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	<title>Cozinha Afetiva &#187; espírito santo</title>
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	<description>Memória Afetiva Culinária</description>
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		<title>Rabanada da Dona Naná</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 09:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Doces Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[Gente de Afeto na Cozinha]]></category>
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		<description><![CDATA[Já era hora de trazer a Dona Naná para nossa Cozinha Afetiva. Dona Nazilda Costa, comandante da alegria, das festas e da cozinha da família Costa, família que já incorporei, sei lá desde quando. Dona Naná, dona deste post, dona de casa, dona de um dom culinário que transforma simples e cotidianos ingredientes em comidas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4240" style="width: 425px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4240" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/01/12/rabanada-da-dona-nana/100_7127/"><img class="size-full wp-image-4240   " title="Rabanada da Dona Naná" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/01/100_7127.jpg" alt="" width="415" height="311" /></a><p class="wp-caption-text">Rabanada da Dona Naná</p></div>
<p>Já era hora de trazer a Dona Naná para nossa Cozinha Afetiva. Dona Nazilda Costa, comandante da alegria, das festas e da cozinha da família Costa, família que já incorporei, sei lá desde quando.</p>
<p>Dona Naná, dona deste post, dona de casa, dona de um dom culinário que transforma simples e cotidianos ingredientes em comidas recheadas de sabores, cores, afeto e muita alegria. Alegria que ela carrega em tudo que faz, alegria que é o seu melhor tempero, seu tempero de vida, seu sal, seu açúcar, seu dom.</p>
<p>Assim é a Rabanada servida no réveillon dos Costa, o qual tive o prazer de fazer parte lá na nublada Vitória. Na mesa da festa um cardápio feito por várias mãos e alguns olhares (da Denise, por exemplo, nossa mantedora das caipiroscas – função também fundamental), com pratos especialmente feitos para entrar o ano novo com o pé direito e o estômago feliz; lentilha, frigideira de bacalhau, peixe ao forno, farofa de banana, salada de siri com manga (da Margot, que irei apresentar em breve), e claro a Rabanada da Naná, que logicamente não sobrou, não foi suficiente, pois comeríamos mais, muito mais.</p>
<p>A querida Dona Naná é muito prática e rápida na cozinha. Nada de muito trabalho, de muitas horas ao pé do fogão, pois ela tem outras atividades a se dedicar. Sua ginástica, seus passeios ao shopping Paulista, as idas ao supermercado, Sr Antônio, Serra Negra, Vitória, o cabelereiro, as novelas, o neto, os filhos, os amigos dos filhos, ávidos por um convite para um almoço de domingo, o qual me incluo, e por razões de manutenção do meu nome na lista dos convidados, jamais irei revelar sua idade, até porque idade não representa nada para quem carrega o dom da transformação culinária com temperos de afeto e alegria.</p>
<p><strong>Rabanada da Naná</strong></p>
<p><strong>1 – INGREDIENTES</strong></p>
<ul>
<li>Pão de sal dormido</li>
<li>Ovos</li>
<li>Leite de vaca</li>
<li>Açúcar</li>
<li>Canela em pó</li>
<li>Óleo</li>
</ul>
<p><strong>2 – MODO DE PREPARO</strong></p>
<ul>
<li>Deixar o pão dormir por 3 a 4 dias;</li>
<li>Cortar o pão em rodelas (foto 1);</li>
<li>Misturas bem o leite de vaca com 2 ovos (foto 2);</li>
<li>Mergulhar as rodelas de pão rapidamente na mistura leite/ovos;</li>
<li>Fritas as rodelas umedecidas em óleo quente (foto 3);</li>
<li>Depositar as rodelas fritas, rabanadas, em papel toalha para retirar o excesso do óleo (fotos 4 e 5);</li>
<li>Polvilhar com açúcar e canela em pó (foto 6).</li>
</ul>
<div id="attachment_4247" style="width: 473px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4247" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2012/01/12/rabanada-da-dona-nana/fotos-2/"><img class="size-full wp-image-4247  " title="Passo a Passo - Rabanada da Dona Naná" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2012/01/Fotos1.jpg" alt="" width="463" height="521" /></a><p class="wp-caption-text">Passo a Passo - Rabanada da Dona Naná</p></div>
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		<title>Pão Caseiro do Adilson</title>
		<link>https://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/30/pao-caseiro-do-adilson/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Dec 2011 13:48:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Doces Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[espírito santo]]></category>

