li>Faça beijinhos, conforme instrução da embalagem, e decore o bolo de acordo sua preferência;</li>
<li>Decore um pouco mais seu bolo natalino com passas brancas e pretas, figos, ameixas e damascos. Lembrem-se que natal é a festa da estética excessiva, onde “muito ainda é um muito pouco”.</li>
</ol>
<div style="text-align: center;">
<div style="text-align: center;">
<div>
<div id="attachment_4992" style="width: 469px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4992" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/12/25/bolo-rapido-natalino/prod1/"><img class="size-full wp-image-4992   " title="Neste natal, um bolo ineperado, feito com a praticidade que a vida moderna nos oferece, fez a festa da nossa mesa. " src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/12/prod1.jpg" alt="Neste natal, um bolo ineperado, feito com a praticidade que a vida moderna nos oferece, fez a festa da nossa mesa. " width="459" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Neste natal, um bolo ineperado, feito com a praticidade que a vida moderna nos oferece, fez a festa da nossa mesa. </p></div>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Reis, Tamal, Maria e Iemanjá</title>
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		<pubDate>Sat, 07 Jan 2012 16:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetiva Comida de Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha Literária Afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>
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		<description><![CDATA[Dia 07 de janeiro é o dia nacional das desmontagens dos presépios e árvores natalinas nas casas brasileiras, e também de forma já quase convencional no comércio e decorações oficiais das cidades. Na minha casa materna a responsabilidade da montagem e desmontagem era sempre do meu pai, que prolongava as decorações até o aniversário da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 07 de janeiro é o dia nacional das desmontagens dos presépios e árvores natalinas nas casas brasileiras, e também de forma já quase convencional no comércio e decorações oficiais das cidades. Na minha casa materna a responsabilidade da montagem e desmontagem era sempre do meu pai, que prolongava as decorações até o aniversário da minha mãe no dia 11 de janeiro.</p>
<p>O dia 7 da desmontagem tem um sentido histórico cultural, pois no dia 6 comemoramos a Folia de Reis, apesar da festa não apresentar a mesma força religiosa e comercial que temos no Natal.</p>
<p>Folia de Reis é uma festa de origem portuguesa, católica, relacionada às comemorações natalinas. Tudo que é português tem ligação direta com nossa identidade cultural, portanto, esta herança nos foi legada pelos nossos colonizadores, ganhando força especialmente nas pequenas cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro e Goiás.</p>
<div id="attachment_4227" style="width: 408px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4227" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/01/07/reis-tamal-maria-e-iemanja/attachment/96136224/"><img class="size-full wp-image-4227   " title="Cozinha Afetiva - Reis Magos" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Reis.jpg" alt="" width="398" height="410" /></a><p class="wp-caption-text">Reis Magos</p></div>
<p>Nem sempre me lembro da Folia de Reis. Na minha casa mantenho a tradição do meu pai levando as decorações natalinas até o dia 11. Este ano, porém, um e-mail da amiga Renata Rodrigues fez-me lembrar da festa. O e-mail trazia uma receita de “Rosca de Reis” do Restaurante Obá (<a href="http://www.obarestaurante.com.br/">www.obarestaurante.com.br</a>), que de imediato provocou meus sentidos culinários por dois motivos:</p>
<ol>
<li>Sou praticamente vizinho da cozinha do Obá. Sinto seus aromas na sala do meu apartamento. Vejo da minha janela a movimentação do salão deste delicioso restaurante de aromas universais. É um lugar especial, com uma comida caseira, colorida e divertida;</li>
<li>A receita apresenta história. Adoro receitas com histórias, mesmo que lendárias, com tradição, com identidade cultural.</li>
</ol>
<p><strong>História / Cultura</strong> </p>
<p>Para celebrar o Dia de Reis (Epifânia &#8211; o final das festas natalinas), as famílias católicas mexicanas começam o dia 6 de janeiro comendo uma fatia da Rosca de Reis com uma xícara de chocolate quente, logo depois das crianças abrirem os seus presentes. Dentro da rosca vai escondida uma miniatura que representa o Menino Jesus. Quem receber a fatia com ele deve convidar os amigos para comer tamales no dia 2 de fevereiro, Dia da Candelária (<em>Ref: Obá Restaurante</em>).</p>
<p><strong>Tamales</strong></p>
<div id="attachment_4226" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4226" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/01/07/reis-tamal-maria-e-iemanja/tamal/"><img class="size-full wp-image-4226    " title="Cozinha Afetiva - Tamal" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Tamal.jpg" alt="" width="423" height="317" /></a><p class="wp-caption-text">Tamal</p></div>
<p>É um tradicional prato mexicano feito a base de milho, envolvido nas folhas do próprio milho (ou bananeira), que é cozido no vapor. Podem ser recheados com carnes, queijos, frutas, legumes, pimenta ou qualquer preparação de acordo com o gosto.</p>
<p>Na Mesoamérica (8.000 – 5.000 aC.), Astecas, Maias, Olmecas e Toltecas já usavam o tamal como alimento para seus exércitos, para caçadores e viajantes, em função da portabilidade e proteção que o alimento fornece, devido ser embalado na folha do milho.</p>
