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	<title>Cozinha Afetiva &#187; alemanha</title>
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	<description>Memória Afetiva Culinária</description>
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		<title>Vitamina de Abacate, Guacamole e Azeite de Abacate</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Oct 2011 13:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebidas Afetivas]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3645" style="width: 416px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3645" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/23/vitamina-de-abacate-guacamole-e-azeite-de-abacate/attachment/123200387/"><img class="size-full wp-image-3645 " title="Abacate" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/abacate.jpg" alt="" width="406" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Abacate</p></div>
<p>Minha mãe mandava muito bem na invenção e criatividade das merendas da manhã, da tarde e final da noite (“<em>vamos merendar</em>” é uma expressão comum na Bahia, com significado “<em>vamos lanchar</em>”). Este cardápio era muito variado e com uma dose nutricional forte. Como estas mulheres formadoras de família, sem qualquer conhecimento mais técnico, imprimem com tanta sabedoria uma diversidade alimentar que nos garante uma nutrição adequada e equilibrada? Com certeza, temos ai um saber natural, instintivo, que faz parte da sobrevivência humana, além de uma conduta aprendida através da oralidade e dos gestos transmitidos das avós para mães e filhas.</p>
<p>Uma das merendas deliciosas era a vitamina de abacate, uma simples mistura entre o abacate maduro, leite e açúcar, batidos em liquidificar, na proporção que melhor nos agradar. Gotas de limão opcional. Mais leite para vitaminas mais liquidas, menos leite para vitaminas mais espessas. A dosagem do açúcar sempre foi na mesma medida do afeto destas mulheres – avós, mães, tias, madrinhas – ou seja, em excesso, em doses generosas.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3646" style="width: 314px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3646" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/23/vitamina-de-abacate-guacamole-e-azeite-de-abacate/attachment/99023382/"><img class="size-full wp-image-3646 " title="Vitamina de Abacate - Com gelo e hortelã para decorar" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Vitamina.jpg" alt="" width="304" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Vitamina de Abacate - Com gelo e hortelã para decorar</p></div>
<p>O abacate (<em>avocado</em> em inglês e italiano, <em>avocat</em> em francês, <em>alvocat</em> em catalão, <em>aguacate</em> em espanhol), pseudofruto comestível do abacateiro, cultivado no México e na América do Sul desde 7000 a.C, nas embarcações no século XVII era utilizado como substituto da manteiga, daí também ser chamado de “manteiga de aspirante”, assume várias formas de consumo e preparo em diferentes locais, sendo ingrediente de receitas doces e salgadas.</p>
<p>No Brasil, especialmente no Nordeste, é utilizado em forma de vitaminas ou consumido simplesmente com açúcar. Mais para o Sul o Sudeste do país já encontramos a fruta como ingrediente de saladas e em algumas preparações de patês.</p>
<p>O México tem um prato salgado muito famoso e tradicional, preparado desde os tempos dos Astecas, chamado &#8220;<em>guacamole</em>&#8220;, feito com abacate e vários temperos, ideal para ser servido com os famosos “<em>tacos</em>” mexicano.</p>
<p><strong>Receita de Guacamole</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3647" style="width: 416px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3647" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/23/vitamina-de-abacate-guacamole-e-azeite-de-abacate/010613_0803_0013_l__s/"><img class="size-full wp-image-3647 " title="Guacamole Maexicano com Tacos" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Gauca.jpg" alt="" width="406" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Guacamole Maexicano com Tacos</p></div>
<p><strong>1 – Ingredientes</strong></p>
<ul>
<li>1 abacate grande e maduro</li>