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		<description><![CDATA[Pelas noites de Vitória, Espírito Santo, de bar e bar, Adilson trabalha a cerca de 15 anos nas vendas dos seus pães caseiros. O interessante é a forma encontrada por ele. Adilson criou uma padaria de duas rodas, organizada e prática, que circula em busca dos seus consumidores. Figura tradicional e conhecida da noite capixaba, sempre [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4099" style="width: 475px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4099" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/30/pao-caseiro-do-adilson/v6/"><img class="size-full wp-image-4099  " title="Pão Caseiro do Adilson" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/v6.jpg" alt="" width="465" height="622" /></a><p class="wp-caption-text">Pão Caseiro do Adilson</p></div>
<p>Pelas noites de Vitória, Espírito Santo, de bar e bar, Adilson trabalha a cerca de 15 anos nas vendas dos seus pães caseiros.</p>
<p>O interessante é a forma encontrada por ele. Adilson criou uma padaria de duas rodas, organizada e prática, que circula em busca dos seus consumidores. Figura tradicional e conhecida da noite capixaba, sempre sorrindo e devidamente vestido em perfeita harmonia com o layout da sua padaria de duas rodas.</p>
<p>Onde encontrá-lo? Sabe-se lá, só circulando pelas ruas próximas a beira mar da praia de Camburi.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4105" style="width: 477px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4105" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/30/pao-caseiro-do-adilson/v4-2/"><img class="size-full wp-image-4105  " title="A Padaria Bicicleta" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/v4.jpg" alt="" width="467" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">A Padaria Bicicleta</p></div>
<div id="attachment_4110" style="width: 477px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-4110" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/12/30/pao-caseiro-do-adilson/v7/"><img class="size-full wp-image-4110  " title="O Pão Caseiro do Adilson" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/12/v7.jpg" alt="" width="467" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">O Pão Caseiro do Adilson</p></div>
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		<title>Pra não dizer que não falei das flores, xô corrupção, “temo” limão e banha de porco</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Sep 2011 21:44:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão com Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços Afetivos]]></category>
		<category><![CDATA[afeto]]></category>
		<category><![CDATA[espírito santo]]></category>

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		<description><![CDATA[Estava em Vitória, Espírito Santo, – em um sábado de sol, com sopros de vento de final de inverno – e fui andar até a feira livre organizada pela prefeitura da cidade, entre as praças do Epa e do Carone. A princípio, a 1ª vista, uma feira livre e normal como tantas outras existentes no [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3510" style="width: 327px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3510" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/1-7/"><img class="size-full wp-image-3510  " title="Vitória, Espírito Santo - Feira Legal" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/1.jpg" alt="" width="317" height="239" /></a><p class="wp-caption-text">Vitória, Espírito Santo - Feira Legal</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Estava em Vitória, Espírito Santo, – em um sábado de sol, com sopros de vento de final de inverno – e fui andar até a feira livre organizada pela prefeitura da cidade, entre as praças do Epa e do Carone. A princípio, a 1ª vista, uma feira livre e normal como tantas outras existentes no Brasil, aqui chamada de “Feira Legal”.</p>