<p>O tamal, em suas diversas variações e adaptações à cultura local, é também encontrado em vários países da América do Sul, América Central e Caribe, na Índia, nas Filipinas, no Nepal, dentre outros. No Brasil, temos a tradicional “pamonha”, que lembra o tamal, porém com origens diferentes.</p>
<p><strong>Dia da Candelária</strong></p>
<p>O Dia da Candelária é uma festa mexicana de origem cristã e enriquecida com elementos indígenas. Recorda o rito de purificação* de Nossa Senhora e a apresentação de Jesus no Templo, segundo o costume dos Judeus, como refere Lucas no seu Evangelho. Celebra-se no dia 2 de fevereiro, ou seja, 40 dias depois do Natal. </p>
<p><strong>*Purificação </strong>– Segundo os costumes judaicos, a mãe era considerada impura após o parto e deveria ser purificada numa cerimónia no Templo. Ela também devia apresentar a criança, decorridos 40 dias após o nascimento se fosse menino e 80 se fosse menina. </p>
<p>Cultura é uma teia entrelaçada. O hábito de fazer e comer a Rosca de Reis no México, já empurra para outra tradição: 2 de fevereiro – Dia da Candelária. </p>
<p>Festa, religião, comida, tradição, assim construímos nossa identidade cultural, que muda de acordo com a nossa formação, nossa origem. Na Bahia, na cidade do Salvador, por exemplo, dia 2 de fevereiro é dia de festa no mar, dia de Iemanjá. Existe um sincretismo entre a santa Católica Nossa Senhora dos Navegantes e a orixá da mitologia africana Iemanjá. </p>
<p><em>”Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta” – </em><strong>Jorge Amado</strong><strong> </strong></p>
<p>Nossa Senhora da Luz, Nossa Senhora da Candelária, Nossa Senhora das Candeias, Nossa Senhora da Purificação, Nossa Senhora dos Navegantes, são alguns dos títulos pelos quais a Igreja Católica venera a Virgem Maria. Maria, Iemanjá&#8230;, portanto, não importa à denominação ou a festa, na raiz cultural a essência é a mesma. Festejamos pela felicidade, pela liberdade, pela gratidão, nos deliciando de <span style="text-decoration: underline;">tamal</span>, na cidade do México, <span style="text-decoration: underline;">pamonha</span>, em Goiânia, <span style="text-decoration: underline;">abará</span>, em Salvador&#8230; na grande celebração das nossas culturas entrelaçadas, miscigenadas. </p>
<p><strong>Rosca de Reis </strong>(<em>Ref: Obá Restaurante</em>)</p>
<p><strong>1 – INGREDIENTES</strong></p>
<p><strong>Para a Massa</strong> </p>
<ul>
<li>500 g de farinha de trigo</li>
<li>10 g de sal</li>
<li>125 g de açúcar</li>
<li>100 g de leite em pó</li>
<li>10 g de levedura seca</li>
<li>2 limões</li>
<li>1 laranja</li>
<li>3 ovos</li>
<li>150 ml de leite</li>
<li>150 g de manteiga </li>
</ul>
<p><strong>Para a Crosta de Açúcar</strong> </p>
<ul>
<li>200 g de manteiga vegetal</li>
<li>180 g de açúcar de confeiteiro</li>
<li>180 g de farinha de trigo</li>
<li>60 g de açúcar </li>
</ul>
<p><strong>Tradição e Decoração</strong> </p>
<ul>
<li>1 miniatura representando o Menino Jesus</li>
<li>1 gema de ovo ligeiramente batida</li>
<li>Frutas secas: figo, uva-passa, tâmara, damasco</li>
<li>Açúcar de confeiteiro</li>
</ul>
<p><strong>2 – MODO DE PREPARO</strong> </p>
<p><strong>A massa</strong> </p>
<ul>
<li>Misture a farinha com o sal, o açúcar, o leite em pó e a levedura;</li>
<li>Perfume com raspas de limão e laranja;</li>
<li>Acrescente à massa os ovos e o leite e amasse;</li>
<li>Por último, incorpore a manteiga, em temperatura ambiente;</li>
<li>Amasse até obter uma massa lisa e elástica;</li>
<li>Deixe fermentar por 1 hora em ambiente fresco, coberto por um lenço.<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong>A Crosta de Açúcar</strong> </p>
<ul>
<li>Misture os ingredientes até obter uma massa firme;</li>
<li>Deixe repousar por 15 minutos na geladeira.<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong>Montagem e Finalização</strong> </p>
<ul>
<li>Abra a massa da torta e coloque um pequeno boneco de Menino Jesus em seu interior;</li>
<li>Em seguida, enrole formando um cilindro;</li>
<li>Una as pontas, formando uma rosca;</li>
<li>Deixe fermentar e crescer por 30 minutos sobre uma assadeira;</li>
<li>Abra a crosta de açúcar e corte em formato de discos, folhas e tiras finas;</li>
<li>Disponha essas formas recortadas simetricamente sobre a rosca;</li>
<li>Pincele a superfície toda com a gema de ovo e decore com pedaços das frutas secas;</li>
<li>Polvilhe açúcar de confeiteiro e leve para assar em forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos.</li>
</ul>
<p><strong>Servir com:</strong></p>
<p>Uma xícara de chocolate quente.</p>
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		<title>Peru Natalino da Avó de Suze</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 14:27:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mais interessante desta história culinária natalina é como Suze – advogada, uma amiga de São Paulo – descobriu a receita do Peru de Natal da sua avó. Estava na casa de uma amiga, convidada para ceia de Natal, saboreando este delicioso peru. Encantada com a maciez, a textura e o sabor do elaborado prato, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O mais interessante desta história culinária natalina é como Suze – advogada, uma amiga de São Paulo – descobriu a receita do Peru de Natal da sua avó.</p>