<li>2 dentes de alho amassados</li>
<li>2 tomates picados, sem peles e sem sementes</li>
<li>1/2 cebola roxa picada</li>
<li>4 colheres de sopa de suco de limão</li>
<li>Coentro e cebolinha picados e a gosto</li>
<li>Pimenta malagueta e sal a gosto</li>
</ul>
<p><strong>2 – Modo de Preparo</strong><strong> </strong></p>
<ul>
<li>O tomate, a cebola, a pimenta malagueta, o coentro e a cebolinha devem ser bem picados;</li>
<li>Amasse bem o abacate;</li>
<li>Misture os demais ingredientes;</li>
<li>Coloque na geladeira por 30 minutos;</li>
<li>Sirva com tacos, torradas ou pãezinhos.</li>
</ul>
<p>Na França é uma especialidade, um prato para ser servido de entrada com variados tipos de ingredientes.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3655" style="width: 415px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3655" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/23/vitamina-de-abacate-guacamole-e-azeite-de-abacate/franca1/"><img class="size-full wp-image-3655 " title="Uma entrada francesa com abacate" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Franca1.jpg" alt="" width="405" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Uma entrada francesa com abacate</p></div>
<p>Em Londres (Inglaterra) encontramos na rede de fast food EAT (digamos, mais correta e mais saudável &#8211; <a href="http://www.eat.co.uk/">www.eat.co.uk</a> &#8211; Oxford St, 68) sanduiches feitos com pedaços de abacate. Esta rede tem um posicionamento muito interessante, pois trabalha com produtos de época, ou seja, apresenta um cardápio condicionado a produção sazonal de frutas, legumes e verduras.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3660" style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3660" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/23/vitamina-de-abacate-guacamole-e-azeite-de-abacate/eat-2/"><img class="size-full wp-image-3660   " title="EAT - Londres" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/EAT1.jpg" alt="" width="450" height="336" /></a><p class="wp-caption-text">EAT - Londres</p></div>
<p>Diferente, entretanto, é encontrar produto industrializado tendo o abacate como matéria prima. Confesso que não conhecia nada igual. Sempre acreditei no abacate como uma fruta de convivência doméstica, restrita aos preparos culinários das cozinhas caseiras e restaurantes. O Avocadoil (<a href="http://www.avocad-oil.com/">www.avocad-oil.com</a>) é um azeite de abacate, extra virgem, produzido em Israel, 100% elaborado a partir do abacate. É indicado para ser consumido da mesma forma que o tradicional azeite de oliva. O Avocadoil é muito sedutor do ponto de vista sensorial. Apresenta cor verde intensa, sabor com personalidade própria, enraizado na fruta abacate e levemente mais denso que o azeite de oliva.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3662" style="width: 436px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3662" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/23/vitamina-de-abacate-guacamole-e-azeite-de-abacate/oil/"><img class="size-full wp-image-3662   " title="O Avocadoil " src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Oil.jpg" alt="" width="426" height="253" /></a><p class="wp-caption-text">O Avocadoil </p></div>
<p>Nosso abacate foi definitivamente industrializado, rotulado e disponível em larga escala nas gôndolas dos supermercados, uma “<em>característica da nossa sociedade contemporânea em transformar tudo em mercadoria.</em> <em>Por conseguinte, nesse processo de universalização a nossa experiência alimentar também vai virar mercadoria, o alimento vai virar mercadoria, e então vai surgir a contradição entre mercadoria e cultura</em>”<strong>*</strong>, onde a simples cultura do consumo da fruta abacate de forma caseira vai assumindo uma identidade industrial a partir da transformação em produtos diversos. Não será surpresa, em breve, outros produtos – biscoitos, massas, doces, geleias – industrializados a partir do abacate, e que não seja surpresa também, crianças de um futuro próximo acharem que abacate é algo envidraçado ou plastificado, assim como, hoje, uma galinha é um cubinho de caldo&#8230; “mãe olha uma Knorr”, gritava uma criança para sua mãe diante de uma galinha “de verdade”.</p>