<p style="text-align: justify;">Feira livre é a maior fonte de abastecimento das cozinhas afetivas. É insubstituível, inigualável, nada se compara com a possibilidade de escolha e negociação (o pechinchar) que estas feiras nos permitem exercitar. Livre comércio, livre escolha, sem filas para o caixa, ou melhor, sem caixas, sem carrinhos. Aqui somos mais simples e mais próximo das nossas raízes mercantis.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3538" style="width: 364px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3538" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/vit-18set11-13-2/"><img class="size-full wp-image-3538     " title="Flores da Feira Legal" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Vit-18set11-131.jpg" alt="" width="354" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Flores da Feira Legal</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Adoro feira livre, de rua. É sempre um prazer andar por estas barraquinhas com gente que vende sua produção local. Assim foi com a feira de Vitória, que logo na 2ª olhada pareceu-me diferente e ao mesmo tempo próxima da feira que desenhou minha infância. Sou de Feira de Santana, Bahia, uma cidade que carrega no nome a palavra feira. Feira livre em Feira de Santana é uma cultura da cidade, das pessoas, celebrada com toda intensidade nas 2ªs feiras. Hoje a grande feira livre de Feira de Santana, não ocupa as ruas do centro da cidade, como na época em que eu e meus irmãos acompanhávamos nossa mãe às compras. Éramos os carregadores de sacolas e cestos, tarefa ricamente compensada com algum tipo de comida de rua, deliciosamente vendida na imensidão desta feira perdida na história. A grande feira livre das 2ªs feiras foi empurrada pelas forças do progresso e desenvolvimento para um local frio, o Centro de Abastecimento, que hoje é um grande polo de comércio com funcionamento durante toda a semana.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta a Vitória, a “Feira Legal” tem muito da cultura das feiras nordestinas, onde se vendem de tudo. Aqui só não encontrei a venda de animais vivos, ainda muito comum no interior de alguns estados brasileiros. O resto tinha de tudo, porém o que mais me chamou atenção foi a quantidade de “banha de porco” vendida em garrafas pet de refrigerantes e potes plásticos. Mais uma vez, volto as minhas memórias de infância. Na minha casa materna não entrava “óleo de cozinha”, cozinhava-se com banha de porco e outros animais. Algo quase impossível de se imaginar nos dias hoje, dias de alto colesterol e policiamento alimentar, que somos submetidos a todo instante.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3505" style="width: 384px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3505" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/vit-18set11-18/"><img class="size-full wp-image-3505    " title="Banha de Porco" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Vit-18set11-18.jpg" alt="" width="374" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Banha de Porco</p></div>
<p style="text-align: justify;">Toda feira livre tem sonoridade própria. Mídia aqui é na garganta, onde os gritos dos feirantes, as conversas das comadres, carros de sons e repentistas misturam-se em uma típica sonoridade quase imperceptível. Em Vitória não foi diferente. Um protesto – Xô Corrupção – com poucos militantes caminhava pela feira acompanhado de uma bandinha com menos de ½ dúzia de músicos, ao som do hino do Corinthians, Amigo (de Roberto Carlos) e até a música tema dos programas de esportes da Rede Globo, enfim, tocava-se de tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">E “<em>temo”</em> limão, e “<em>temo”</em> cebola, e “<em>temo”</em> tomate, gritavam os feirantes. E temos de tudo mesmo neste divertido e afetivo universo livre de compras.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3520" style="width: 441px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3520" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/attachment/8/"><img class="size-full wp-image-3520     " title="Verduras, Legumes, Frutas; uma barraca milimetricamente organizada com bacias coloridas" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/8.jpg" alt="" width="431" height="325" /></a><p class="wp-caption-text">Verduras, Legumes, Frutas; uma barraca milimetricamente organizada com bacias coloridas</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;">Para finalizar este sábado capixaba na feira livre, um momento quase surreal presenciado no final da feira, onde os consumidores que compravam panelas de alumínio, sandálias de couro, panos de pratos, artigos da China e outras mercadorias, eram embalados ao som de “<em>Pra não dizer que não falei das flores</em>”, música de Geraldo Vandré<strong>*</strong> de 1968, que vinha direto de um carro de som. Bem, Vandré não é memória afetiva de cozinha, é memória afetiva de um período triste da nossa história, mas que bom que venceram as flores e as feiras livres continuam sendo um grande espaço livre e democrático da nossa cultura popular brasileira.</p>