<p>Estava na casa de uma amiga, convidada para ceia de Natal, saboreando este delicioso peru. Encantada com a maciez, a textura e o sabor do elaborado prato, Suze, então, perguntou sobre a receita. Que receita deliciosa! De quem é? Da sua avó Suze, respondeu sua amiga.</p>
<p>Bem, felizes somos nós que iremos compartilhar esta receita afetiva e simples de um delicioso Peru Natalino. Que bom que a receita saiu da oralidade, foi resgatada e registrada.</p>
<p>O Peru segue a tradição da família da Suze, que tem uma afinidade especial por pratos marinados. Tenho algumas receitas a serem publicadas fornecidas por ela, além de um caderno de receitas da sua mãe. A costelinha de porco, por exemplo, é algo dos Deuses, jamais comi igual. Hoje, porém, é dia de Peru, e como toda receita oral, precisamos colocar nossa herança culinária pessoal na hora do preparo, pois estas avós e mães afetivas adoram medidas do tipo “bastante”, “ou mais”, “um pouco”, “a gosto”. Paciência, pois esta linguagem faz parte integral das Cozinhas Afetivas, e se não fosse assim não seriam afetivas.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4067" style="width: 402px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4067" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/23/peru-natalino-da-avo-de-suze/attachment/122276127/"><strong><img class="size-full wp-image-4067  " title="Peru Natalino da Avó de Suze" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Peru.jpg" alt="" width="392" height="588" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Peru Natalino da Avó de Suze</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Peru de Natal da Avó de Suze – O PERU</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 – INGREDIENTES</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 Peru grande, limpo e sem miúdos (reservar os miúdos para a farofa);</li>
<li>2 xícaras de chá (ou mais) de vinho branco (bastante)</li>
<li>Bastante cheiro verde bem picado</li>
<li>Bastante cebola bem picada</li>
<li>1 xícara de chá de água</li>
<li>Vinagre</li>
<li>Óleo</li>
<li>Limão</li>
<li>Sal</li>
<li>Pimenta Vermelha</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – MODO DE PREPARO</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Misture todos os ingredientes e envolva o Peru completamente;</li>
<li>Deixar marinar, na geladeira, por dois dias (48 horas), virando várias vezes o Peru (cubra com papel alumínio);</li>
<li>Untar o Peru, por fora e por dentro, com manteiga ou margarina;</li>
<li>Assar coberto com papel alumínio;</li>
<li>Retirar o papel alumínio no final para deixar o Peru mais corado (dourado).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Peru de Natal da Avó de Suze – A FAROFA DOCE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1 – INGREDIENTES (Quantidades? Ao nosso gosto) </strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Presento picadinho</li>
<li>Pão que ficou de molho no leite</li>
<li>Miúdos do Peru cozidos e desfiados</li>
<li>Ameixa</li>
<li>Uva Passa</li>
<li>Farinha de mandioca fina</li>
<li>Molho do Peru retirado da assadeira</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 – MODO DE PREPARO</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Misture todos os ingredientes, exceto a farinha de mandioca;</li>
<li>Leva ao fogo, por alguns minutos;</li>
<li>Deixe esfriar uma pouco e adicione a farinha de mandioca;</li>
<li style="text-align: justify;">A farofa deve ficar molhadinha.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mensagem Culinária Afetiva de Final de Ano da Ana</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 13:15:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A mensagem reproduzida abaixo (na íntegra, sem cortes ou edição, com observações e dicas) foi recebida por Ed, amiga lá de Salvador da Bahia. Foi enviada por Ana, comadre da Ed, para suas amigas. Vejam: para suas amigas, coisa de comadre.   São duas receitas de famílias, receitas de afeto, precedidas por um delicado e saboroso [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A mensagem reproduzida abaixo (na íntegra, sem cortes ou edição, com observações e dicas) foi recebida por Ed, amiga lá de Salvador da Bahia. Foi enviada por Ana, comadre da Ed, para suas amigas. Vejam: para suas amigas, coisa de comadre.  </p>
<p>São duas receitas de famílias, receitas de afeto, precedidas por um delicado e saboroso texto.</p>
<p>Através de duas receitas, a comadre Ana resgata o que temos de mais nobre nas comemorações de final ano; as relações de afeto e carinho. E como a vida é recheada (ou deveria ser recheada) de equilíbrios, Ana teve o cuidado (movida provavelmente pala sua sabedoria culinária herdada da Mãe Carol) de equilibrar sua mensagem de final de ano com uma receita salgada (Torta de Bacalhau da Vó Carol) e uma doce receita (Torta Gelada Glades). </p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4058" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/23/mensagem-culinaria-afetiva-de-final-de-ano-da-ana/imagem1-22/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4058" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/Imagem11.jpg" alt="" width="478" height="338" /></a></p>
<p>Queridas amigas,  </p>
<p>Pensei numa mensagem de final de ano para enviar a vocês, mas acho que já recebemos todas mais lindas que existem. </p>
<p>Então, como sabem que sou “amante” da boa comida, resolvi mandar-lhes duas receitinhas bem saborosas que poderão até entrar no “Menu” das festas Natalinas. </p>