<p><em><strong>*</strong>Marcelo Carvalho – Cultura e Alimentação/ Saberes Alimentares e Sabores Culturais – O Alimento: Do espaço provido à mercadoria – Edições SESC/SP – 2007.</em></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3668" style="width: 309px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3668" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/23/vitamina-de-abacate-guacamole-e-azeite-de-abacate/attachment/57564110/"><img class="size-full wp-image-3668 " title="Abacate na Cozinha Afetiva" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Casa.jpg" alt="" width="299" height="365" /></a><p class="wp-caption-text">Abacate na Cozinha Afetiva</p></div>
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		<title>Streuseltaler</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Oct 2011 23:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Achei o Streuseltaler por um total acaso em uma padaria de Berlin (Kamps Backstube &#8211; Friedrichstr. 186). Fui seduzido pelo aspecto diferente deste tradicional bolo (ou pão doce) alemão do século XIX, também conhecido como Bolo Migalha. O Streuseltaler é muito parecido com a Cuca produzida na Região Sul do Brasil – especialmente no Rio [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3628" style="width: 471px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3628" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/16/streuseltaler/100_4992/"><img class="size-full wp-image-3628  " title="Streuseltaler da Kamps Backstube (Friedrichstr. 186 - Berlin)" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/100_4992.jpg" alt="" width="461" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">Streuseltaler da Kamps Backstube (Friedrichstr. 186 - Berlin)</p></div>
<p>Achei o Streuseltaler por um total acaso em uma padaria de Berlin (Kamps Backstube &#8211; Friedrichstr. 186). Fui seduzido pelo aspecto diferente deste tradicional bolo (ou pão doce) alemão do século XIX, também conhecido como Bolo Migalha.</p>
<p>O Streuseltaler é muito parecido com a Cuca produzida na Região Sul do Brasil – especialmente no Rio Grande do Sul. De acordo com o <em>Pequeno Dicionário de Gastronomia</em> (de Maria Lucia Gomensoro), nossa Cuca teve sua origem na palavra alemã <em>Streuselkuchen</em>. Provavelmente é uma variante do Streuseltaler, que já foi totalmente adaptado ao paladar do brasileiro. Hoje temos várias versões de Cuca, usando banana, queijos e outros ingredientes nacionais.</p>
<p>A Alemanha apresenta grande tadição e variedades de pães, com um dos maiores consumo per capita do mundo (mais de 90 kg/ano). O Streuseltaler é muito popular, ainda largamente produzido de forma caseira, especialmente no interior do país. A produção em padarias e confeitarias garante a difusão e perenidade desta tradicional receita alemã.</p>
<p><strong>História</strong></p>
<p>Streuseltaler (Bolo Migalha) é originalmente um bolo achatado feito de massa fermentada doce com uma camada de migalhas (mistura esfarelada de açúcar, gordura e farinha de trigo). Ele já foi comum, especialmente na Silésia<strong>*</strong>, sendo atualmente muito conhecido em toda a Alemanha.</p>
<p>Existem numerosas variantes do Streuseltaler, utilizando sementes de baunilha, creme de frutas, geleias, queijo ou papoula.</p>
<p>Embora a invenção do Bolo Migalha muitas vezes é atribuída à cozinha da Silésia, não há prova escrita para essa suposição. O bolo é do século XIX, tanto na Silésia como nas províncias vizinhas da Prússia, onde era utilizado para comemorações dos festivais das colheitas, casamentos e batizados. Assim, o poeta <em>Eichendorff** </em>relatou em agosto de 1857 em uma carta: &#8220;<em>Hoje é o festival da capela, havia, portanto, um Sträuszelkuchen grande para o pequeno almoço</em>&#8220;.</p>
<p>No início do século XX o Streusel, era também conhecido na Renânia<strong>***</strong>, sendo frequentemente consumido depois de funerais, por isso lá ele foi apelidado de &#8220;Torta de Funeral&#8221;.</p>
