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	<title>Cozinha Afetiva &#187; Cultura Alimentar &amp; Afeto</title>
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	<description>Memória Afetiva Culinária</description>
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		<title>Canjica de São João</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 19:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Doces Afetivos]]></category>

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		<description><![CDATA[São João de verdade tem que ter canjica de milho verde. Este ano não tem festa, mas nada nos impede de montar nossa mesa com as comidas juninas. A receita abaixo é a tradicional, mas levou muito tempo no fogo, acho que tinha muito líquido, e a canjica não ficou de corte. O resultado foi [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_9376" style="width: 269px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2020-06-23-16.26.25.jpg"><img class=" wp-image-9376  " alt="São João" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2020-06-23-16.26.25.jpg" width="259" height="324" /></a><p class="wp-caption-text">São João</p></div>
<p style="text-align: justify;">São João de verdade tem que ter canjica de milho verde. Este ano não tem festa, mas nada nos impede de montar nossa mesa com as comidas juninas. A receita abaixo é a tradicional, mas levou muito tempo no fogo, acho que tinha muito líquido, e a canjica não ficou de corte. O resultado foi mais um creme. Paciência! O gosto é de São João, de festa, de alegria. Da próxima vez iremos reduzir a quantidade de leite de vaca, aumentar o leite de coco e coar mais uma vez.</p>
<div id="attachment_9378" style="width: 433px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2020-06-23-15.30.52.jpg"><img class=" wp-image-9378    " alt="Canjica de São João" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2020-06-23-15.30.52.jpg" width="423" height="317" /></a><p class="wp-caption-text">Canjica de São João</p></div>
<p style="text-align: justify;"><b>INGREDIENTES</b></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>5 espigas de milho verde</li>
<li>3 xícaras de leite de vaca</li>
<li>100 ml de leite de coco (½ garrafinha)</li>
<li>50 gramas de manteiga</li>
<li>1 pitada de sal</li>
<li>Cravo a gosto</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> <b>MODO DE PREPARO</b></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2020-06-23-15.56.24.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-9383" alt="2020-06-23 15.56.24" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/06/2020-06-23-15.56.24.jpg" width="367" height="367" /></a></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Debulhar os milhos das espigas com ajuda de uma faca;</li>
<li>Bater bem os grãos do milho com o leite de vaca no liquidificador;</li>
<li>Passar a mistura por uma peneira fina; reservar o bagaço;</li>
<li>Colocar o caldo coado para cozinhar, em fogo baixo, com a manteiga e os cravos;</li>
<li>Quando levantar fervura adicionar o leite de coco; continuar cozinhando até formar um creme consistente;</li>
<li>O cozimento levou cerca de 85 minutos (haja braço!).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> <b>Dica:</b></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>O bagaço foi aproveitado para fazer um creme salgado. Ótimo acompanhamento para carnes.</li>
<li>Misturar o bagaço com 100 ml de leite de coco (½ garrafinha), ½ xícara de leite de vaca, 3 colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem, sal e pimenta do reino a gosto; cozinhar em fogo baixo até formar uma massa cremosa consistente.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><b>MUITO CUIDADO COM TODAS AS VERDURAS, LEGUMES E FRUTAS QUE ENTRAM NA SUA CASA. FAZER A HIGIENE ADEQUADA. ATENÇÃO PARA A PROTEÇÃO PESSOAL. CONSULTEM FONTES CONFIÁVEIS NA INTERNET DE COMO PROCEDER. </b></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>FIQUE EM CASA. VÁ PARA A COZINHA!</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">#cozinhaafetiva #cozinha_afetiva #fiqueemcasa #vaparaacozinha #cozinhar</p>
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		<title>COOKED</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2020 15:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Diversão com Afetividade]]></category>

