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	<title>Cozinha Afetiva &#187; iemanjá</title>
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	<description>Memória Afetiva Culinária</description>
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		<title>JANTAR DE 2013 PARA OGUM E IEMANJÁ</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Dec 2012 22:33:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetiva Comida de Santo]]></category>
		<category><![CDATA[Doces Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos Afetivos de Cozinha]]></category>
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		<description><![CDATA[OGUM Ogum (em yoruba: Ògún) é, na mitologia yoruba, o orixá ferreiro, senhor dos metais. O próprio Ogum forjava suas ferramentas, tanto para a caça, como para a agricultura e para a guerra. Na África seu culto é restrito aos homens, e existiam templos em Ondo, Ekiti e Oyo. Era o filho mais velho de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>OGUM</strong></p>
<p>Ogum (em yoruba: Ògún) é, na mitologia yoruba, o orixá ferreiro, senhor dos metais. O próprio Ogum forjava suas ferramentas, tanto para a caça, como para a agricultura e para a guerra. Na África seu culto é restrito aos homens, e existiam templos em Ondo, Ekiti e Oyo. Era o filho mais velho de Oduduwa, o fundador de Ifé, identificado no jogo do merindilogun pelos odu etaogunda, odi e obeogunda, representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba ogun.</p>
<p>Ogum é considerado o primeiro dos orixás a descer do <em>Orun</em> (o céu), para o <em>Aiye</em> (a Terra), após a criação, um dos semideuses visando uma futura vida humana. Em comemoração a tal acontecimento, um de seus vários nomes é <em>Oriki</em> ou <em>Osin Imole</em>, que significa o &#8220;primeiro orixá a vir para a Terra&#8221;.</p>
<p>Ogum foi provavelmente a primeira divindade cultuada pelos povos yorubá da África Ocidental. Acredita-se que ele tenha <em>wo ile sun</em>, que significa &#8220;afundar na terra e não morrer&#8221;, em um lugar chamado &#8216;Ire-Ekiti&#8217;.</p>
<p>É também chamado por Ògún, Ogoun, Gu, Ogou, Ogun e Oggún. Sua primeira aparição na mitologia foi como um caçador chamado <em>Tobe Ode</em>.</p>
<p><strong>Oração</strong></p>
<p><em>Ogum, meu Pai &#8211; Vencedor de demanda, poderoso guardião das Leis, Chamá-lo de Pai é honra, esperança, é vida.<br />
Vós sois meu aliado no combate às minhas inferioridades.<br />
Mensageiro de Oxalá &#8211; Filho de OLORUN.<br />
Senhor, Vós sois o domador dos sentimentos espúrios, depurai com Vossa espada e lança, minha consciente e inconsciente baixeza de caráter.<br />
Ogum, irmão, amigo e companheiro, continuai em Vossa ronda e na perseguição aos defeitos que nos assaltam a cada instante.<br />
Ogum, glorioso Orixá, reinai com Vossa falange de milhões de guerreiros vermelhos e mostrai por piedade o bom caminho para o nosso coração, consciência e espírito.<br />
Despedaçai, Ogum, os monstros que habitam nosso ser, expulsai-os da cidadela inferior.<br />
Ogum, Senhor da noite e do dia e de mãe de todas as horas boas e más, livrai-nos da tentação e apontai o caminho do nosso Eu.<br />
Vencedor contigo, descasaremos na paz e na Glória de OLORUN.<br />
Ogumhiê Ogum.<br />
Glória a OLORUN!</em></p>
<p><strong>IEMANJÁ</strong></p>
<p>Iyemanjá, Yemanjá, Yemaya, Iemoja, Iemanjá ou Yemoja é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá <em>Yèyé omo ejá</em> (&#8220;Mãe cujos filhos são peixes&#8221;), identificada no merindilogum (um tipo de jogo de búzios) pelos odus ejibe e ossá. É representado no canbomblé através do assentamento sagrado denominado igba yemanja. É considerada a mãe dos outros Orixás, personificada como uma matrona, bela, de seios enormes, símbolo da maternidade fecunda e nutritiva, e as mães são as autoridades supremas das Cozinhas Afetivas. Mães são as provedoras maiores da comida afetiva e nutritiva.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td width="20" valign="top"> </td>