<p><strong>*Silésia</strong> (em silesiano ?l?nsk, em alemão <em>Schlesien</em>, em checo <em>Slezsko</em>, em polaco <em>?l?sk</em>) é uma região histórica dividida entre a Polônia, República Checa e Alemanha. A Silésia é uma importante zona industrial da Polônia e República Checa.</p>
<p><strong>**Joseph Freiherr von Eichendorff</strong> (10 março, 1788 &#8211; 26 Novembro 1857) foi um poeta e romancista alemão da escola romântica. Eichendorff é considerado como um dos mais importantes românticos alemães e suas obras são populares na Alemanha desde a produção até os dias atuais.</p>
<p><strong>***Renânia</strong> (em alemão <em>Rheinland</em>) é o nome genérico de uma região do oeste da Alemanha, nas duas margens do médio e baixo Reno, rio do qual originou seu nome.</p>
<p><strong>Receita</strong></p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_3629" style="width: 480px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3629" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/16/streuseltaler/imagem1-19/"><img class="size-full wp-image-3629 " title="Streuseltaler " src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Imagem1.jpg" alt="" width="470" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Streuseltaler </p></div>
<p><strong>PARA A BASE DO BOLO</strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong></p>
<ul>
<li>2 xícaras de farinha de trigo</li>
<li>½ pacote de fermento biológico seco (aproximadamente 5 gramas)</li>
<li>½ xícara de açúcar</li>
<li>1 colher de chá de sal</li>
<li>3 ½  colheres de sopa de manteiga</li>
<li>1 ovo</li>
<li>½ xícara de leite</li>
<li>2 colheres de sopa de leite quente</li>
</ul>
<p><strong>Modo de Preparo</strong></p>
<ul>
<li>Misture a farinha de trigo, o açúcar, o sal e o fermento em um recipente;</li>
<li>Adicione a manteiga, o ovo e o leite e misture/amasse bem (se preferir use batedeira para pão);</li>
<li>Quando a massa ficar lisa, cubra e deixe em um lugar quente por aproximadamente 20 minutos;</li>
<li>Amasse novamente até a massa ficar lisa e elástica.</li>
</ul>
<p><strong>PARA A FAROFA</strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong></p>
<ul>
<li>2 xícaras de farinha de trigo</li>
<li>1 xícara de manteiga (gelada) cortada em pedaços pequenos</li>
<li>1 ½ xícaras de açúcar</li>
<li>2 colheres de sopa de açúcar de baunilha (ou ½ colher de chá de essência de baunilha)</li>
</ul>
<p><strong>Modo de Preparo</strong></p>
<ul>
<li>Misture bem a farinha de trigo, o açúcar e o açúcar de baunilha;</li>
<li>Adicione a manteiga e amasse tudo com as mãos até obeter uma grande bola de farofa. Reserve.</li>
</ul>
<p><strong>PARA A COBERTURA (Fondant)</strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong></p>
<ul>
<li>2 xícaras de açúcar em pó peneirado</li>
<li>5 colheres de sopa de água</li>
</ul>
<p><strong>Modo de Preparo</strong></p>
<ul>
<li>Em uma panela adicione o açúcar e a água, mexendo bem até dissolver o açúcar;</li>
<li>Levar ao fogo, quando ferver desligue o fogo e mexa bem;</li>
</ul>
<ul>
<li>Mantenha a mistura em banho Maria enquanto utiliza para banhar o Streuseltaler.</li>
</ul>
<p><strong>MODO DEPREPARO DO STREUSELTALER</strong></p>
<ul>
<li>Pré-aqueça o forno a 200 <sup>o</sup>C;</li>
<li>Unte duas assadeiras grandes;</li>
<li>Polvilhe farinha de trigo sobre a superfície de trabalho;</li>
<li>Divida a massa em 10 pedaços iguais;</li>
<li>Pegue um pedaço, e com ajuda de um rolo abra em círculo de aproximadamente 5 cm de diâmetro;</li>
<li>Coloque em uma assadeira e repita com o restante da massa (5 discos para cada assadeira);</li>
<li>Divida a faroda em 10 pedaços;</li>
<li>Peque um pedaço da farofa e polvilhe no disco de massa, esfarelando com as mãos. Repita com o restante dos discos;</li>
<li>Asse por aproximadamente 25 minutos ou até que as bordas comecem a dourar;</li>
<li>Retire do forno e deixe na assadeira por aproximadamente 10 minutos;</li>
<li>Pincele com uma generosa camada da cobertura (fondant) sobre cada Streuseltaler;</li>
<li>Deixe esfriar completamente para cristalizar a cobertura (fondant).</li>
</ul>
<p><strong>DICA</strong></p>
<ul>
<li>Todas as xícaras da receita são de chá.</li>
<li>Prepare a Cobertura (fondant) depois que retirar o Streuseltaler do forno.</li>