<p>E o que desejo a todas vocês é isso: <strong>a família e os bons amigos reunidos em volta de uma “boa mesa”, com SAÚDE, num clima de PAZ e HARMONIA e que o ano de 2012 seja “saboroso” e “doce”, com os ingredientes certos, “na medida”, como uma receita bem elaborada. E muita, muita PROTEÇÃO para que possam seguir em frente, sempre, com FÉ e ALEGRIA.</strong> </p>
<p><strong>O importante é estarmos com as pessoas que amamos e lembrarmos sempre de cuidarmos uns dos outros.</strong></p>
<p> A 1ª receita é um prato bem prático, completo, de bacalhau, criado e testado por nossa querida Carol.  </p>
<p><strong>TORTA DE BACALHAU DE VÓ CAROL</strong> </p>
<p><strong>1ª camada </strong>- 01 xicara de chá de arroz. </p>
<p><strong>2ª camada </strong>- 500 gramas de bacalhau dessalgado e desfiado. </p>
<p>Mais (para a 1ª e 2ª camadas): leite de 01 coco grande, azeite doce, 02 cebolas grandes, 04 dentes de alho, 03 tomates picados, cheiro verde, cebolinha verde picada, 02 ovos cozidos duros picados, azeitonas verdes picadas, azeitonas pretas. </p>
<p><strong>Opcional:</strong> um pimentão verde, um vermelho e um amarelo picados. </p>
<p><strong>3ª camada </strong>- 600 gramas de batatas cozidas e espremidas. </p>
<p>Mais: um copo de leite, 02 ovos inteiros, sal, 01 colher de sopa de margarina, 02 colheres de sopa de farinha de trigo, 01 colher de sopa de fermento em pó, 100 gramas de queijo ralado, 01 ovo para pincelar. </p>
<p><strong>Modo de fazer:</strong> </p>
<p>Cozinhe o arroz normalmente, com pouco sal. </p>
<p>Faça um molho refogado no azeite doce, bem gostoso, com os ingredientes da 2ª camada (exceto o bacalhau e as azeitonas), como se preparasse um molho para moqueca. Retire uma xícara deste molho e junte ao arroz cozido, acrescente ½ xicara de leite de coco, leve ao fogo e  deixe secar. Coloque no fundo de um pirex ou refratário. </p>
<p>Coloque o bacalhau já desfiado e previamente aferventado no restante do molho, junte as azeitonas verdes picadas e 01 xicara de leite de coco. Deixe refogar um pouco, experimente o ponto do sal, se precisar, acrescente um pouco de água (ou caldo de legumes, peixe ou camarão, tipo Knorr). Deixe secar, ponha em cima do arroz e cubra com os ovos cozidos picados. Reserve. </p>
<p>Faça a massa da batata juntando todos os ingredientes. Misture bem, experimente o sal e ponha em cima do bacalhau. Pincele com o ovo batido, polvilhe um pouco do queijo ralado e leve ao forno por uns 20 min até dourar. Ao retirar, regue com azeite doce e enfeite com azeitonas pretas.  </p>
<p>A 2ª receita é uma sobremesa deliciosa, muito prática, que uma amiga me passou, no tempo em que morei no Stiep (a irmã de Alice Portugal).  </p>
<p><strong>TORTA GELADA GLADES </strong> </p>
<p><strong>INGREDIENTES:</strong> </p>
<p>- 01 LATA DE LEITE CONDENSADO; </p>
<p>- 01 LATA DE CREME DE LEITE; </p>
<p>- 04 GEMAS SEM A PELE; </p>
<p>- 04 CLARAS EM NEVE; </p>
<p>- 1 XICARA E 1/2 DE CHOCOLATE EM PÓ (TIPO Garoto); </p>
<p>- 300 GRAMAS DE BISCOITO MARIA, ESMIGALHADO OU TRITURADO (não é em pó); </p>
<p>- 200 GRAMAS DE MANTEIGA; </p>
<p>- 50 GRAMAS DE UVA PASSA; </p>
<p>- 200 GRAMAS DE NOZES PICADAS OU OUTRO CROCANTE (pé de moleque triturado, ou amêndoas); </p>
<p>- 01 BARRA DE 200 GRAMAS DE CHOCOLATE MEIO AMRAGO;  </p>
<p>- CEREJAS, AMEIXAS OU OUTRAS COISAS (OPCIONAL) PARA ENFEITAR. </p>
<p>- OPCIONAL: UMA COLHER DE CHÁ DE ESSÊNCIA DE BAUNILHA.  </p>
<p><strong>MODO DE FAZER:</strong> </p>
<p>Bata as gemas sem a pele com a manteiga até ficar um creme claro. Misture a lata de leite condensado aos poucos e continue batendo. Acrescente o chocolate em pó peneirado.  Acrescente a baunilha, se desejar. Continue batendo até ficar cremoso. Desligue a batedeira. Acrescente o biscoito triturado, misture com uma colher de pau. Acrescente as passas, o crocante e as claras em neve, esta última misturando “delicadamente”.  </p>
<p>Coloque em uma forma refratária ou numa forma de fundo falso (melhor), untada com manteiga. Leve ao congelador ou freezer por umas 04 horas. </p>
<p>Faça a cobertura: derreta a barra de chocolate em banho Maria e misture o creme de leite, <strong>gelado, sem o soro.</strong> </p>
<p>Cubra a torta, já desenformada, ou no refratário, e enfeite a gosto (chocolate em raspas, cerejas, ameixas, suspiros ou chantilly). </p>
<p><strong>É uma delícia. Não vai ao forno e pode ser usada até como torta de aniversário. Conserve na geladeira até servir, não no congelador.</strong> </p>
<p><strong>Beijos, beijos.</strong> </p>
<p><strong>Felizes Festas e Férias para todas!</strong> </p>
<p><strong>Aninha</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Swedish Cakes and Cookies</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 03:18:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha Literária Afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Gente de Afeto na Cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Natal Afetivo 2011]]></category>
		<category><![CDATA[afetiva]]></category>
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		<category><![CDATA[bolos]]></category>
		<category><![CDATA[doces]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[memória afetiva de natal]]></category>