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		<description><![CDATA[COOKED, série da Netflix baseada no livro COZINHAR do Michael Pollan. O livro é muito melhor que a série, mas é sempre bom rever. São 4 capítulos (Fogo &#8211; Água &#8211; Ar &#8211; Terra). Os meus preferidos são Água e Ar. MUITO CUIDADO COM TODAS AS VERDURAS, LEGUMES E FRUTAS QUE ENTRAM NA SUA CASA. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">COOKED, série da Netflix baseada no livro COZINHAR do Michael Pollan. O livro é muito melhor que a série, mas é sempre bom rever. São 4 capítulos (Fogo &#8211; Água &#8211; Ar &#8211; Terra). Os meus preferidos são Água e Ar.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Cooked.png"><img class="aligncenter  wp-image-8973" alt="Cooked" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Cooked.png" width="442" height="324" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><b>MUITO CUIDADO COM TODAS AS VERDURAS, LEGUMES E FRUTAS QUE ENTRAM NA SUA CASA. FAZER A HIGIENE ADEQUADA. ATENÇÃO PARA A PROTEÇÃO PESSOAL. CONSULTEM FONTES CONFIÁVEIS NA INTERNET DE COMO PROCEDER. </b></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><strong>FIQUE EM CASA. VÁ PARA A COZINHA!</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">#cozinhaafetiva #cozinha_afetiva #fiqueemcasa #vaparaacozinha #cozinhar</span></p>
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		<title>Street Food &#8211; Ásia</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 22:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Street Food – Ásia é uma série da Netflix (2019), em 9 capítulos, sobre comida de rua nas cidades de Bangkok, Tailândia; Osaka, Japão; Déli, Índia; Yogyakarta, Indonésia; Chiayi, Taiwan; Seul, Coreia do Sul; Ho Chi Minh, Vietnã; Singapura e Cebu, Filipinas. Uma viagem cultural afetiva sobre comidas de ruas, suas histórias e as vidas dos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Street Food – Ásia é uma série da Netflix (2019), em 9 capítulos, sobre comida de rua nas cidades de Bangkok, Tailândia; Osaka, Japão; Déli, Índia; Yogyakarta, Indonésia; Chiayi, Taiwan; Seul, Coreia do Sul; Ho Chi Minh, Vietnã; Singapura e Cebu, Filipinas.</span><span> </span><span style="color: #000000;">Uma viagem cultural afetiva sobre comidas de ruas, suas histórias e as vidas dos inventores dos pratos. Cada capítulo apresenta uma cidade, com um personagem central e seu prato protagonista, além de trazer a identidade cultural do país através das várias comidas típicas locais. Uma delícia de série que nos deixa com muita fome, não só das comidas, mas também das densas culturas dos países apresentados. Super recomendo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong style="color: #0000ff;">FIQUE EM CASA. VÁ PARA A COZINHA!</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">#cozinhaafetiva #cozinha_afetiva #fiqueemcasa #vaparaacozinha #cozinhar</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/04/streetfood.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-8868" alt="streetfood" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/04/streetfood.jpg" width="284" height="398" /></a></p>
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		<title>Os Insetos de Comer do Mercado de San Juan na Cidade do México</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Jan 2020 04:02:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Aqui é apenas uma degustação, voltaremos a falar muito sobre os insetos mexicanos, um hábito nacional alimentar, desde a época pré-hispânica. Outras culturas, em especial as da Europa e dos Estados Unidos, sobreporem-se a cultura ancestral do México, dos povos nativos, com destaque para Olmecas, Maias e Astecas, o que levou grande parte da população [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0922.jpeg"><img class="aligncenter  wp-image-8442" alt="IMG_0922" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0922.jpeg" width="423" height="317" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Aqui é apenas uma degustação, voltaremos a falar muito sobre os insetos mexicanos, um hábito nacional alimentar, desde a época pré-hispânica.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0936.jpeg"><img class="aligncenter  wp-image-8444" alt="IMG_0936" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0936.jpeg" width="423" height="317" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Outras culturas, em especial as da Europa e dos Estados Unidos, sobreporem-se a cultura ancestral do México, dos povos nativos, com destaque para Olmecas, Maias e Astecas, o que levou grande parte da população a ter rejeição e repugnância pelo uso dos insetos na comida diária. Isso é mais evidente nas grandes cidades, como a Cidade do México, mas quando saímos do México central e descemos mais ao sul do país, em cidades como Oaxaca, Puebla e Veracruz, ainda temos forte influências dos insetos na mesa mexicana.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0919.jpeg"><img class="aligncenter  wp-image-8449" alt="IMG_0919" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0919.jpeg" width="423" height="317" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0927.jpeg"><img class="aligncenter  wp-image-8445" alt="IMG_0927" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0927.jpeg" width="423" height="317" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na Cidade do México, uma visita importante é o Mercado San Juan, um local de carnes exóticas (qualquer bicho pode ser encontrado) e insetos, além de muitas frutas, legumes, verduras, queijos, ervas e muito mais. O mercado é conhecido mundialmente por ser o favorito dos chefs e outros que levam a cozinha muito a sério.</p>