<li>Se desejar espalhe uma camada do seu doce ou geleia preferido antes de adicionar a farofa ao Streuseltaler. Recomendamos usar um pouco menos da cobertura (fondant).</li>
</ul>
<p><strong>REFERÊNCIAS</strong></p>
<p>(Ver os sites abaixo onde pesquisamos a receita do Streuseltaler. A visita é bem interessante, pois contém outras versões de receitas, fotos do produto e passo-a-passo do modo de preparo)</p>
<ul>
<li><a href="http://www.diaryofamadhausfrau.com/2011/08/auf-wiedersehen-germany-streuseltaler.html">http://www.diaryofamadhausfrau.com/2011/08/auf-wiedersehen-germany-streuseltaler.html</a></li>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/madhausfrau/6005211154/in/photostream/">http://www.flickr.com/photos/madhausfrau/6005211154/in/photostream/</a></li>
<li><a href="http://www.hobbykoch24.de/r/items/streuseltaler.html">http://www.hobbykoch24.de/r/items/streuseltaler.html</a></li>
<li><a href="http://www.chefkoch.de/">www.chefkoch.de</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Ovo Spray</title>
		<link>https://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/13/ovo-spray/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 23:17:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha Literária Afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[cozinha afetiva]]></category>
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		<category><![CDATA[ovo]]></category>

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		<description><![CDATA[“Além disso, os hábitos alimentares constituem um domínio em que a tradição e a inovação têm a mesma importância, em que o presente e o passado se entrelaçam para satisfazer a necessidade do momento, trazer alegria de um instante e convir às circunstâncias. Com seu alto grau de ritualização e seu considerável investimento afetivo, as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;"><strong><em>“Além disso, os hábitos alimentares constituem um domínio em que a tradição e a inovação têm a mesma importância, em que o presente e o passado se entrelaçam para satisfazer a necessidade do momento, trazer alegria de um instante e convir às circunstâncias. Com seu alto grau de ritualização e seu considerável investimento afetivo, as atividades culinárias são para grande parte das mulheres de todas as idades um lugar de felicidade, de prazer e de invenção”.</em></strong></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">Estava no trem de Colônia para Dusseldorf (na Alemanha), de volta de mais um dia de trabalho garimpando novidades na feira ANUGA (uma das maiores do mundo). A viagem é rápida (não mais de 30 minutos) e confortável, ideal para (1) continuidade de alguma leitura ou mesmo (2) para não fazer nada, apenas observar a cultura local traduzida nas pessoas que entram e saem dos vagões. Fiz opção pelo caminho (1), pois estou envolvido com um excelente livro da Editora Vozes (<em>A Invenção do Cotidiano: 2. Morar, cozinhar </em><em>/ Michel de Certeau, Luce Gard, Pierre Mayol</em>), o qual fui direto para segunda parte – cozinhar –, escrito por Luce Gard.</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">Estava um pouco inquieto, disperso, desconcentrado, em função da minha surpresa, mesmo depois de anos na área de alimentos, em ter encontrado na feira uma empresa de Portugal (<a href="http://www.derovo.com/">www.derovo.com</a>) especializado em ovos, que apresentou três produtos, até então impossível de imaginá-los industrializados: <span style="text-decoration: underline;">ovo cozido</span>, <span style="text-decoration: underline;">clara &#8211; gema &#8211; ovo em formato “linguiça”</span> e <span style="text-decoration: underline;">ovo spray</span>.</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">Retomei minha concentração ao ler o parágrafo (em negrito acima) que abrimos este post. O que a Luce Gard descreve tem uma sintonia perfeita com a atual tecnologia alimentar, onde tudo é possível de ser industrializado. O que importa é a qualidade do produto final e a sua reprodução sensorial-nutricional comparada ao produto originariamente caseiro.