		<category><![CDATA[suecia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um livro de bolos e biscoitos caseiros da Suécia, escrito logo após a II Guerra Mundial, em 1945. Swedish Cakes and Cookies (Bolos e Biscoitos Suecos &#8211; www.icabokforlag.se), edição 2010, apresenta 300 receitas tradicionais da culinária doceira sueca. O livro já teve outras edições em 1965, 1975 e 1985. Claro que não entendo uma palavra [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4042" style="width: 416px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4042" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/20/swedish-cakes-and-cookies/m2-2/"><img class="size-full wp-image-4042 " title="O presente da Mia" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/m21.jpg" alt="" width="406" height="544" /></a><p class="wp-caption-text">O presente da Mia</p></div>
<p>Um livro de bolos e biscoitos caseiros da Suécia, escrito logo após a II Guerra Mundial, em 1945. <em>Swedish Cakes and Cookies</em> (Bolos e Biscoitos Suecos &#8211; <a href="http://www.icabokforlag.se/">www.icabokforlag.se</a>), edição 2010, apresenta 300 receitas tradicionais da culinária doceira sueca. O livro já teve outras edições em 1965, 1975 e 1985.</p>
<p>Claro que não entendo uma palavra em sueco. Minha versão é inglesa, acabei de recebê-la, via correio, de uma querida amiga sueca, Mia, que já tive o prazer de publicar uma receita dela no nosso blog – Bolo de Cenoura com Glacê de Cream Cheese.</p>
<p> (<a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/04/bolo-de-cenoura-com-glace-de-cream-cheese-da-mia/">http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/04/bolo-de-cenoura-com-glace-de-cream-cheese-da-mia/</a>).</p>
<p>Natal é assim mesmo, serve, além do prazer culinário das ceias, para nos aproximar, encurtando distâncias, e Mia conseguiu encurtar uma grande distância geográfica (Suécia – Brasil) com seu presente culinário, com seu afetivo presente de cozinha. Amigos queridos, amigos afetuosos que nos mimam com seus grandes gestos de afetos.</p>
<p>Mia querida, obrigado! Um dia irei ai, e faremos juntos o <em>Cinnamon Cake</em> da página 68.</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-4048" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/20/swedish-cakes-and-cookies/m3/"><img class="aligncenter size-full wp-image-4048" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/m3.jpg" alt="" width="308" height="236" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Chuchu Coberto</title>
		<link>https://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/05/15/chuchu-coberto/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 03:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Doces Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[Gente de Afeto na Cozinha]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Afetiva Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Sua História de Memória Afetiva Culinária]]></category>
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		<description><![CDATA[Dois comentários interessantes no Facebook referente a Omele de Chuchu. Nadia Cozzi do blog www.alimentopuro.blogspot.com postou uma receita de Doce de Chuchu. Vejam abaixo.  1 – INGREDIENTES 1 kg de chuchu orgânico 350 gramas de açúcar orgânico ou mel ou rapadura raladinha 1 limão 6 cravos da Índia 200 gramas de coco ralado fresco 1 [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois comentários interessantes no Facebook referente a Omele de Chuchu.</p>
<p><strong>Nadia Cozzi</strong> do blog <a href="http://www.alimentopuro.blogspot.com/">www.alimentopuro.blogspot.com</a> postou uma receita de Doce de Chuchu. Vejam abaixo.<strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;">
<div align="center">
<div id="attachment_2269" style="width: 254px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-2269" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/05/15/chuchu-coberto/foto/"><strong><img class="size-full wp-image-2269  " title="Facebook da Nadia Cozzi" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Foto.jpg" alt="" width="244" height="336" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Facebook da Nadia Cozzi</p></div>
</div>
<p style="text-align: left;"><strong>1 – INGREDIENTES </strong></p>
<ul>
<li style="text-align: left;">1 kg de chuchu orgânico</li>
<li style="text-align: left;">350 gramas de açúcar orgânico ou mel ou rapadura raladinha</li>
<li style="text-align: left;">1 limão</li>
<li style="text-align: left;">6 cravos da Índia</li>
<li style="text-align: left;">200 gramas de coco ralado fresco</li>
<li style="text-align: left;">1 colher de sopa de canela em pó</li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><strong>2 – MODO DE PREPARO</strong></p>
<ul style="text-align: left;">
<li>Rale o chucho em ralo grosso;</li>
<li>Leve ao fogo com açúcar e deixe apurar até que fique macio;</li>
<li>Adicione o cravo, a canela e a raspa de limão;</li>
<li>Deixe apurar mais um pouquinho;</li>
<li style="text-align: left;">Quando estiver pronto, adicione o coco ralado.</li>
</ul>
<p style="text-align: left;"><strong>Jucimar Pedreira</strong> do Sítio Marocas (Feira de Santana / BA), meu irmão, foi fundo nas nossas memórias afetivas, trazendo o verdadeiro nome da Omelete de Chuchu: Chuchu Coberto. Vejam abaixo.</p>
<p style="text-align: center;">
<div align="center">
<div id="attachment_2278" style="width: 413px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-2278" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/05/15/chuchu-coberto/foto1-3/"><img class="size-full wp-image-2278  " title="Sítio Marocas - Feira de Santana / BA" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Foto1.jpg" alt="" width="403" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">Sítio Marocas - Feira de Santana / BA</p></div>