<td>&#8220;Iemanjá, rainha do mar, é também conhecida por dona Janaína, Inaê, Princesa de Aiocá e Maria, no paralelismo com a religião católica. Aiocá é o reino das terras misteriosas da felicidade e da liberdade, imagem das terras natais da África, saudades dos dias livres na floresta.&#8221;</td>
<td valign="bottom"> — <a title="Jorge Amado" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jorge_Amado">Jorge Amado</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Oração</strong></p>
<p><em>“Vós que governais as águas, derramai por sobre a humanidade a vossa proteção, fazendo assim Divina Mãe, uma descarga em seus corpos materiais, limpando suas almas e incutindo em seus corações o respeito e a veneração devida a essa força da natureza que simbolizais. </em></p>
<p><em>Fluidificai nossos espíritos e despertai nossa matéria de todas as impurezas que hajam adquirido. Permiti que vossas falanges nos protejam e amparem, assim o fazendo com toda a humanidade, nossa irmã. Salve Iemanjá, Rainha dos mares.” </em>(Livro: Iemanjá de J. Edson Orphanake).</p>
<p><strong>O JANTAR DA VIRADA DE 2012 PARA 2013, ANO REGIDO POR OGUM E IEMANJÁ</strong></p>
<p><strong> </strong>Para montar o cardápio do jantar, utilizamos receitas e ingredientes que na tradição destes Orixás são considerados oferendas. Com licença de Ogum e Iemanjá misturamos livremente estes ingredientes e receitas, criando pratos comuns aos dois Orixás.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">FRIGIDEIRA DE BACALHAU</span></strong></p>
<p><strong> </strong>A receita pode ser encontrada no post <strong><em>A Cozinha Afetiva de Natal da Minha Mãe – A Frigideira de Bacalhau</em></strong><strong> </strong>de 21 de dezembro de 2010. Incluímos nos ingredientes 4 colheres de sopa de azeite-de-dendê em homenagem aos Orixás.</p>
<p><strong> </strong><strong><span style="text-decoration: underline;">ARROZ DE LEITE DE COCO</span></strong></p>
<p><strong>1 – Ingredientes</strong></p>
<ul>
<li>½ xícara de arroz</li>
<li>½ xícara de leite de coco</li>
<li>Azeite de oliva extra virgem</li>
<li>Sal a gosto</li>
</ul>
<p><strong>2 – Modo de Preparo</strong></p>
<ol>
<li>Cozinhe bem o arroz em água e sal até formar uma papa, escorra;</li>
<li>Junte o leite de coco e leve ao fogo até secar bem;</li>
<li>Transfira para uma fôrma de pudim ou de bolo umedecida com azeite de oliva;</li>
<li>Deixe esfriar e desenformar.</li>
</ol>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">FAROFA DE CEBOLA RALADA E MEL</span></strong></p>
<p><strong>1 – Ingrediente </strong>(quantidade a critério de quem prepara)</p>
<ul>
<li>Farinha de mandioca (da Bahia, de preferência)</li>
<li>Camarão seco sem casca</li>
<li>Cebola ralada</li>
<li>Alho socado</li>
<li>Manteiga</li>
<li>Mel</li>
<li>Sal a gosto<strong> </strong></li>
</ul>
<p><strong>2 – Modo de Preparo</strong></p>
<ol>
<li>Doure a cebola, o alho e o camarão seco na manteiga;</li>
<li>Adicione o mel e logo em seguida a farinha de mandioca;</li>
<li>Ajuste o sal a gosto;</li>
<li>Misture bem até dourar levemente a farinha.</li>
</ol>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">MANJAR BRANCO</span></strong><span style="text-decoration: underline;"><br />
</span><br />
<strong>1 – Ingredientes</strong></p>
<ul>
<li>2 colheres sopa de Maisena</li>
<li>½ xícara de leite de coco</li>
<li>1 xícara de leite</li>
<li>¼ de xícara de açúcar</li>
<li>Mel<strong> </strong></li>
<li>Raspas de laranja <strong></strong></li>
</ul>
<p><strong>2 – Modo de Preparo</strong></p>
<ol>
<li>Dissolver a Maizena no leite frio;</li>
<li>Juntar os outros ingredientes e levar ao fogo mexendo até engrossar;</li>
<li>Transfira para uma fôrma de pudim molhada;</li>
<li>Deixe esfriar e desenforme;</li>
<li>Sirva gelado com mel a gosto.</li>
</ol>
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