</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: justify;">Quando entendemos, do ponto de vista alimentar, que “<strong><em>tradição e a inovação têm a mesma importância</em></strong>“<strong><em> </em></strong>e “<strong><em>que o presente e o passado se entrelaçam</em></strong>”,<strong><em> </em></strong>abrimos portas, armários, geladeiras, gavetas e fogões das nossas cozinhas para um mundo de praticidade e inovação, que se bem utilizadas, irão nos permitir a manutenção dos nossos rituais culinários ”<strong><em>e seu considerável investimento afetivo</em></strong>”, nos permitindo disponibilizar mais tempo ao ato de preparar nossa comida ou simplesmente fazer o que desejamos.</div>
<p>A simplificação das operações culinárias vem ocorrendo ao longo da história da alimentação. Já moemos trigo em casa, matamos galinhas para a macarronada de domingo, ralamos coco, embebedamos e matamos perus na véspera de natal. Hoje estes rituais estão apenas nos livros de receitas históricas, e não perdemos nosso afeto, prazer e felicidade em cozinhar, portanto meu desconforto com o ovo em embalagem spray foi apenas pontual, pautado pela surpresa do momento.</p>
<p><strong>Devemos ainda considerar dois importantes pontos nesta discussão provocada pelo ovo spray:</strong></p>
<p>(1) que o tempo que poupamos com várias operações na cozinha, pode ser direcionado para elaboração de outros pratos, outras invenções culinárias e/ou a dedicação do nosso afeto para as pessoas que amamos, para as pessoas as quais dedicamos nossa comida caseira, mesmo quando elaborada com ovo spray, pois o que torna uma comida verdadeiramente caseira é a carga afetiva que imprimimos no preparo.</p>
<p>(2) que o nosso cotidiano culinário reinventa-se na mesma direção da nossa evolução histórica, da nossa evolução cultural, portanto, não temos um cotidiano do cozinhar formado, pronto, “inventado”, pois a invenção na cozinha não tem limite, e se não tem limite não estará totalmente “inventada” (<em>este ponto é uma posição pessoal, sem ainda ter concluído a leitura do livro “A Invenção do Cotidiano: 2. Morar, cozinhar&#8221;).</em></p>
<div id="attachment_3599" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3599" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/13/ovo-spray/ovos2-2/"><img class="size-full wp-image-3599 " title="Ovo Pasteurizado em Spray (www.derov.com) - Uso: Para cobrir ou dourar produtos de pastelaria, confeitaria e pratos preparados (na nossa linguagem culinária é o &quot;pincelar&quot; com ovos)." src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Ovos21.jpg" alt="" width="300" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Ovo Pasteurizado em Spray - Uso: Para cobrir ou dourar produtos de pastelaria, confeitaria e pratos preparados (na nossa linguagem culinária é o &quot;pincelar&quot; com ovos).</p></div>
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<div id="attachment_3618" style="width: 412px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3618" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/13/ovo-spray/ovoco-2/"><img class="size-full wp-image-3618   " title="Ovo Cozido - Uso: Pronto para usar. Ideal para sanduíches, como base ou acompanhamento de pratos preparados, bem como para a utilização em saladas e buffets (fatiado, em gomos, picado) ou mesmo como decoração." src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/Ovoco1.jpg" alt="" width="402" height="199" /></a><p class="wp-caption-text">Ovo Cozido - Uso: Pronto para usar. Ideal para sanduíches, como base ou acompanhamento de pratos preparados, bem como para a utilização em saladas e buffets (fatiado, em gomos, picado) ou mesmo como decoração.</p></div>
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<div id="attachment_3601" style="width: 363px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3601" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/13/ovo-spray/ovolin/"><img class="size-full wp-image-3601 " title="Ovo em Formato de &quot;Linguica&quot;. Pode ser só a clara, a gema ou o ovo inteiro. Já vem cozido, pronto para ser fatiado e servido." src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/OvoLin.jpg" alt="" width="353" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">Ovo em Formato de &quot;Linguica&quot;. Pode ser só a clara, a gema ou o ovo inteiro. Já vem cozido, pronto para ser fatiado e servido.</p></div>