<p>Provei alguns, mas, ainda estou criando forças para vencer o medo dos escorpiões e aranhas.</p>
<p>Abaixo a imagem do Mercado San Juan, localizado na Cidade do México, Calle Ernesto Pugibrt, 21 &#8211; Centro-Área 7.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0909.jpeg"><img class="aligncenter  wp-image-8446" alt="IMG_0909" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0909.jpeg" width="423" height="317" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0974.jpeg"><img class="aligncenter  wp-image-8447" alt="IMG_0974" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2020/01/IMG_0974.jpeg" width="423" height="317" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Língua Portuguesa entre Nós: Cambuquira à moda de Paraty</title>
		<link>http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2018/07/31/8036/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2018 12:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha Literária Afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>

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		<description><![CDATA[O Museu da Língua Portuguesa marcou presença durante a FLIP &#8211; Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu entre 25 e 29 de julho, com várias ações culturais que acompanham sua reconstrução: A Língua Portuguesa entre Nós. As ações aconteceram na Casa de Cultura de Paraty, com exposições, apresentações musicais e palestras, no Auditório da [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/07/2018-07-25-13.09.56.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-8041" alt="2018-07-25 13.09.56" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/07/2018-07-25-13.09.56.jpg" width="423" height="317" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Museu da Língua Portuguesa marcou presença durante a FLIP &#8211; Festa Literária Internacional de Paraty, que aconteceu entre 25 e 29 de julho, com várias ações culturais que acompanham sua reconstrução: A Língua Portuguesa entre Nós.</p>
<p style="text-align: justify;">As ações aconteceram na Casa de Cultura de Paraty, com exposições, apresentações musicais e palestras, no Auditório da Praça, com o sarau Inculta e Bela e em vários restaurantes da cidade, onde foram criados cardápios exclusivos para os visitantes da cidade inspirados na culinária dos países onde se fala português. Foi uma grande celebração pelo título récem-obtido por Paraty como Cidade Criativa da Gastronomia da UNESCO.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA / HABITANTES</strong></p>
<ul>
<li>Brasil &#8211; 207,848 milhões</li>
<li>Portugal &#8211; 10,350 milhões</li>
<li>Cabo Verde &#8211; 521 mil</li>
<li>Guiné-Bissau &#8211; 1,846 milhão</li>
<li>São Tomé e Príncipe &#8211; 190 mil</li>
<li>Guiné Equatorial &#8211; 759,451 mil</li>
<li>Angola &#8211; 25,022 milhões</li>
<li>Moçambique &#8211; 27,978 milhões</li>
<li>Timor-Leste &#8211; 1,185 milhão</li>
</ul>
<p>A exposição da Casa de Cultura (até 02 de setembro de 2018) apresenta vários painéis com reproduções das comidas da língua portuguesa, típicas em Paraty com suas devidas atualizações culturais.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/07/2018-07-25-13.13.13-1.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-8042" alt="2018-07-25 13.13.13-1" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/07/2018-07-25-13.13.13-1.jpg" width="481" height="519" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Pão de Ló Margaride</title>
		<link>http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2018/06/03/7901/</link>
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		<pubDate>Sun, 03 Jun 2018 20:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Doces Afetivos]]></category>

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		<description><![CDATA[Passando pela cidade de Guimarães (Portugal), em abril, um bolo na vitrine de uma padaria nos chamou muita atenção. Era redondo, de aparência muito fofa, com furo, não muito alto, com uma cor dourada vibrante e envolvido por papel manteiga. Compramos e nos deliciamos com a textura caudalosa que escorria do tal bolo, quando cortamos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_1790.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7902" alt="IMG_1790" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_1790.jpg" width="338" height="254" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Passando pela cidade de Guimarães (Portugal), em abril, um bolo na vitrine de uma padaria nos chamou muita atenção. Era redondo, de aparência muito fofa, com furo, não muito alto, com uma cor dourada vibrante e envolvido por papel manteiga. Compramos e nos deliciamos com a textura caudalosa que escorria do tal bolo, quando cortamos uma fatia. Por isso no deram colheres, era um bolo para ser comido de colher, devoramos e descobrimos que era um bolo (doce) muito tradicional chamado de <b>Pão de Ló Margaride</b>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_0635.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7903" alt="IMG_0635" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_0635.jpg" width="338" height="254" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><b>Pão de Ló</b></span></p>