</div>
</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><em>“Para minha memória afetiva o nome sempre será Chuchu Coberto. Afinal, foi com esse nome que minha mãe conseguiu que o chuchu não sobrasse no almoço. Lembro exatamente quando ela fazia as famosas rodas de Chuchu Coberto. O trato carinhoso no corte e limpeza do fruto. O cuidado na separação da clara e gema dos ovos escolhidos e abertos com pequenas batidinhas na parte de cima. O ritual de bater as claras em prato fundo com garfo especial (grande e pesado), comprado e separado exclusivamente para o bater dos ovos. As fatias de chuchu, depois de temperadas, eram envolvidas nos ovos batidos e fritas com gotas de óleo em frigideira aberta. O ritual afetivo que envolve a receita torna impossível não experimentar. Parabéns! Aproveite e sugiro a divulgação da receita do suflê de chuchu com carne moída… Inesquecível também”.</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Cozinha Afetiva de Natal da Minha Mãe</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 02:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Natal Afetivo 2010]]></category>
		<category><![CDATA[afeto]]></category>
		<category><![CDATA[memória afetiva de natal]]></category>

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		<description><![CDATA[Minhas memórias afetivas de Natal passam pela cozinha da minha mãe e pela capacidade criativa do meu pai. Na cozinha, tenho presente os sabores e aromas da Frigideira de Bacalhau, do Peru de Natal, do Queijo Palmyra e do Pão Doce de Natal. Todas as memórias culinárias não teriam sentido sem a capacidade criativa do [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Minhas memórias afetivas de Natal passam pela cozinha da minha mãe e pela capacidade criativa do meu pai. Na cozinha, tenho presente os sabores e aromas da Frigideira de Bacalhau, do Peru de Natal, do Queijo Palmyra e do Pão Doce de Natal. Todas as memórias culinárias não teriam sentido sem a capacidade criativa do meu pai na montagem do clima natalino, através dos presépios e grandes árvores de Natal com delicadas bolas de vidros e lâmpadas coloridas. Decoração de Natal sempre foi uma tradição na minha casa. Os presépios apresentavam a linguagem religiosa conhecida, porém sempre tiveram uma boa dose de modernidade e criatividade. Meu pai “tropicalizava” os presépios, incluindo praias com barquinhos, pracinhas com aspectos de cidade do interior brasileiro e até as típicas calçadas de Copacabana com pessoas passeando com carrinhos de bebês. Um exercício livre de cultura popular, sem qualquer preocupação com padrões, porém com muita estética. Decoração caseira de Natal e mesa com comidas natalinas são minhas melhores recordações.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu irmão herdou o gosto pelos presépios, que são montados entre a 1ª e 2ª semana de dezembro e desmontados após o dia 11 de janeiro, data que minha mãe fazia aniversário.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda esta movimentação de final de ano, mesmo sem a presença física dos meus pais, especialmente da minha mãe, é importante como um ritual de renovação. Gosto da sensação de recomeço. O Natal nos prepara para a virada do ano. Novo verão, novo carnaval, novo São João, novo, novo&#8230; e logo já teremos mais um novo Natal e um novo Ano Novo, com a mesma sensação de recomeço, de renovação. Façam suas promessas!</p>
<p> </p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div align="center"> <div id="attachment_998" style="width: 482px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-998" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/12/21/a-cozinha-afetiva-de-natal-da-minha-mae/imagem4-2/"><img class="size-full wp-image-998 " title="Mesa de Natal" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Imagem41.jpg" alt="" width="472" height="630" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de Natal</p></div></div></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Cozinha Afetiva de Natal da Minha Mãe – A Frigideira de Bacalhau</title>
		<link>https://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/12/21/a-frigideira-de-bacalhau/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 02:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Afetiva Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Natal Afetivo 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Salgados Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[afeto]]></category>
		<category><![CDATA[memória afetiva de natal]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Frigideira de Bacalhau da minha mãe tinha o mesmo status e destaque do peru da nossa mesa de Natal. Da minha parte, considero o sabor mais natalino da ceia. Sempre ficava alguém sem um pedaço, nunca sobrava para o almoço do dia 25 e nunca entendi qual o motivo de fazer apenas uma, pois [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div align="center"> <div id="attachment_941" style="width: 294px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-941" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/12/21/a-frigideira-de-bacalhau/frigideira-5/"><img class="size-large wp-image-941 " title="Frigideira de Bacalhau" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Frigideira-5-284x213.jpg" alt="" width="284" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Frigideira de Bacalhau</p></div></div>