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		<title>Tea Bag</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 14:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
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<div id="attachment_3577" style="width: 452px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3577" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/11/tea-bag/100_4224-2/"><img class="size-full wp-image-3577    " title="Saquinhos de Chá (Tea Bag)" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/100_42241.jpg" alt="" width="442" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">Saquinhos de Chá (Tea Bag)</p></div>
<p>Estamos na 31ª edição da ANUGA (18 a 12 de outubro – Colônia / Alemanha), uma das maiores feira de alimentação do mundo, onde participam 6.596 expositores procedentes de 100 países. Impossível imaginar, para quem não é da área, toda esta diversidade da cultura alimentar reunida em imensos pavilhões, a serviço do mundo.</p>
<p>Colônia transforma-se na capital gastronômica do planeta, reinando a comida industrial, a comida processada, que busca, a cada edição da feira, uma aproximação real da comida de casa, da comida artesanal.</p>
<p>Vivemos uma vida de escassez de tempo, onde a nova ordem alimentar nos direciona para o produto prático, de fácil preparo e processamento instantâneo. Não temos mais tempo para o preparo artesanal da nossa comida. A rápida mudança da cultura e hábito alimentar das populações nas últimas décadas, especialmente nas grandes cidades, conduz a indústria de alimentos para a praticidade e rapidez, ao mesmo tempo em que esta população anseia pela comida ideal, saborosa, caseira, nutritiva, que os confortem e os restaurem para as novas jornadas da vida corrida e rápida.</p>
<p>Assim é a ANUGA, uma feira alimentar com muita diversidade cultural, inovação e tecnologia. Com um olhar mais detalhado nos principais expositores, podemos identificar várias opções de produtos (é também de embalagem e posicionamento mercadológico) que conseguem conciliar tradição com a contemporaneidade determinista do século XXI. Poderíamos enumerar vários exemplos dos 100 países participantes, porém optamos por um produto não alimentar, essencial para o preparo de chá; o <em>Tea Bag</em> (ou saquinho de chá).</p>
<p>Fundada em 1905, a empresa italiana Ferri (<a href="http://www.ferridal1905.com/">www.ferridal1905.com</a>) produz – além de especiarias, sal, frutas secas e infusões – saquinhos de chá em delicados tecidos, com atmosfera da data de sua fundação. O que presenciamos é uma empresa moderna, com produtos práticos, mas que mantém no seu “DNA” uma carga emocional direcionada para um posicionamento estratégico artesanal. Aqui temos uma clara visão de como a preservação da cultura empresarial, da cultura do fundador, pode ajudar na construção de um futuro moderno e promissor, com adaptação à nova ordem alimentar imposta pelo determinismo tecnológico do século XXI, e ao perfil de comportamento do novo consumido deste século.</p>
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<div id="attachment_3580" style="width: 452px" class="wp-caption aligncenter"><a rel="attachment wp-att-3580" href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2011/10/11/tea-bag/100_4219/"><img class="size-full wp-image-3580    " title="A máquina de costura Singer faz parte da nossa memória afetiva. Seja manual ou de pedal, estas máquinas foram largamente utilizadas para elaboração de &quot;roupas de cozinhas&quot; (pano de prato, toalha de mesa, saquinhos de chá...)" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/100_4219.jpg" alt="" width="442" height="332" /></a><p class="wp-caption-text">A máquina de costura Singer faz parte da nossa memória afetiva. Seja manual ou de pedal, estas máquinas foram largamente utilizadas para elaboração de &quot;roupas de cozinhas&quot; (pano de prato, toalha de mesa, saquinhos de chá...)</p></div>
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