Entradinha dos LUZÉ!

Dos queridos Luzan e Zé (LUZÉ), cozinheiros especiais: Atum + cebolinha + cebola + tomate seco + pimenta biquinho + pimenta do reino + azeite de oliva extravirgem + maionese. Tudo muito picadinho. Misture bem. Pronto! Para acompanhar pães e torradinhas. Delicia!

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Feira do Produtor Orgânico

Em 1991 a AAO recebeu a incumbência da SAA (Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP) de gerir a feira do Produtor Orgânico do Parque da Água Branca, que inaugurou em 23 de fevereiro de 1991, com 12 produtores credenciados.

Foi a primeira ONG brasileira a criar normas de produção orgânica centradas na realidade local, contemplando os critérios básicos para os agricultores se credenciarem na Feira do Produtor Orgânico. Destaque-se que as normas originais da AAO tinham um caráter educativo, orientador e normativo; não punitivo.

Hoje a feira acontece toda terça-feira, sábado e domingo, das 7h às 12h, no Parque da Água Branca.

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Mapa de Feiras Orgânicas do Brasil

Mapa de Feiras Orgânicas, idealizado pelo IDEC, com apoio do MDS e outros parceiros, tem funcionado como ferramenta de visibilidade, para que os produtos orgânicos possam ser mais acessíveis aos consumidores. O Mapa visa encurtar o caminho do consumidor até o produtor para ampliar o acesso aos alimentos orgânicos. A ferramenta tem justamente este propósito: criar relações mais próximas e saudáveis entre as pessoas (consumidores e agricultores) sem prejudicar o meio ambiente.

Para fomentar os canais alternativos de comercialização, o Mapa localiza:

  • Feiras Orgânicas ou Agroecológicas: Feiras são os espaços mais antigos de comercialização e que ainda resistem em alguns municípios. São uma ótima alternativa da compra direta com o produtor, pois diminuem intermediários no processo (e, consequentemente, o preço), estimulam a autonomia do produtor e valorizam a produção local de alimentos.
  • Grupos de Consumo Responsável: São iniciativas de consumidores organizados que se aproximam de produtores e, juntos, propõem comprar produtos de uma forma diferente da que ocorre no mercado tradicional, pois agregam preocupações com as questões sociais, ambientais e de saúde, da produção até o consumo. O propósito desses grupos é fomentar o consumo diretamente do produtor, seja simplesmente através da aquisição de cestas de alimentos orgânicos ou do financiamento dos produtores. Este último arranjo é conhecido como Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA).
  • Comércios Parceiros de Orgânicos: São iniciativas que ocorrem diretamente entre consumidor e agricultor ou com apenas um intermediário. Essa relação deve ser transparente e justa, com preços que possam cobrir as despesas operacionais.

Endereço abaixo:

https://feirasorganicas.org.br/

Mapa

 

SESC – Experimenta: Comida, Saúde e Cultura – Outubro 2017

https://www.sescsp.org.br 

Banana Frita em Pasta

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  • 5 bananas maduras bem amassadas no garfo, 3 colheres de sopa de açúcar de coco (uso Copra), meia xícara de água e canela a gostar.
  • Misture tudo e leve ao fogo baixo até formar uma pasta homogênea e escura (paciência, demora mesmo).
  • Adicione uma colher de sopa de óleo de coco extravirgem (uso Copra).
  • Continue mexendo bem, a pasta irá começar a fritar.
  • Deixe fritar até o perfume caramelado subir.
  • Retire do fogo e escorra em uma peneira metálica.

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Conserva de Mini Pipino

Pepinos em rodelas finas + sal + pimenta do reino moída + alho em pedaços + açúcar de coco (não tem gosto de coco) + vinagre. Tudo a gosto, completar com vinho branco até cobrir os pepinos. Tampar bem. Geladeira por 72 horas. Pronto! Cada dia vai ficar melhor. Manter sempre na geladeira bem tampado.

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Presente de afilhada …

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Dia das mães em agosto …

Dia das mães, geralmente,  fico em São Paulo. A minha já mudou de plano, então procuro estar próximo de alguma mãe para suavizar a saudade. As imagens abaixo foram do almoço da família COSTA, da Dona Naná. Estavam perdidas nos meus arquivos, e hoje fazendo uma busca acabei encontrando.

Fico impressionado como uma simples comida pode ser tão carregada de muitos significados.

O cardápio foi uma maionese de batatas com ervilhas e ovos cozidos, um arroz meio carreteiro com salsinha (bem que poderia ter sido coentro, mas enfim, estamos em São Paulo) e lagarto de panela que desmanchava ao toque do garfo.

Para complementar: vinho branco, uma mesa linda, flores naturais, um raminho de lavanda e um bilhetinho de Marcos, o mais velho da Dona Naná, em cada prato para celebrar o dia. Que bom ter achado essas memórias. Que sejam eternas.

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Largato

 

O Filé do Gaúcho Orlando

Filé-mignon com nata e cogumelos do Orlando

Filé-mignon com nata e cogumelos do Orlando

Que gaúcho gosta de carne não é novidade para o mundo. Que Orlando, amigo de Porto Alegre, adora cozinha não é novidade para mim. Agora, Orlando na cozinha fazendo um filé-mignon denso e alto com cogumelos e nata gaúcha é algo extraordinário, saboroso, especial …

Para nossa sorte e deleito, Orlando veio passar o aniversário em São Paulo e resolveu fazer um almoço de domingo. Foi no dia 25 de junho na casa de outro amigo, que liberou a cozinha (já deixo aqui avisado que minha cozinha sempre vai estar liberada para qualquer comidinha que Orlando desejar fazer).