<p style="text-align: justify;">O pão de ló, também chamado de bolo esponjoso, é um bolo (as vezes, pode ser considerado como um doce) criado pelo cozinheiro genovês Giovan Battista Cabonaque, em sua receita original, era elaborado com ovos, açúcar e farinha de trigo, sem fermento ou xarope.</p>
<p style="text-align: justify;">Na Itália, o doce chama-se <i>Pan di Spagna</i>, em homenagem ao rei Fernando VI de Espanha. Em Portugal, existem versões modificadas da receita de pão de ló que se tornaram símbolos dessas regiões, como o de Alfeizerão, o de Ovar, o de Margarida (Felgueiras) e o de Arouca. Ainda em Portugal, existe uma versão não original da receita chamado &#8220;pão de ló à brasileira&#8221;, totalmente diferente do original tradicional, principalmente por levar muito menos ovos. O bolo mais parecido com o pão de ló da culinária da Inglaterra e outros países de idioma inglês, inclusive da culinária dos Estados Unidos, é o <i>sponge cake</i>. Os primeiros portugueses que chegaram ao Japão no século XVI levaram consigo a receita de pão de Castela que se tornou num dos doces mais típicos do Japão, o <i>Kasutera</i>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><b>Pão de Ló Margaride de Portugal</b></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/3.png"><img class="aligncenter  wp-image-7905" alt="3" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/3.png" width="190" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Foi no início do século XVIII que uma mulher, de nome Clara Maria, iniciou a fabricação deste pão de ló. A Casa, tal como hoje, encontrava-se localizada na freguesia de Margaride, no centro da atual cidade de Felgueiras, no norte de Portugal. Este pão de ló ficou conhecido por “<b>Pão de Ló de Margaride</b>”. Após a morte de Clara Maria, foi Antónia Filix que continuou com o fabrico deste apreciado doce, tendo, mais tarde, passado essa tarefa para Leonor Rosa da Silva. Leonor Rosa da Silva tornou conhecido o pão de ló de Margaride durante mais de 50 anos de trabalho. O sucesso foi tanto que em 1888 foi atribuída a esta Casa a designação de Fornecedora da Casa Real Portuguesa (www.paodelodemargaride.pt).</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/fabrica-large.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7904" alt="fabrica-large" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/fabrica-large.jpg" width="324" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><b>A receita abaixo é do blog português www.cincoquartosdelaranja.com, levemente corrigida para o português do Brasil.</b></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><b>INGREDIENTES</b></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>2 ovos</li>
<li>11 gemas</li>
<li>175 g de açúcar</li>
<li>125 g de farinha de trigo</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><b>MODO DE PREPARO</b></span></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Cortar quatro quadrados de papel vegetal. Forrar uma forma de buraco com as folhas, sobrepondo-as. Reservar;</li>
<li>Preaquecer o forno a 180oC;</li>
<li>Bater os ovos, as gemas e o açúcar com a batedeira durante pelo menos 10 minutos;</li>
<li>Desligar a batedeira e adicionar a farinha peneirada, lentamente, até formar uma mistura homogênea;</li>
<li>Colocar a massa na forma;</li>
<li>Levar ao forno durante 35 a 40 minutos.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #0000ff;"><b>Esta outra receita, do blog www.docesregionais.com, foi transcrita sem qualquer modificação, mantendo-se, inclusive, o delicioso português de Portugal.</b></span></p>
<p style="text-align: justify;">O pão de ló de Margaride é uma referência na doçaria tradicional portuguesa, tendo a Câmara Municipal de Felgueiras apresentado, em 2011, a sua candidatura às 7 Maravilhas da Gastronomia, na categoria de doces.O autêntico Margaride é cozido em forno de lenha em formas de barro não vidrado. Estas formas são constituídas por três tigelas, duas iguais e uma mais pequena, sendo esta colocada invertida no centro de uma das outras tigelas, formando um cano.</p>
<p style="text-align: justify;"><b></b><span style="color: #0000ff;"><b>INGREDIENTES</b></span></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>1 pitada de sal</li>
<li>19 gemas</li>
<li>250 g de farinha</li>
<li>500 g de açúcar</li>
<li>6 ovos inteiros</li>