<p style="text-align: justify;">A Frigideira de Bacalhau da minha mãe tinha o mesmo status e destaque do peru da nossa mesa de Natal. Da minha parte, considero o sabor mais natalino da ceia. Sempre ficava alguém sem um pedaço, nunca sobrava para o almoço do dia 25 e nunca entendi qual o motivo de fazer apenas uma, pois era disputada a quase “tapas e beijos”. A Frigideira também estava presente em outras datas festivas da nossa família. Com certeza, na Semana Santa e no São João. Abaixo a receita que aprendi a fazer com minha mãe, uma herança, um legado sem precedência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Frigideira de Bacalhau</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1 – INGREDIENTES</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>800 gramas de bacalhau, desfiado, sem pele e totalmente livre de espinhas</li>
<li>6 cebolas médias em rodelas</li>
<li>8 dentes de alho amassados</li>
<li>4 tomates maduros picados</li>
<li>50 gramas de camarão seco, sem cabeça e sem casca</li>
<li>½ pimentão verde, ½ pimentão vermelho e ½ pimentão amarelo</li>
<li>300 gramas de azeitonas fatiadas</li>
<li>400 ml de leite de coco</li>
<li>8 ovos</li>
<li>1 colher de sopa de farinha de trigo com fermento</li>
<li>Azeite de oliva extra vigem</li>
<li>Cheiro verde (coentro, cebolinha e salsinha)</li>
<li>Pimenta-do-reino</li>
<li>Sal</li>
<li style="text-align: justify;">Rodelas de pimentão, tomate e cebola e azeitonas para decoração</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">
<div align="center"> <div id="attachment_945" style="width: 294px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-945" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/12/21/a-frigideira-de-bacalhau/frigideira-1/"><img class="size-large wp-image-945" title="Temperos da Frigideira de Bacalhau" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Frigideira-1-284x213.jpg" alt="" width="284" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Temperos da Frigideira de Bacalhau</p></div></div>
<p style="text-align: justify;">2 – MODO DE PREPARO</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Retire o sal do bacalhau, reserve.</li>
<li>Em uma panela grande, adicione a cebola em rodelas, o alho amassado e o azeite de oliva, deixe dourar.</li>
<li>Acrescente o bacalhau desfiado e a pimenta-do-reino, misturando bem.</li>
<li>Acrescente os pimentões (verde, vermelho e amarelo) e o cheiro verde, misturando bem.</li>
<li>Acrescente as azeitonas, misturando bem.</li>
<li>Acrescente os tomates picados e o leite coco, deixe cozinhar até levantar fervura (a massa deverá ficar úmida, porém sem caldo). Reserve a massa.</li>
<li>Unte um refratário Grande com azeite de oliva.</li>
<li>Bata os ovos em neve.</li>
<li>Misture 5 colheres de sopa dos ovos em neve com a massa de bacalhau. Acrescente mais azeite de oliva e ajuste o sal.</li>
<li>Forre o refratário (Grande) com 8 colheres de sopa dos ovos em neve.</li>
<li>Adicione a massa do bacalhau no refratário, acomode bem e por cima desta massa acrescente o restante dos ovos batidos em neve.</li>
<li>Decore com rodelas de pimentão, tomate e cebola e azeitona.</li>
<li>Assar em forno pré-aquecido (200oC) até dourar.</li>
<li>Deixe esfriar, decore e coloque na sua mesa natalina.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">3 – IMPORTANTE</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>A farinha de trigo <strong>com</strong> fermento pode ser substituída por farinha de trigo <strong>sem</strong> fermento, adicionando-se uma colher de chá de fermento em pó.</li>
<li>Sal, pimenta-do-reino, cheiro verde (coentro, cebolinha e salsinha) e azeite de oliva são ingredientes adicionados “a gosto”.</li>
<li><strong>Ovos em Neves</strong> &#8211; São claras de ovos bem batidas, que ao atingir o ponto de neve (claras durinhas, como se fosse um bloquinho de neve), acrescentamos as gemas e a farinha de trigo, misturando-se tudo.</li>
</ul>
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		<title>A Cozinha Afetiva de Natal da Minha Mãe &#8211; O Peru</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 01:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Memória Afetiva Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Natal Afetivo 2010]]></category>
		<category><![CDATA[Salgados Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[afeto]]></category>
		<category><![CDATA[memória afetiva de natal]]></category>
		<category><![CDATA[receitas]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-923" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/12/21/a-cozinha-afetiva-de-natal-da-minha-mae-o-peru/christmas-turkey-on-holiday-table/"><img class="size-large wp-image-923 aligncenter" title="Christmas turkey on holiday table" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/12/93760520-318x213.jpg" alt="" width="318" height="213" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não lembro quando o ritual do “engorda peru”, e consequente sacrifício do bicho em prol de uma ceia natalina, foram extintos da minha casa, sendo substituído pelo Peru da Sadia e o Chester da Perdigão. Confesso que não tenho saudades do ritual. Era triste ver aquele simpático peru fazendo parte da família por meses, sem a menor noção que seria a ceia, o prato principal do jantar do dia 24 e o escaldado do dia 25 ou do domingo seguinte. Sim, sobras de peru no nordeste vira comida do dia seguinte em forma de escaldado. Os restos e ossos são cozidos, em muita água, com outras carnes (linguiça e bacon, principalmente), vários temperos e legumes. Após o cozimento, é retirado o caldo para fazer um pirão com farinha de mandioca. Durante anos tivemos este ritual natalino, que variava em função da quantidade de comida do dia 24. O escaldado só era feito no dia 25, se não sobrasse comida suficiente para o almoço.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao sacrifício do peru, por várias vezes acompanhei com muito pesar aquele ato da minha mãe. O pesar, entretanto, desaparecia por completo com o 1º aroma que exalava do forno.</p>