Tive a felicidade de estar presente para receber esse presente culinário. Acho muito especial quem vai para cozinha no dia do aniversário. É uma inversão total de padrões, pois cozinhar para os outros, sejam amigos, familiares ou amores, é sempre um ato de afeto, uma forma de presentear alguém. Nós amigos gulosos é que fomos presenteados no dia do aniversário dele.

Vou tentar descrever o FILÉ COM COGUMELOS E NATA. Estou buscando coragem para tentar fazê-lo, mas a memória afetiva que guardei do almoço de aniversário é muito especial, tenho medo de não chegar no ponto, na cor, no sabor, na textura, então, talvez seja prudente não arriscar (será?).

Receita não tem dono, mas algumas são impossíveis de serem repetidas. Posso até fazer esse filé, pode até ficar muito bom, mas acredito que o sabor daquele do dia 25 de junho é único, e só irá se repetir pelas mãos gaúchas do Orlando.

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MUITO SIMPLES E DE RÁIPIDO PREPARO

  • Filés-mignons altos, porém pedaços não grandes, adicionar sal à gosto;
  • Selar na manteiga os dois lados dos filés, colocar em um refratário e reservar;
  • Cortar os cogumelos (frescos) em fatias, tipo Champignon (os brancos) e Portobello (os pretos, também conhecidos com cogumelo-de-paris);
  • Adicionar os cogumelos fatiados na mesma panela onde os filés foram selados, com mais manteiga e saltear levemente;
  • Adicionar a Nata (Orlando usa a marca Piá, que ele trouxe de Porte Alegre – Não arriscaria usar outra marca ou tipo) e deixar dissolver completamente;
  • Adicionar o molho (nata + cogumelos) ao refratário dos filés-mignons;
  • Colocar em forno pré-aquecido (180 oC) até dourar os cogumelos (1a foto do post).

ENTRADAS

Salada e cogumelo ao forno

Salada e cogumelo ao forno

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A salada nem precisa descrever, me desculpem. Qualquer uma vai bem. A grande estrela do almoço, evidentemente depois do cozinheiro, foi o filé-mignon, porém, a entrada dos cogumelos também foi perfeita. É muito simples:

  • Cogumelos grandes, retirar os miolos;
  • Picar os miolos e misturar com cream cheese (ou requeijão cremoso), damasco picadinho e queijo gorgonzola;
  • Rechear os cogumelos, generosamente, e salpicar com queijo parmesão ralado;
  • Forno (180 oC) até dourar (não estranhar o caldinho que irá formar, é dos cogumelos e pode ser bebido também).

PARA ACOMPANHAR O FILÉ-MIGNON

Um arroz branquinho, não tão soltinho, que é ótimo, com brócolis.

Um arroz branquinho, não tão soltinho, que é ótimo, com brócolis.

E PARA FINALIZAR …

Uma sobremesa típica do Rio Grande do Sul, receita de família: CHICO BALANCEADO. Vejam que nome mais interessante. Nem vou arriscar descrever a receita, fica para outra oportunidade. É muito bom!!!

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Produção de queijos e manteiga artesanais no Rio Grande do Norte é reconhecida em lei

Fonte: www.slowfoodbrasil.com / Patricia Moll e Danielle Nagase

Na última quarta-feira (12/07), a lei Nivardo Mello, que regulamenta a produção e a comercialização de queijos e manteiga artesanais, foi aprovada por unanimidade (22 votos) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte.

Apresentada pelo deputado Hermano Morais (PMDB), ela substitui o projeto de lei 159/2016 e estabelece que os queijos de  manteiga e de coalho devem ser produzidos apenas com leite integral fresco e cru, respeitando “os métodos tradicionais, culturais e regionais”. A manteiga da terra (ou de garrafa ou do sertão) é a que é produzida apenas com nata e sal. Por serem feitos com leite cru (não pasteurizado), os queijos carregam o modo de fazer tradicional, ressaltando seus sabores específicos.

Nenem, auxiliar de Nivardo, fazendo o queijo de manteiga para o Documentário "História da Alimentação de Câmara Cascudo" (direção de Eugenio Pupo- inédito) em agosto de 2016. Foto: Angelo Medeiros

Nenem, auxiliar de Nivardo, fazendo o queijo de manteiga para o Documentário “História da Alimentação de Câmara Cascudo” (direção de Eugenio Pupo- inédito) em agosto de 2016. Foto: Angelo Medeiros

O texto foi elaborado em conjunto com especialistas do setor,  representantes da cadeia produtiva e do poder público. Prevê-se sobre modo de produção, construções, controle sanitário, fiscalização, e rotulagem, dentre vários itens abordados.

“O foco dessa lei é a preservação da cultura alimentar do Rio Grande do Norte. A partir dela, o estado reconhece que os queijos artesanais são aqueles produzidos conforme a tradição e a receita original”, afirma a chef e pesquisadora Adriana Lucena, ativista do Slow Food que há 13 anos encabeça o movimento para a regulamentação dos queijos artesanais tradicionais potiguar.

Quando for sancionada pelo governador Robinson Faria, afirma Adriana, a lei vai contemplar mais de 300 queijeiras do estado, impulsionando o trabalho dos pequenos produtores.

Queijeiros de todo o Brasil estão aplaudindo o Rio Grande do Norte e movimentam-se para buscar as suas leis estaduais.


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