<li>casca de 2 limões</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> <span style="color: #0000ff;"><b>MODO DE PREPARO</b></span></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Deite os ovos, o açúcar, as cascas de limão e o sal num recipiente amplo e bata até a mistura clarear e fazer castelo (a massa faz um montinho quando se deixa cair de uma colher).</li>
<li style="text-align: justify;">Retire as cascas de limão e, aos poucos, junte a farinha em chuva, peneirada no momento. Note que a farinha não deve ser batida, mas sim bem misturada com as mãos, sendo, por isso, necessária a participação de duas pessoas, uma para peneirar e outra para envolver a farinha. Este processo manual poderá durar aproximadamente ½ hora (mantendo o pão de ló com uma textura muito fofa). No entanto, poderá também fazê-lo numa batedeira elétrica, que lhe irá poupar tempo.</li>
<li style="text-align: justify;">Deite a massa numa tigela previamente forrada com papel manteiga (ou outro papel grosso) untado, em quadrados sobrepostos. Encha a forma de pão de ló até um pouco mais de meio, vire os bicos do papel para dentro e tape com a segunda tigela.</li>
<li style="text-align: justify;">Leve a cozer em forno moderadamente quente, durante 30 a 45 minutos no máximo. Verifique a cozedura com um palito.</li>
<li style="text-align: justify;">Retire do forno e desenforme, deixando depois arrefecer o seu pão de ló de Margaride.</li>
</ul>
<div id="attachment_7906" style="width: 348px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_0626.jpg"><img class=" wp-image-7906     " alt="Variedade sem furo, encontrado em outra padaria" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_0626.jpg" width="338" height="254" /></a><p class="wp-caption-text">Variedade sem furo, encontrado em outra padaria &#8211; Guimarães / Portugal</p></div>
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		<title>SESC &#8211; Experimenta: Comida, Saúde e Cultura &#8211; Outubro 2017</title>
		<link>http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2017/09/25/sesc-experimenta-comida-saude-e-cultura-outubro-2017/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Sep 2017 04:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Cozinha Literária Afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>

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		<description><![CDATA[https://www.sescsp.org.br ]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/09/02ee2982939e.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7624" alt="" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/09/02ee2982939e.jpg" width="466" height="152" /></a><span style="color: #0000ff;"><strong>https://www.sescsp.org.br </strong></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
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		<title>Produção de queijos e manteiga artesanais no Rio Grande do Norte é reconhecida em lei</title>
		<link>http://www.cozinhaafetiva.com.br/index.php/2017/07/23/producao-de-queijos-e-manteiga-artesanais-no-rio-grande-do-norte-e-reconhecida-em-lei/</link>
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		<pubDate>Sun, 23 Jul 2017 19:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Gente de Afeto na Cozinha]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: www.slowfoodbrasil.com / Patricia Moll e Danielle Nagase Na última quarta-feira (12/07), a lei Nivardo Mello, que regulamenta a produção e a comercialização de queijos e manteiga artesanais, foi aprovada por unanimidade (22 votos) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte. Apresentada pelo deputado Hermano Morais (PMDB), ela substitui o projeto de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Fonte: www.slowfoodbrasil.com / Patricia Moll e Danielle Nagase</p>
<p style="text-align: justify;">Na última quarta-feira (12/07), a lei Nivardo Mello, que regulamenta a produção e a comercialização de queijos e manteiga artesanais, foi aprovada por unanimidade (22 votos) na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentada pelo deputado Hermano Morais (PMDB), ela substitui o projeto de lei 159/2016 e estabelece que os queijos de  manteiga e de coalho devem ser produzidos apenas com leite integral fresco e cru, respeitando “os métodos tradicionais, culturais e regionais”. A manteiga da terra (ou de garrafa ou do sertão) é a que é produzida apenas com nata e sal. Por serem feitos com leite cru (não pasteurizado), os queijos carregam o modo de fazer tradicional, ressaltando seus sabores específicos.</p>
<div id="attachment_7550" style="width: 298px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Nivardo_Mello_-_queijo_manteiga_RN.jpeg"><img class=" wp-image-7550 " alt="Nenem, auxiliar de Nivardo, fazendo o queijo de manteiga para o Documentário &quot;História da Alimentação de Câmara Cascudo&quot; (direção de Eugenio Pupo- inédito) em agosto de 2016. Foto: Angelo Medeiros" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/07/Nivardo_Mello_-_queijo_manteiga_RN.jpeg" width="288" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Nenem, auxiliar de Nivardo, fazendo o queijo de manteiga para o Documentário &#8220;História da Alimentação de Câmara Cascudo&#8221; (direção de Eugenio Pupo- inédito) em agosto de 2016. Foto: Angelo Medeiros</p></div>