<p style="text-align: justify;">Os tempos são outros, não matamos mais peru de véspera, mas nas primeiras edições do clássico livro Dona Benta Comer Bem (Companhia Editora Nacional) era apresentado o método de como abater um peru.</p>
<div align="center"> <div id="attachment_1013" style="width: 448px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-1013" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/12/21/a-cozinha-afetiva-de-natal-da-minha-mae-o-peru/imagem1-8/"><img class="size-full wp-image-1013 " title="Como Abater Um Peru - Dona Benta Comer Bem" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/12/Imagem16.jpg" alt="" width="438" height="299" /></a><p class="wp-caption-text">Como Abater Um Peru - Dona Benta Comer Bem</p></div></div>
<p>Com a entrada da Sadia e da Perdigão na cozinha da minha mãe, tudo ficou mais fácil e rápido, porém jamais estas aves industrializadas tiveram acesso ao sagrado forno da cozinha sem um reforço prévio de tempero. Minha mãe afirmava com autoridade incontestável: falta tempero.</p>
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		<title>A Cozinha Afetiva de Natal da Minha Mãe &#8211; O Queijo Palmyra</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 01:31:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Memória Afetiva Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Natal Afetivo 2010]]></category>
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		<category><![CDATA[memória afetiva de natal]]></category>
		<category><![CDATA[queijo]]></category>

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		<description><![CDATA[  Palmyra é um queijo tipo Reino muito tradicional. O nome Palmyra se deve ao fato de que a produção deste tipo de queijo começou na serra da Mantiqueira, mais especificamente na região de Palmyra, estado de Minas Gerais, hoje Santos Dumont*. Produzido por queijeiros holandeses em 1876, a partir de uma adaptação do queijo [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<div align="center"> <div id="attachment_908" style="width: 265px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-908" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2010/12/21/a-cozinha-afetiva-de-natal-da-minha-mae-o-queijo-palmyra/cc68f682510d40eb8740d9670ccb22f5-2/"><img class="size-large wp-image-908" title="Queijo Palmyra" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2010/12/CC68F682510D40EB8740D9670CCB22F51-255x213.jpg" alt="" width="255" height="213" /></a><p class="wp-caption-text">Queijo Palmyra</p></div></div>
<p style="text-align: justify;">Palmyra é um queijo tipo Reino muito tradicional. O nome Palmyra se deve ao fato de que a produção deste tipo de queijo começou na serra da Mantiqueira, mais especificamente na região de Palmyra, estado de Minas Gerais, hoje Santos Dumont<strong>*</strong>. Produzido por queijeiros holandeses em 1876, a partir de uma adaptação do queijo holandês Edam, o queijo tipo Reino teve sucesso imediato devido à sua qualidade que superava o original holandês. Mantêm características notáveis, que tornaram este tipo de queijo um dos grandes queijos nacionais. É acondicionado na tradicional embalagem de lata, que além de proteger o queijo, ajuda no processo de maturação. A casca vermelha e o seu tempo de maturação, com um mínimo de três meses, são fatores decisivos para um sabor peculiar e um queijo bastante aromático.</p>
<p style="text-align: justify;">Queijo Palmyra na minha casa de infância era queijo de festa. A cuia de lata era aproveitada como comedor ou bebedor para os bichos do quintal. A casca vermelha, rezava a lenda, não podia ser comida pelas crianças: fazia mal, podia provocar “dor de barriga”. Na nossa visão infantil, porém, a cor vermelha-rosa da casca era um grande atrativo, e não resistindo ao proibido, nós as comíamos escondidos. Nunca tivemos “dor de barriga”, confesso!</p>
<p style="text-align: justify;">É muito difícil encontrar o Palmyra em cuia – lata em São Paulo. Indico três prováveis locais: Galeria dos Pães (<a href="http://www.galeriadospaes.com.br/">http://www.galeriadospaes.com.br</a>), Padaria Dengosa (da Melo Alves, 281 – Jardins) e o Mercado Municipal (<a href="http://www.mercadomunicipal.com.br/">http://www.mercadomunicipal.com.br</a>).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*</strong>O município de Santos Dumont situado na Zona Mata (MG), aproximadamente 207 km de Belo Horizonte e a 235 do Rio de Janeiro. Seu nome é uma homenagem ao conterrâneo Alberto Santos Dumont, o inventor do avião. Foi Fundada por João Gomes, pai do inconfidente José Aires Gomes, com o nome de Palmira e só mudou de nome por causa de Santos Dumont.</p>
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