<div id="attachment_3517" style="width: 462px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3517" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/2-3/"><img class="size-full wp-image-3517  " title="Barraca da Altoé da Montanha" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/2.jpg" alt="" width="452" height="221" /></a><p class="wp-caption-text">Barraca da Altoé da Montanha</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3523" style="width: 393px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3523" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/3-9/"><img class="size-full wp-image-3523   " title="Requijão da Bahia, Queijos Locais, Queijo Coalho do Pará, Doces" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/3.jpg" alt="" width="383" height="289" /></a><p class="wp-caption-text">Requijão da Bahia, Queijos Locais, Queijo Coalho do Pará, Doces</p></div>
<div id="attachment_3524" style="width: 398px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3524" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/5-2/"><img class="size-full wp-image-3524  " title="Couve, Banana da Tera, Linguiça de Porco Caseira, Peixe do Mar Capixaba" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/5.jpg" alt="" width="388" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">Couve, Banana da Tera, Linguiça de Porco Caseira, Peixe do Mar Capixaba</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3525" style="width: 381px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3525" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/attachment/6/"><img class="size-full wp-image-3525   " title="Artigos da China, Avental, Panos de Prato" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/6.jpg" alt="" width="371" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Artigos da China, Avental, Panos de Prato</p></div>
<div id="attachment_3534" style="width: 386px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3534" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/7-2/"><strong><img class="size-full wp-image-3534   " title="Colheres de Pau, Farinheiras, Artigos de Copa e Cozinha, Sandálias de Couro" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/71.jpg" alt="" width="376" height="283" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Colheres de Pau, Farinheiras, Artigos de Copa e Cozinha, Sandálias de Couro</p></div>
<p>*Geraldo Vandré <em>é o nome utilizado por Geraldo Pedroso de Araújo Dias Vandregísilo, paraibano de João Pessoa, nascido em 12/09/1935. Seu sobrenome é uma abreviatura do sobrenome do seu pai, José Vandregísilo, de quem ele herdou o sobrenome  Vandré.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: justify;"><em>Em 1966, chegou à final do Festival de Música Popular Brasileira da TV Record com o sucesso Disparada, interpretado por Jair Rodrigues. A canção arrebatou o primeiro lugar ao lado de A Banda, de Chico Buarque.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Em 1968, participou do III Festival Internacional da Canção com Pra não dizer que não falei das flores ou Caminhando (</em><a href="http://letras.terra.com.br/geraldo-vandre/46168/"><em>http://letras.terra.com.br/geraldo-vandre/46168/</em></a><em>). A composição se tornou um hino de resistência do movimento civil e estudantil que fazia oposição à ditadura militar durante o governo militar, e foi censurada. O Refrão &#8220;Vem, vamos embora / Que esperar não é saber / Quem sabe faz a hora, / Não espera acontecer&#8221; foi interpretado como uma chamada à luta armada contra os ditadores. No festival a música ficou em segundo lugar, perdendo para Sabiá, de Chico Buarque e Tom Jobim.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Hoje Geraldo Vandré reside na cidade de Inbituba, no litoral sul de Santa Catarina. Em 2010 concedeu uma polêmica entrevista criticando o cenário cultural brasileiro desde os anos 1970 e afirma que seu afastamento da música popular não foi causado pela perseguição sofrida pela ditadura militar.</em></p>
<div id="attachment_3544" style="width: 379px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3544" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/09/17/pra-nao-dizer-que-nao-falei-das-flores/vit-18set11-50/"><img class="size-full wp-image-3544   " title="Pica-pau a venda na Feira Legal" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Vit-18set11-50.jpg" alt="" width="369" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Pica-pau a venda na Feira Legal</p></div>
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