<p style="text-align: justify;">O texto foi elaborado em conjunto com especialistas do setor,  representantes da cadeia produtiva e do poder público. Prevê-se sobre modo de produção, construções, controle sanitário, fiscalização, e rotulagem, dentre vários itens abordados.</p>
<p style="text-align: justify;">“O foco dessa lei é a preservação da cultura alimentar do Rio Grande do Norte. A partir dela, o estado reconhece que os queijos artesanais são aqueles produzidos conforme a tradição e a receita original”, afirma a chef e pesquisadora Adriana Lucena, ativista do Slow Food que há 13 anos encabeça o movimento para a regulamentação dos queijos artesanais tradicionais potiguar.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando for sancionada pelo governador Robinson Faria, afirma Adriana, a lei vai contemplar mais de 300 queijeiras do estado, impulsionando o trabalho dos pequenos produtores.</p>
<p style="text-align: justify;">Queijeiros de todo o Brasil estão aplaudindo o Rio Grande do Norte e movimentam-se para buscar as suas leis estaduais.</p>
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		<title>São João!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jun 2017 15:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Afetividades Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Viva o amendoim cozido, o milho, a canjica, o queijo do reino, o licor de jenipapo, bolos de macaxeira, milho, coco, fubá, puba e tapioca. Ahhhh!!! Viva a pamonha. Viva Luiz Gonzaga, Elba Ramalho e Alceu Valença e também Dominguinhos e Sivuca. Viva Campina Grande, Exu, Caruaru, o Nordeste, a cultura brasileira. VIVA São João!]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Viva o amendoim cozido, o milho, a canjica, o queijo do reino, o licor de jenipapo, bolos de macaxeira, milho, coco, fubá, puba e tapioca. Ahhhh!!! Viva a pamonha. Viva Luiz Gonzaga, Elba Ramalho e Alceu Valença e também Dominguinhos e Sivuca. Viva Campina Grande, Exu, Caruaru, o Nordeste, a cultura brasileira. VIVA São João!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/2017-06-23-08.30.09.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7465" alt="2017-06-23 08.30.09" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/2017-06-23-08.30.09.jpg" width="384" height="479" /></a></p>
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		<title>EL LUGAR DEL TÉ &amp; CHOCOLATE</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jun 2017 04:16:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[jumar]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cozinha do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Afetiva]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Alimentar & Afeto]]></category>

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		<description><![CDATA[O paraíso existe. Está em Honduras, na cidade das grandes ruínas Maia, COPAN. Um lugar de chocolate BEAN to BAR, ou melhor, TREE to BAR. Aqui vai da árvore a barrinha de chocolate. Fantástico, mágico, sensorial, espetáculo da natureza. EL LUGAR DEL TÉ &#38; CHOCOLATE.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O paraíso existe. Está em Honduras, na cidade das grandes ruínas Maia, COPAN. Um lugar de chocolate BEAN to BAR, ou melhor, TREE to BAR. Aqui vai da árvore a barrinha de chocolate. Fantástico, mágico, sensorial, espetáculo da natureza. EL LUGAR DEL TÉ &amp; CHOCOLATE.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5662.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7415" alt="IMG_5662" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5662.jpg" width="475" height="475" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5658.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7408" alt="IMG_5658" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5658.jpg" width="442" height="442" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5659.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7410" alt="IMG_5659" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5659.jpg" width="442" height="442" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5661.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7411" alt="IMG_5661" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5661.jpg" width="442" height="442" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5665.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-7413" alt="IMG_5665" src="http://www.cozinhaafetiva.com.br/wp-content/uploads/2017/06/IMG_5665.jpg" width="442" height="442" /></a></p>
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